Qu­e­da de fo­lhas ir­ri­ta mo­ra­do­res

O Diario do Norte do Parana - - MARINGÁ - Luiz de Carvalho carvalho@odi­a­rio.com

A qu­e­da de fo­lhas da ar­bo­ri­za­ção ur­ba­na, que cres­ce con­si­de­ra­vel­men­te du­ran­te o in­ver­no em con­sequên­cia dos lon­gos pe­río­dos de es­ti­a­gem, au­men­ta em mais de 50% a quan­ti­da­de de li­xo re­co­lhi­da di­a­ri­a­men­te pe­los ca­mi­nhões da co­le­ta e obri­ga a Se­cre­ta­ria de Ser­vi­ços Pú­bli­cos (Se­musp) de a in­ten­si­fi­car a varrição em Ma­rin­gá.

De acor­do com o se­cre­tá­rio Vag­ner de Oliveira, o au­men­to de fo­lhas nas ru­as se ve­ri­fi­ca em toda a ci­da­de ao mes­mo tem­po e pro­vo­ca uma im­pres­são de sujeira por mais que as do­nas de casa var­ram as cal­ça­das.

Fátima, di­a­ris­ta de um edi­fí­cio re­si­den­ci­al da Zo­na 7, diz que nes­ta épo­ca pas­sa mais tem­po lim­pan­do a cal­ça­da que cui­dan­do das ou­tras atri­bui­ções. “Às ve­zes, a gen­te ain­da es­tá var­ren­do e a cal­ça­da já es­tá su­ja de novo.” Com ela, con­cor­da Dé­bo­ra Ber­nar­di­no, dois quar­tei­rões adi­an­te: “A gen­te var­re a cal­ça­da, mas a rua (a pis­ta) con­ti­nua cheia de fo­lhas, os car­ros pas­sam e as fo­lhas se­cas vi­ram pó, que en­tra nas casas e su­ja tu­do”.

Se­gun­do o se­cre­tá­rio, a pasta tem uma equi­pe es­pe­ci­al­men­te para bus­car sa­cos de fo­lhas e le­vá-los para trans­for­mar em adu­bo no Vi­vei­ro Mu­ni­ci­pal. Bas­ta que o in­te­res­sa­do fa­ça o pe­di­do na Ou­vi­do­ria da pre­fei­tu­ra, pelo te­le­fo­ne 156.

“Na mai­o­ria dos ca­sos, as pes­so­as co­lo­cam sa­cos de li­xo nas ca­çam­bas, para se­rem le­va­dos pe­los ca­mi­nhões da co­le­ta”, diz Oliveira. “Não che­ga a ser um pro­ble­ma, mas vai com­pli­car na se­pa­ra­ção do li­xo, além de au­men­tar a quan­ti­da­de.”

O pe­río­do de qu­e­da de fo­lhas au­men­ta em cer­ca de 50% o vo­lu­me de li­xo nas ca­çam­bas, obri­gan­do os ca­mi­nhões da co­le­ta a fa­zer mais vi­a­gens por dia.

O ser­vi­ço de varrição de ru­as, pe­la pre­fei­tu­ra, tam­bém é in­ten­si­fi­ca­do nes­te pe­río­do. O mu­ni­cí­pio dis­põe de seis má­qui­nas var­re­dei­ras – em­bo­ra nem to­das em con­di­ções de uso –, mas a pri­o­ri­da­de é o qua­dri­lá­te­ro cen­tral e as ru­as de maior mo­vi­men­to. Em al­guns ca­sos, a varrição é acom­pa­nha­da pelo ser­vi­ço de la­va­gem.

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