Me­lhor do que o clo­ro

O Diario do Norte do Parana - - O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ -

O tra­ta­men­to com clo­ro ain­da é o mais usu­al, mas a apli­ca­ção de ozô­nio cres­ce em rit­mo ace­le­ra­do. O mo­ti­vo é um só: é mui­to mais efi­caz que o clo­ro. “Pes­qui­sas ci­en­tí­fi­cas con­cluí­ram que do­san­do-se 0,1 ppm de ozô­nio em água com 60 mil co­li­for­mes por ml, a ex­ter­mi­na­ção acon­te­ce em três se­gun­dos”, des­ta­ca a em­pre­sá­ria Silvia Fal­cão. Is­so sig­ni­fi­ca que com do­sa­gens mui­to mais bai­xas con­se­gue-se o mes­mo re­sul­ta­do do clo­ro. De acor­do com Fa­bi­a­no Miya­ki da Sil­vei­ra, di­re­tor da aca­de­mia CEMS, o ozô­nio é um bac­te­ri­ci­da in­je­ta­do na água, com poder es­te­ri­li­zan­te. Na aca­de­mia, além de pas­sar por um fil­tro e re­ce­ber o ozô­nio, a água da pis­ci­na ain­da é tra­ta­da com

hi­po­clo­ri­to de só­dio. Po­de­ro­so A fun­ção do ozô­nio é ina­ti­var as bac­té­ri­as, pro­to­zoá­ri­os e ví­rus, evi­tan­do a for­ma­ção de clo­ra­mi­nas, cau­sa­do­ras de ir­ri­ta­ção nos olhos e na pe­le. Silvia acres­cen­ta que o ozô­nio é o mais for­te agen­te oxi­dan­te co­nhe­ci­do e vem sen­do uti­li­za­do co­mo de­sin­fec­tan­te há mais de cem anos. Ain­da de acor­do com es­tu­dos ci­en­tí­fi­cos, não são uti­li­za­dos pro­du­tos quí­mi­cos no pro­ces­so de tra­ta­men­to com ozô­nio. A subs­tân­cia é com­pa­tí­vel com o meio am­bi­en­te e não fe­re a na­tu­re­za. Além dis­to, não ir­ri­ta a pe­le, os olhos e as mu­co­sas dos usuá­ri­os. O ozô­nio ain­da é o mais efi­ci­en­te sis­te­ma pa­ra eli­mi­na­ção de odor.

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