PRI­SI­O­NEI­ROS DE GU­ER­RA

O Estado de S. Paulo - - Metrópole - www.estadao.com.br/acer­vo

A Al­le­ma­nha quer repôr a ci­vi­li­sa­ção em seu pri­mei­ro es­ta­dio. Re­no­vou a era das con­quis­tas, que ou­tro­ra con­sa­gra­ram a es­cra­vi­dão, co­mo um pro­gres­si­vo meio de con­ser­var os pri­si­o­nei­ros de gu­er­ra. El­la re­quin­tou nes­te si­nis­tro es­for­ço de ci­vi­li­sa­ção ao re­vés: - el­la cap­ti­va as po­pu­la­ções, os des­po­ja de seus bens, deshu­ma­na­men­te, se­pa­ra fa­mi­li­as. As don­ze­las mo­ças e as da­mas jo­vens são es­co­lhi­das pe­lo of­fi­ci­a­es sa­la­zes. Os va­li­dos mais ro­bus­tos são obri­ga­dos a tra­ba­lhar de sol a sol, em du­ros la­bo­res.

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