Sal­mos pa­ra tu­do

Re­ze com fé e con­si­ga aqui­lo que de­se­ja

Salmos & Anjos - - News -

Sal­mo 3

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...atrair bên­çãos pa­ra a vi­da

Se­nhor, co­mo se têm mul­ti­pli­ca­do os meus ad­ver­sá­ri­os! São mui­tos os que se le­van­tam con­tra mim. 2 Mui­tos di­zem da mi­nha al­ma: ‘Não há sal­va­ção pa­ra ele em Deus’ (Se­lá). 3 Po­rém tu, Se­nhor, és um es­cu­do pa­ra mim, a mi­nha glória, e o que exal­ta a mi­nha ca­be­ça. 4 Com a mi­nha voz cla­mei ao Se­nhor, e ou­viu­me des­de o seu santo mon­te (Se­lá).

5 Eu me dei­tei e dor­mi; acor­dei, por­que o Se­nhor me sus­ten­tou. 6 Não te­me­rei dez mi­lha­res de pes­so­as que se pu­se­ram con­tra mim e me cer­cam. 7 Le­van­ta-te, Se­nhor; sal­va-me, Deus meu; pois fe­ris­te a to­dos os meus ini­mi­gos nos quei­xos; que­bras­te os den­tes aos ím­pi­os. 8 A sal­va­ção vem do Se­nhor; so­bre o teu po­vo se­ja a tua bên­ção (Se­lá).

Sal­mo 26

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...man­ter a cal­ma, afas­tar o me­do e se pro­te­ger de trai­ções e ini­mi­gos

Jul­ga-me, Se­nhor, pois te­nho an­da­do em mi­nha sin­ce­ri­da­de; te­nho con­fi­a­do tam­bém no Se­nhor; não va­ci­la­rei. 2 Exa­mi­na-me, Se­nhor, e pro­va-me; es­qua­dri­nha os meus rins e o meu co­ra­ção. 3 Por­que a tua be­nig­ni­da­de es­tá di­an­te dos meus olhos; e te­nho an­da­do na tua ver­da­de. 4 Não me te­nho as­sen­ta­do com ho­mens vãos, nem con­ver­so com os ho­mens dis­si­mu­la­dos. 5 Te­nho odi­a­do a con­gre­ga­ção de mal­fei­to­res; nem me ajun­to com os ím­pi­os. 6 La­vo as mi­nhas mãos na ino­cên­cia; e as­sim an­da­rei, Se­nhor, ao re­dor do teu al­tar.

7 Pa­ra pu­bli­car com voz de lou­vor, e con­tar to­das as tu­as ma­ra­vi­lhas. 8 Se­nhor, eu te­nho ama­do a ha­bi­ta­ção da tua ca­sa e o lu­gar on­de per­ma­ne­ce a tua glória. 9 Não apa­nhes a mi­nha al­ma com os pe­ca­do­res, nem a mi­nha vi­da com os ho­mens san­gui­no­len­tos,

10 Em cu­jas mãos há ma­le­fí­cio, e cu­ja mão di­rei­ta es­tá cheia de su­bor­nos. 11 Mas eu an­do na mi­nha sin­ce­ri­da­de; li­vra-me e tem pi­e­da­de de mim. 12 O meu pé es­tá pos­to em ca­mi­nho pla­no; nas con­gre­ga­ções lou­va­rei ao Se­nhor.

Sal­mo 28

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...evi­tar fal­sos ami­gos no tra­ba­lho

Ati cla­ma­rei, ó Se­nhor, rocha mi­nha; não emu­de­ças pa­ra co­mi­go; não acon­te­ça, ca­lan­do-te tu pa­ra co­mi­go, que eu fi­que se­me­lhan­te aos que des­cem ao abis­mo.

