Mo­ci­nhos ou vi­lões?

Mui­tas gor­du­ras, quan­do con­su­mi­das em ex­ces­so, são pre­ju­di­ci­ais à saúde. Po­rém, al­gu­mas de­las são es­sen­ci­ais para o or­ga­nis­mo. Entenda!

O Poder dos Alimentos - - TEMPERANDO - Tex­to MICHELE CUSTÓDIO/COLABORADORA | De­sign LA­RIS­SA SOU­ZA/COLABORADORA

“Quan­do in­tro­du­zi­dos na di­e­ta, os óle­os ve­ge­tais são fon­tes de áci­dos gra­xos que de­sem­pe­nham fun­ções es­sen­ci­ais no or­ga­nis­mo, con­tri­buin­do ao sis­te­ma imu­ne, car­di­o­vas­cu­lar e com a saúde ce­re­bral”, Grei­ce Ca­ro­li­ne Bag­gio, nu­tri­ci­o­nis­ta

QUAN­DO SE CO­ME­ÇA UMA DI­E­TA, A PRI­MEI­RA ATI­TU­DE TO­MA­DA, GE­RAL­MEN­TE, É ABOLIR COM­PLE­TA­MEN­TE QUAL­QUER TI­PO DE ÓLEO DO

CAR­DÁ­PIO. Mas se­rá que es­sa é uma ati­tu­de cer­ta? Mui­tos ti­pos de óle­os pos­su­em nu­tri­en­tes que fazem bem para saúde e que po­dem au­xi­li­ar até mes­mo na per­da de pe­so. Co­nhe­ça os prin­ci­pais a se­guir!

ÓLEO DE COCO

Ele é o no­vo que­ri­di­nho do mo­men­to, já que me­lho­ra o fun­ci­o­na­men­to do or­ga­nis­mo, além de tra­zer be­ne­fí­ci­os para outras par­tes do cor­po, como para o ca­be­lo. Ele au­xi­lia na di­mi­nui­ção da gor­du­ra ab­do­mi­nal e, quan­do con­su­mi­do, é con­ver­ti­do ra­pi­da­men­te em ener­gia para o cor­po. Além de tudo is­so, ainda pos­sui ação an­ti­in­fla­ma­tó­ria, an­ti­o­xi­dan­te, me­lho­ra o fun­ci­o­na­men­to do in­tes­ti­no e do sis­te­ma imu­no­ló­gi­co. O óleo de coco po­de ser usa­do em al­tas tem­pe­ra­tu­ras sem per­der seus prin­ci­pais nu­tri­en­tes e po­de ser adi­ci­o­na­do a su­cos e vi­ta­mi­nas. O in­di­ca­do é que se­ja con­su­mi­do o do ti­po extra-virgem e no má­xi­mo 1 co­lher (sopa) por dia.

ÓLEO DE CANOLA

Es­se óleo po­de re­du­zir o ris­co de do­en­ças car­día­cas, pois pos­sui um bai­xo te­or de gor­du­ra sa­tu­ra­da e tam­bém re­duz a pres­são ar­te­ri­al. Como é uma boa fon­te de ôme­ga-3 e de ôme­ga-6, po­de ser usa­do no preparo de vá­ri­os pra­tos.

ÓLEO DE AMÊNDOAS

Ele pre­ci­sa de to­do um cui­da­do es­pe­ci­al, ne­ces­si­ta ser ar­ma­ze­na­do em re­fri­ge­ra­ção, bem ve­da­do e não po­de ser uti­li­za­do em co­zi­men­tos. O pre­fe­rí­vel é que se­ja con­su­mi­do in na­tu­ra, no má­xi­mo 2 co­lhe­res (sopa) por dia.

ÓLEO DE LINHAÇA

É rico em ôme­ga-3, pos­sui ação an­ti­in­fla­ma­tó­ria e an­ti­o­xi­dan­te. Seus nu­tri­en­tes pro­por­ci­o­nam equi­lí­brio hor­mo­nal e con­tro­le de fun­ções vi­tais do or­ga­nis­mo, como a cir­cu­la­ção, sis­te­ma imu­ne e fun­ção ce­re­bral. O re­co­men­da­do é que não se­ja con­su­mi­do em co­zi­men­tos, so­men­te na fi­na­li­za­ção de pra­tos. Sua in­ges­tão não de­ve passar de 2 co­lhe­res (so­bre­me­sa) por dia.

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