Con­tra a res­sa­ca, água

O Diario do Norte do Parana - - ZOOM - Car­la Gu­e­des

car­la@odi­a­rio.com O sin­to­mas tí­pi­cos da pós-be­be­dei­ra – dor de ca­be­ça, bo­ca se­ca e en­joo – le­var qual­quer um a fa­zer uma pro­mes­sa que qua­se sem­pre é que­bra­da: pa­rar de be­ber. A in­ges­tão de al­tas quan­ti­da­des de ál­co­ol dei­xa o cor­po de­bi­li­ta­do, pois pre­ci­sa gas­tar mui­ta ener­gia pa­ra me­ta­bo­li­zar as do­ses da noi­te pas­sa­da. Fí­ga­do, estô­ma­go e sis­te­ma ner­vo­so fi­cam so­bre­car­re­ga­dos.

Pa­ra ali­vi­ar os sin­to­mas da res­sa­ca e até evi­tá-la quan­do be­ber de­mais, bas­ta to­mar água. A re­co­men­da­ção é in­ter­ca­lar água às do­ses. “Is­so aju­da a di­mi­nuir o ca­rá­ter tó­xi­co do ál­co­ol e a eli­mi­ná-lo pe­la uri­na”, ex­pli­ca a nu­tri­ci­o­nis­ta Su­e­len Pe­rei­ra. Su­cos, chás, isotô­ni­cos e água de co­co tam­bém fa­zem bem ao fí­ga­do e aos rins du­ran­te o pro­ces­so de eli­mi­na­ção do ál­co­ol, além de re­por sais mi­ne­rais. O ál­co­ol de­si­dra­ta o cor­po e por is­so a re­po­si­ção de sais mi­ne­rais é im­por­tan­te.

Vi­nho, cer­ve­ja e des­ti­la­dos agri­dem o estô­ma­go e cau­sam queimação e di­ar­reia. Is­so acon­te­ce por­que o ál­co­ol ele­va a pro­du­ção do su­co gás­tri­co. A dor de ca­be­ça que acom­pa­nha a res­sa­ca é cau­sa­da pe­lo me­nor flu­xo de san­gue no cé­re­bro.

Su­e­len diz que des­ti­la­dos de bai­xa qua­li­da­de cau­sam mais pre­juí­zos por­que apre­sen­tam mai­or ní­vel de subs­tân­ci­as tó­xi­cas. Mis­tu­rar be­bi­das tam­bém não é na­da bom, já que ca­da uma tem um pro­ces­so de fer­men­ta­ção di­fe­ren­te. “Qu­em mis­tu­ra be­bi­das pas­sa mais mal e se re­cu­pe­ra mais de­va­gar.”

No dia se­guin­te à be­be­dei­ra, a co­mi­da pre­ci­sa ser es­pe­ci­al, com pre­fe­rên­cia por ali­men­tos in­te­grais, que pro­te­gem a mu­co­sa do estô­ma­go da cor­ro­são ge­ra­da pe­lo ex­ces­so de ál­co­ol.

De acor­do com Su­e­len, fa­zer uma re­fei­ção ri­ca em ami­do e le­gu­mes aju­da a eli­mi­nar mais ra­pi­da­men­te o ál­co­ol do or­ga­nis­mo. O ide­al é evi­tar ali­men­tos gor­du­ro­sos, áci­dos e mui­to tem­pe­ra­dos. Os do­ces es­tão li­be­ra­dos por­que re­põem o açú­car.

Ar­qui­vo/dnp

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