2 Ou­ve a voz das mi­nhas sú­pli­cas, quan­do a ti cla­mar, quan­do le­van­tar as mi­nhas mãos pa­ra o teu santo orá­cu­lo. 3 Não me ar­ras­tes com os ím­pi­os e com os que pra­ti­cam a ini­qui­da­de; que fa­lam de paz ao seu pró­xi­mo, mas têm mal nos seus co­ra­ções. 4 Dá-lhes se­gun­do as su­as obras e se­gun­do a ma­lí­cia dos seus es­for­ços; dá-lhes con­for­me a obra das su­as mãos; tor­na-lhes a sua recompensa. 5 Por­quan­to não aten­tam às obras do Se­nhor, nem à obra das su­as mãos; pois que ele os der­ru­ba­rá e não os re­e­di­fi­ca­rá.

6 Ben­di­to se­ja o Se­nhor, por­que ou­viu a voz das mi­nhas sú­pli­cas. 7 O Se­nhor é a mi­nha for­ça e o meu es­cu­do; ne­le con­fi­ou o meu co­ra­ção, e fui so­cor­ri­do; as­sim o meu co­ra­ção sal­ta de pra­zer, e com o meu can­to o lou­va­rei. 8 O Se­nhor é a for­ça do seu po­vo; tam­bém é a for­ça sal­va­do­ra do seu un­gi­do. 9 Sal­va o teu po­vo, e aben­çoa a tua he­ran­ça; e apas­cen­ta-os e exal­ta-os pa­ra sem­pre.

Sal­mo 41

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...tra­zer paz ao re­la­ci­o­na­men­to

Bem-aven­tu­ra­do é aque­le que aten­de ao po­bre; o Se­nhor o li­vra­rá no dia do mal. 2 O Se­nhor o li­vra­rá, e o con­ser­va­rá em vi­da; se­rá aben­ço­a­do na Ter­ra, e tu não o en­tre­ga­rás à von­ta­de de seus ini­mi­gos. 3 O Se­nhor o sus­ten­ta­rá no lei­to da en­fer­mi­da­de; tu o res­tau­ra­rás da sua ca­ma de doença.

4 Di­zia eu: Se­nhor, tem pi­e­da­de de mim; sa­ra a mi­nha al­ma, por­que pe­quei con­tra ti. 5 Os meus ini­mi­gos fa­lam mal de mim, di­zen­do: ‘Quan­do mor­re­rá ela, e pe­re­ce­rá o seu no­me?’. 6 E, se al­gum de­les vem ver-me, fala coi­sas vãs; no seu co­ra­ção amon­toa a mal­da­de; sain­do pa­ra fo­ra, é dis­so que fala. 7 To­dos os que me odei­am mur­mu­ram a uma con­tra mim; con­tra mim ima­gi­nam o mal, di­zen­do: 8 Uma doença má se lhe tem ape­ga­do; e ago­ra que es­tá dei­ta­da, não se le­van­ta­rá mais. 9 Até a mi­nha pró­pria ami­ga ín­ti­ma, em quem eu tan­to con­fi­a­va, que co­mia do meu pão, le­van­tou con­tra mim o seu cal­ca­nhar. 10 Po­rém tu, Se­nhor, tem pi­e­da­de de mim, e le­van­ta-me, pa­ra que eu lhes dê o pa­go. 11 Por is­to co­nhe­ço eu que tu me fa­vo­re­ces: que o meu ini­mi­go não triun­fa de mim. 12 Quan­to a mim, tu me sus­ten­tas na mi­nha sin­ce­ri­da­de, e me pu­ses­te di­an­te da tua fa­ce pa­ra sem­pre. 13 Ben­di­to se­ja o Se­nhor Deus de Is­ra­el de sé­cu­lo em sé­cu­lo. Amém e amém.

Sal­mo 61

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...pre­ser­var a saú­de

Ou­ve, ó Deus, o meu cla­mor; aten­de à mi­nha ora­ção. 2 Des­de o fim da ter­ra cla­ma­rei a ti,

