Fu­si­on: Hí­bri­do, ga­so­li­na ou flex?

O Diario do Norte do Parana - - CLASSIDIÁRIO - Gustavo Ruf­fo Da Agên­cia Es­ta­do

A pa­la­vra de or­dem é eco­no­mia. Não só de di­nhei­ro, mas tam­bém de re­cur­sos, co­mo com­bus­tí­vel. No Bra­sil, o Ino­var-Au­to co­lo­cou o mer­ca­do em sin­to­nia com o que se exi­ge no ex­te­ri­or: me­no­res con­su­mo e emis­sões. E, pe­la pri­mei­ra vez no País. um car­ro - o Ford Fu­si­on - ofe­re- ce qua­se to­das as op­ções para se che­gar lá: versões tur­bo a ga­so­li­na, fle­xí­vel e hí­bri­da. A re­por­ta­gem reu­niu as três para mos­trar as di­fe­ren­ças en­tre elas, os be­ne­fí­ci­os e de­mé­ri­tos de ca­da tan­to para o meio am­bi­en­te quan­to para o seu bol­so.

Mo­to­res tur­bi­na­dos es­tão fi­can­do me­no­res e vêm subs­ti­tuin­do os as­pi­ra­dos - e mai­o­res. No Fu­si­on, o no­vo 2.0 EcoBo­ost ti­rou o 3 0 V6 de cir­cu­la­ção. Cha­ma­da de down­si­zing (re­du­ção de ta­ma­nho, em tra­du­ção li­vre), es­sa ten­dên­cia per­mi­te ain­da que os car­ros fi­quem mais le­ves e, por­tan­to, con­su­mam me­nos com­bus­tí­vel. Ou­tra so­lu­ção, es­ta com DNA bra­si­lei­ro, são os mo­to­res fle­xí­veis, que per­mi­tem op­tar por ga­so­li­na e/ou eta­nol em qual­quer pro­por­ção. Nor­mal­men­te, a es­co­lha re­cai so­bre o pro­du­to mais ba­ra­to ou o que re­pre­sen­ta me­no­res gas­tos no fim do mês, mas tam­bém po­de en­vol­ver ques­tões am­bi­en­tais. Nes­se ca­so, o eta­nol é ide­al por de­vol­ver à at­mos­fe­ra só o gás carbô­ni­co que sua fon­te, a ca­na-de-açú­car, usou na fo­tos­sín­te­se. As fa­bri­can­tes re­cor­re­ram a mo­to­res elé­tri­cos para aju­dar os con­ven­ci­o­nais quan­do eles mais con­so­mem: em ace­le­ra­ções e fre­na­gens. O sis­te­ma, ba­ti­za­do de hí­bri­do, che­gou ao País no Fu­si­on de pri­mei­ra ge­ra­ção - o car­ro ago­ra está na se­gun­da.

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