O me­lhor soft­ware pa­ra sua em­pre­sa

O Diario do Norte do Parana - - OPINIÃO -

Em ple­no sé­cu­lo 21 ain­da exis­tem re­sis­tên­ci­as ao uso do com­pu­ta­dor e sis­te­mas nas em­pre­sas. Cla­ro, a ca­da dia, pa­ra­dig­mas vêm sen­do que­bra­dos com a di­fu­são dos be­ne­fí­ci­os da tec­no­lo­gia e o uso des­tes pro­du­tos vem au­men­tan­do. Mas, dú­vi­das ain­da pai­ram so­bre a ca­be­ça de mui­tos em­pre­sá­ri­os: qual o me­lhor soft­ware pa­ra o meu ne­gó­cio? Co­mo es­co­lher um sis­te­ma? Co­mo sa­ber se es­co­lhi o soft­ware cer­to? O que es­pe­rar de um soft­ware? Qual o me­lhor for­ne­ce­dor?

In­fe­liz­men­te,não exis­tem re­cei­tas pron­tas. Afi­nal, ca­da ne­gó­cio tem su­as es­pe­ci­fi­ci­da­des.Ho­je, ob­ser­va­mos mui­tos em­pre­sá­ri­os co­me­ten­do al­guns er­ros pri­má­ri­os ao com­prar seu pri­mei­ro soft­ware: na dúvida se o pro­gra­ma vai ser be­né­fi­co ou não, al­guns es­co­lhem o mais ba­ra­to. Ou­tros fa­zem a es­co­lha pe­lo mais ca­ro, con­si­de­ran­do que se­rá o me­lhor. Exis­tem aque­les que com­pram o pri­mei­ro que apa­re­ce na fren­te.

De um mo­do ge­ral, não exis­te o pi­or ou o me­lhor soft­ware. Exis­te o mais ade­qua­do às ne­ces­si­da­des de um ne­gó­cio. As­sim, a es­co­lha de­pen­de­rá do por­te da em­pre­sa,do seu poder de cres­ci­men­to, da cul­tu­ra or­ga­ni­za­ci­o­nal e da ne­ces­si­da­de re­al do em­pre­sá­rio. O pró­prio mer­ca­do de sis­te­mas de ges­tão vem se ade­quan­do a es­tas ne­ces­si­da­des e es­tá pas­san­do por um pro­ces­so de cus­to­mi­za­ção que aten­de os diferentes negócios e ni­chos de mer­ca­do.

As­sim,ao es­co­lher um soft­ware, é pre­ci­so sa­ber se o mes­mo é cus­to­mi­za­do pa­ra o seu ne­gó­cio e se a em­pre­sa de­sen­vol­ve­do­ra tem ex­pe­ri­ên­cia na sua área de atu­a­ção,qu­em ela já aten­de e co­mo é o ser­vi­ço pós-ven­da (su­por­te re­mo­to ou lo­cal).

Ca­so a em­pre­sa que es­te­ja ad­qui­rin­do um soft­ware já te­nha al­gum pro­gra­ma ins­ta­la­do,é ne­ces­sá­rio ana­li­sar co­mo se­rá a in­te­gra­ção en­tre os dois sis­te­mas. Por fim, é fun­da­men­tal que as obri­ga­ções das du­as par­tes es­te­jam pre­vis­tas em con­tra­to.

Pa­ra não per­der a opor­tu­ni­da­de, con­si­de­ro im­por­tan­te lem­brar ao mer­ca­do que ho­je Ma­rin­gá e re­gião pos­su­em know-how de al­tís­si­mo ní­vel na área de pro­du­ção de softwa­res. Al­gu­mas em­pre­sas, or­ga­ni­za­das em for­ma de Ar­ran­jo Pro­du­ti­vo Lo­cal (APL), com apoio de­ci­si­vo do Se­brae, es­tão in­ves­tin­do mui­to em pro­ces­sos de de­sen­vol­vi­men­to de soft­ware, com do­mí­nio e emprego de me­to­do­lo­gi­as e fer­ra­men­tas de qua­li­da­de. In­ves­tem ain­da em mão-de-obra, qua­li­fi­can­do seus fun­ci­o­ná­ri­os.

O re­sul­ta­do é que ho­je, os sis­te­mas de­sen­vol­vi­dos em Ma­rin­gá e re­gião vêm sen­do uti­li­za­dos por em­pre­sas de to­do o País e em al­guns ca­sos até do ex­te­ri­or.Tam­bém já con­quis­ta­mos prê­mi­os es­ta­du­ais e até na­ci­o­nais gra­ças à qua­li­da­de das em­pre­sas e pro­du­tos. Por is­so, vai aí uma di­ca va­li­o­sa: dê pre­fe­rên­cia aos softwa­res de em­pre­sas lo­cais já que, além da qua­li­da­de e da fa­ci­li­da­de de ob­ter re­fe­rên­ci­as, o cli­en­te po­de­rá ne­go­ci­ar di­re­ta­men­te com o em­pre­sá­rio do se­tor.

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