quan­do o meu co­ra­ção es­ti­ver des­mai­a­do; le­va-me pa­ra a rocha que é mais al­ta do que eu. 3 Pois tens si­do um re­fú­gio pa­ra mim, e uma tor­re for­te con­tra o ini­mi­go. 4 Ha­bi­ta­rei no teu ta­ber­ná­cu­lo pa­ra sem­pre; abri­gar-me-ei no es­con­de­ri­jo das tu­as asas (Se­lá). 5 Pois tu, ó Deus, ou­vis­te os meus vo­tos; des­te-me a he­ran­ça dos que te­mem o teu no­me. 6 Pro­lon­ga­rás os di­as do rei; e os seus anos se­rão co­mo mui­tas ge­ra­ções. 7 Ele per­ma­ne­ce­rá di­an­te de Deus pa­ra sem­pre; pre­pa­ra-lhe mi­se­ri­cór­dia e ver­da­de que o pre­ser­vem. 8 As­sim can­ta­rei lou­vo­res ao teu no­me per­pe­tu­a­men­te, pa­ra pa­gar os meus vo­tos de dia em dia.

Sal­mo 60

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...re­ce­ber au­xí­lio nas an­gús­ti­as

ODeus, tu nos re­jei­tas­te, tu nos es­pa­lhas­te, tu te in­dig­nas­te; Ó, vol­ta-te pa­ra nós. 2 Aba­las­te a ter­ra, e a fen­des­te; sa­ra as su­as fen­das, pois ela tre­me. 3 Fi­zes­te ver ao teu po­vo coi­sas ár­du­as; fi­zes­te­nos be­ber o vinho do ator­do­a­men­to. 4 Des­te um es­tan­dar­te aos que te te­mem, pa­ra o ar­vo­ra­rem no al­to, por cau­sa da ver­da­de (Se­lá). 5 Pa­ra que os teus ama­dos se­jam li­vres, sal­va-nos com a tua des­tra, e ou­ve-nos; 6 Deus fa­lou na sua san­ti­da­de; eu me re­go­zi­ja­rei, re­par­ti­rei a Siquém e me­di­rei o va­le de Su­co­te. 7 Meu é Gi­le­a­de, e meu é Ma­nas­sés; Efraim é a for­ça da mi­nha ca­be­ça; Ju­dá é o meu le­gis­la­dor. 8 Mo­a­be é a mi­nha ba­cia de la­var; so­bre Edom lan­ça­rei o meu sa­pa­to; ale­gra-te, ó Fi­lís­tia, por mi­nha cau­sa.

9 Quem me con­du­zi­rá à ci­da­de for­te? Quem me gui­a­rá até Edom?

10 Não se­rás tu, ó Deus, que nos ti­nhas re­jei­ta­do? tu, ó Deus, que não saís­te com os nos­sos exér­ci­tos? 11 Dá-nos au­xí­lio na an­gús­tia, por­que vão é o so­cor­ro do ho­mem. 12 Em Deus fa­re­mos pro­e­zas; por­que ele é que pi­sa­rá os nos­sos ini­mi­gos.

Sal­mo 63

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...pro­te­ger-se de men­ti­ras, mal­da­de e vin­gan­ça

ODeus, tu és o meu Deus, de ma­dru­ga­da te bus­ca­rei; a mi­nha al­ma tem se­de de ti; a mi­nha car­ne te de­se­ja mui­to em uma ter­ra se­ca e can­sa­da, on­de não há água;

2 Pa­ra ver a tua for­ça e a tua glória, co­mo te vi no san­tuá­rio. 3 Por­que a tua be­nig­ni­da­de é me­lhor do que a vi­da, os meus lá­bi­os te lou­va­rão.

4 As­sim eu te ben­di­rei en­quan­to vi­ver; em teu no­me le­van­ta­rei as mi­nhas mãos. 5 A mi­nha al­ma se far­ta­rá, co­mo de tu­ta­no e de gor­du­ra; e a mi­nha bo­ca te lou­va­rá com ale­gres lá­bi­os. 6 Quan­do me lem­brar de ti na mi­nha ca­ma, e me­di­tar em ti nas vi­gí­li­as da noi­te. 7 Por­que tu tens si­do o meu au­xí­lio; en­tão, à som­bra das tu­as asas me re­go­zi­ja­rei. 8 A mi­nha al­ma te se­gue de per­to; a tua des­tra me sus­ten­ta. 9 Mas aque­les que pro­cu­ram a mi­nha al­ma pa­ra a destruir, irão pa­ra as pro­fun­de­zas da Ter­ra. 10 Cai­rão à es­pa­da; se­rão uma ra­ção pa­ra as ra­po­sas. 11 Mas o rei se re­go­zi-

ja­rá em Deus; qual­quer que por ele ju­rar se glo­ri­a­rá; por­que se ta­pa­rão as bo­cas dos que fa­lam a men­ti­ra.

