LU­CIG­NA­NO

Qual Viagem - - ITÁLIA -

Es­sa pe­que­na vi­la ro­de­a­da por mu­ra­lha me­di­e­val no to­po de uma co­li­na, com ru­as es­trei­tas, ca­sas de pe­dra e uma vis­ta pri­vi­le­gi­a­da de Val di Chi­a­na, en­tre Si­e­na e Arezzo, é des­ti­no fa­mo­so en­tre ca­sais apai­xo­na­dos. E o mo­ti­vo prin­ci­pal é uma joia cha­ma­da Ár­vo­re da Vi­da - tam­bém co­nhe­ci­da co­mo Ár­vo­re do Amor.

Es­sa obra-pri­ma de ou­ri­ve­sa­ria demorou mais de 120 anos pa­ra ser con­cluí­da (1350 a 1471). Ela es­tá no Mu­seo Co­mu­na­le di Lu­cig­na­no (Mu­seu Mu­ni­ci­pal) den­tro do Pa­laz­zo Co­mu­na­le, um pa­lá­cio cons­truí­do en­tre os sé­cu­los 13 e 19. Com 2,60 me­tros de al­tu­ra, foi cri­a­da com ob­je­ti­vos re­li­gi­o­sos, po­rém, com o pas­sar do tem­po, ga­nhou no­va co­no­ta­ção. Mui­tas pes­so­as pas­sa­ram a acre­di­tar que es­sa ár­vo­re de ou­ro ti­nha o po­der de tor­nar o amor eter­no. As­sim, des­de a Ida­de Mé­dia, ca­sais apai­xo­na­dos e os re­cém-ca­sa­dos fa­zem ju­ras de amor aos seus pés.

Lu­cig­na­no faz par­te de um cir­cui­to tu­rís­ti­co que re­ve­la uma Itá­lia ain­da pou­co co­nhe­ci­da. Ho­ri­zon­tes até on­de os olhos po­dem ver e um cam­po bem cui­da­do, em ple­na har­mo­nia com a paisagem, dão ao vi­si­tan­te a sen­sa­ção de um lu­gar que pa­rou no tem­po.

Aci­ma, vi­e­las tí­pi­cas da pe­que­na Lu­cig­na­no; e, o be­lo ce­ná­rio dos cam­pos bem cui­da­dos da re­gião.

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