‘Em uma se­ma­na es­ta­va com a do­en­ça con­tro­la­da’

O Estado de S. Paulo - - Metrópole - / P.F.

A do­na de ca­sa Mi­ri­am Luiz Di­as, de 60 anos, fez a ba­riá­tri­ca em 2015, após con­vi­ver com a di­a­be­te por 15 anos. "Sen­tia do­res nas per­nas, fo­me, a vi­são es­ta­va sem­pre tur­va e eu não an­da­va 100 me­tros sem pa­rar com dor. Pa­re­cia que eu usa­va sa­pa­tos de fer­ro. Ti­ra­va os do­ces, co­mia de for­ma mais re­gra­da e, mes­mo com a in­su­li­na, era to­tal­men­te des­con­tro­la­da."

A si­tu­a­ção mu­dou após o pro­ce­di­men­to. "Eu saí do hospital em um do­min­go e, uma se­ma­na de­pois, es­ta­va com a di­a­be­te con­tro­la­da. Nas­ci de novo. Hoje, an­do sem dor nas per­nas, fa­ço gi­nás­ti­ca, vou ao bai­le, a dis­po­si­ção é outra." Com 1,55 metro de al­tu­ra, ela pe­sa­va 74 qui­los quan­do fez o pro­ce­di­men­to e ago­ra es­tá com 50.

O em­pre­sá­rio apo­sen­ta­do Ot­to Ri­e­de­rer, de 71 anos, fez a ci­rur­gia há qua­tro anos e saiu de 120 pa­ra 78 qui­los. Afir­ma es­tar “tur­bi­na­do”, mas res­sal­ta que o pa­ci­en­te “tem de aju­dar”. “Mu­dei o meu pa­drão de vi­da, não es­tou co­men­do co­mo an­tes, pas­sei por psi­có­lo­go, nu­tri­ci­o­nis­ta. Se não se con­ven­cer que tem de mu­dar há­bi­tos, não adi­an­ta na­da.”

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