Sal­mo 70

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...su­pe­rar hu­mi­lha­ções

Apres­sa-te, ó Deus, em me li­vrar; Se­nhor, apres­sa-te em aju­dar­me. 2 Fi­quem en­ver­go­nha­dos e con­fun­di­dos os que pro­cu­ram a mi­nha al­ma; vol­tem pa­ra trás e con­fun­dam-se os que me de­se­jam mal. 3 Vi­rem as cos­tas co­mo recompensa da sua vergonha os que di­zem: ‘Ah! Ah!’. 4 Fol­guem e ale­grem-se em ti to­dos os que te bus­cam; e aque­les que amam a tua sal­va­ção di­gam con­ti­nu­a­men­te: en­gran­de­ci­do se­ja Deus. 5 Eu, po­rém, es­tou afli­to e ne­ces­si­ta­do; apres­sa-te por mim, ó Deus. Tu és o meu au­xí­lio e o meu li­ber­ta­dor; Se­nhor, não te de­te­nhas.

Sal­mo 75

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...aju­dar a ser jus­to e for­te ao au­xi­li­ar os ou­tros

Ati, ó Deus, glo­ri­fi­ca­mos, a ti da­mos lou­vor, pois o teu no­me es­tá per­to, as tu­as ma­ra­vi­lhas o de­cla­ram. 2 Quan­do eu ocu­par o lu­gar de­ter­mi­na­do, jul­ga­rei re­ta­men­te. 3 A ter­ra e to­dos os seus mo­ra­do­res es­tão dis­sol­vi­dos, mas eu for­ta­le­ci as su­as co­lu­nas (Se­lá).

4 Dis­se eu aos lou­cos: Não en­lou­que­çais, e aos ím­pi­os: Não le­van­teis a fron­te; 5 Não le­van­teis a vos­sa fron­te al­ti­va, nem fa­leis com cer­viz du­ra. 6 Por­que nem do oriente, nem do oci­den­te, nem do de­ser­to vem a exal­ta­ção. 7 Mas Deus é o Juiz: a um aba­te, e a ou­tro exal­ta. 8 Por­que na mão do Se­nhor há um cá­li­ce cu­jo vinho é tin­to; es­tá cheio de mis­tu­ra; e dá a be­ber de­le; mas as es­có­ri­as de­le to­dos os ím­pi­os da ter­ra as sor­ve­rão e be­be­rão. 9E eu o de­cla­ra­rei pa­ra sem­pre; can­ta­rei lou­vo­res ao Deus de Ja­có. 10 E que­bra­rei to­das as for­ças dos ím­pi­os, mas as for­ças dos jus­tos se­rão exal­ta­das.

Sal­mo 98

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...au­xi­li­ar a pra­ti­car bo­as ações

Can­tai ao Se­nhor um cân­ti­co no­vo, por­que fez ma­ra­vi­lhas; a sua des­tra e o seu bra­ço santo lhe al­can­ça­ram a sal­va­ção. 2O Se­nhor fez no­tó­ria a sua sal­va­ção, ma­ni­fes­tou a sua jus­ti­ça pe­ran­te os olhos dos gen­ti­os. 3 Lem­brou-se da sua be­nig­ni­da­de e da sua ver­da­de pa­ra com a ca­sa de Is­ra­el; to­das as ex­tre­mi­da­des da ter­ra vi­ram a sal­va­ção do nos­so Deus. 4 Exul­tai no Se­nhor to­da a ter­ra; ex­cla­mai e ale­grai-vos de pra­zer, e can­tai lou­vo­res. 5 Can­tai lou­vo­res ao Se­nhor com a har­pa; com a har­pa e a voz do can­to. 6 Com trom­be­tas e som de cor­ne­tas, exul­tai pe­ran­te a fa­ce do Se­nhor, do rei. 7 Bra­me o mar e a sua ple­ni­tu­de; o mun­do, e os que ne­le ha­bi­tam. 8 Os ri­os ba­tam as pal­mas; re­go­zi­jem-se tam­bém as mon­ta­nhas, 9 Pe­ran­te a fa­ce do Se­nhor, por­que vem a jul­gar a ter­ra; com jus­ti­ça jul­ga­rá o mun­do, e o po­vo com equi­da­de.

