Va­lo­ri­za­ção se­gue, mas me­nor

O Diario do Norte do Parana - - CLASSIDIÁRIO -

A va­lo­ri­za­ção dos imó­veis con­ti­nua, em­bo­ra com me­nos for­ça que em anos an­te­ri­o­res, mas, mes­mo as­sim, o ce­ná­rio é in­te­res­san­te para os in­ves­ti­do­res. Se­gun­do o pro­fes­sor e eco­no­mis­ta Joil­son Dias, os imó­veis ain­da são e se­rão ga­ran­tia. “A eco­no­mia ma­rin­ga­en­se está em ex­pan­são. As­sim, há de­man­da por imó­veis”, diz. Ele ex­pli­ca que não há ex­pec­ta­ti­va de su­per­va­lo­ri­za­ção, co­mo vis­ta nos úl­ti­mos cin­co anos, mas sim de va­lo­ri­za­ção ade­qua­da. Para Dias, em re­la­ção à pou­pan­ça, a van­ta­gem do in­ves­ti­men­to imobiliário está na so­ma do re­tor­no do alu­guel, que fi­ca na mé­dia de 0,5% ao ano, mais a va­lo­ri­za­ção. “Há ga­nho lí­qui­do”, res­sal­ta. No en­tan­to, não há li­qui­dez co­mo no ca­so da pou­pan­ça. “Se a pes­soa es­ti­ver aguar­dan­do um mo­men­to para apro­vei­tar uma opor­tu­ni­da­de, me­lhor ter o di­nhei­ro na pou­pan­ça”. Se não hou­ver di­nhei­ro para in­ves­tir e o pro­pó­si­to for acu­mu­lar uma fa­tia da ren­da para um in­ves­ti­men­to, a re­co­men­da­ção é não com­pro­me­ter mais do que 30% da ren­da fa­mi­li­ar. O eco­no­mis­ta des­ta­ca que há um port­fó­lio de op­ções, a exem­plo do con­só­cio ou fi­nan­ci­a­men­to, mas que não há co­mo de­fi­nir qual o me­lhor pro­du­to, e sim a mais ade­qua­da ao per­fil e aos in­te­res­ses do in­ves­ti­dor.

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