CO­MO DE­FI­NIR

O Diario do Norte do Parana - - SEU DINHEIRO ESPECIAL -

Pa­ra sa­ber qual a me­lhor op­ção de investimento pa­ra o seu ca­so é pre­ci­so con­si­de­rar al­guns as­pec­tos do investimento. A co­me­çar pe­la li­qui­dez, quer di­zer, quan­do vo­cê po­de­rá res­ga­tar o di­nhei­ro apli­ca­do. Es­ses tí­tu­los são de lon­go pra­zo, qu­an­to mai­or o pe­río­do de apli­ca­ção mais gor­du­cho o ren­di­men­to. No en­tan­to, o Te­sou­ro Se­lic ofe­re­ce li­qui­dez até mes­mo diá­ria. No si­te do Te­sou­ro há o Ori­en­ta­dor Fi­nan­cei­ro que au­xi­lia o in­te­res­sa­do a es­co­lher o tí­tu­lo mais ade­qua­do pa­ra o seu per­fil. Não por aca­so, a pri­mei­ra ques­tão que é co­lo­ca­da “Por qu­an­to tem­po vo­cê quer man­ter o seu investimento?” Se a res­pos­ta for a de dei­xar o di­nhei­ro dis­po­ní­vel pa­ra res­ga­te a qual­quer mo­men­to, vo­cê é di­re­ci­o­na­do pa­ra o Te­sou­ro Se­lic. Pa­ra apli­ca­ção de mé­dio e lon­go pra­zos, o Te­sou­ro IPCA e o Te­sou­ro Pre­fi­xa­do são mais in­di­ca­dos. E pa­ra de­ci­dir­se en­tre es­ses dois, vo­cê pre­ci­sa de­fi­nir o que vai pri­o­ri­zar: man­ter o di­nhei­ro blin­da­do das per­das da in­fla­ção e aí de­ve­rá apli­car no Te­sou­ro IPCA, ou sa­ber no mo­men­to da apli­ca­ção qu­an­to vai re­ce­ber no ven­ci­men­to do tí­tu­lo, con­di­ção do Te­sou­ro Pre­fi­xa­do. En­tre es­ses ti­pos de pa­peis há os que ofe­re­cem pa­ga­men­to de ju­ros a ca­da seis me­ses e não ape­nas no ven­ci­men­to do pa­pel. /// Equi­pe Seu Di­nhei­ro

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