Sal­mo 125

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...con­so­lar as pes­so­as em si­tu­a­ções di­fí­ceis

Os que con­fi­am no Se­nhor se­rão co­mo o mon­te de Sião, que não se aba­la, mas per­ma­ne­ce pa­ra sem­pre. 2 As­sim co­mo es­tão os mon­tes à ro­da de Je­ru­sa­lém, as­sim o Se­nhor es­tá em vol­ta do seu po­vo des­de ago­ra e pa­ra sem­pre. 3 Por­que o ce­tro da im­pi­e­da­de não per­ma­ne­ce­rá so­bre a sor­te dos jus­tos, pa­ra que o jus­to não es­ten­da as su­as mãos pa­ra a ini­qui­da­de. 4 Fa­ze bem, ó Se­nhor, aos bons e aos que são re­tos de co­ra­ção. 5 Quan­to àque­les que se des­vi­am pa­ra os seus ca­mi­nhos tor­tu­o­sos, le­va­los-á o Se­nhor com os que pra­ti­cam a mal­da­de; paz ha­ve­rá so­bre Is­ra­el.

Sal­mo 127

Leia es­se Sal­mo pa­ra... ...atrair pes­soa re­ple­ta de vir­tu­des

Se o Se­nhor não edi­fi­car a ca­sa, em vão tra­ba­lham os que a edi­fi­cam; se o Se­nhor não guar­dar a ci­da­de, em vão vi­gia a sen­ti­ne­la. 2 Inú­til vos se­rá le­van­tar de ma­dru­ga­da, re­pou­sar tar­de, co­mer o pão de dores, pois as­sim dá ele aos seus ama­dos o so­no. 3 Eis que os filhos são he­ran­ça do Se­nhor, e o fru­to do ven­tre o seu ga­lar­dão. 4 Co­mo fle­chas na mão de um ho­mem po­de­ro- so, as­sim são os filhos da mo­ci­da­de. 5 Bem-aven­tu­ra­do o ho­mem que en­che de­les a sua al­ja­va; não se­rão con­fun­di­dos, mas fa­la­rão com os seus ini­mi­gos à por­ta.

Sal­mo 137

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...di­mi­nuir a sau­da­de e afas­tar as má­go­as

Jun­to dos ri­os de Ba­bilô­nia, ali nos as­sen­ta­mos e cho­ra­mos, quan­do nos lem­bra­mos de Sião. 2 So­bre os sal­guei­ros que há no meio de­la, pen­du­ra­mos as nos­sas har­pas. 3 Pois lá aque­les que nos le­va­ram ca­ti­vos nos pe­di­am uma can­ção; e os que nos des­truí­ram, que os ale­grás­se­mos, di­zen­do: Can­tai-nos uma das can­ções de Sião. 4 Co­mo can­ta­re­mos a can­ção do Se­nhor em ter­ra es­tra­nha? 5 Se eu me es­que­cer de ti, ó Je­ru­sa­lém, es­que­ça-se a mi­nha di­rei­ta da sua des­tre­za. 6 Se me não lem­brar de ti, ape­gue­se-me a lín­gua ao meu pa­la­dar; se não pre­fe­rir Je­ru­sa­lém à mi­nha mai­or ale­gria. 7 Lem­bra-te, Se­nhor, dos filhos de Edom no dia de Je­ru­sa­lém, que di­zi­am: Des­co­bri-a, des­co­bri-a até aos seus ali­cer­ces. 8 Ah! Fi­lha de Ba­bilô­nia, que vais ser as­so­la­da; fe­liz aque­le que te re­tri­buir o pa­go que tu nos pa­gas­te a nós. 9 Fe­liz aque­le que pe­gar em teus filhos e der com eles nas pe­dras.

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