Sal­mos pa­ra tu­do

Re­ze com fé e con­si­ga aqui­lo que de­se­ja

Salmos & Anjos - - News -

Sal­mo 6 Leia es­se sal­mo pa­ra... ...re­ce­ber au­xí­lio nas ho­ras de de­sa­ven­ças com os pa­ren­tes

Se­nhor, não me re­pre­en­das na tua ira, nem me cas­ti­gues no teu fu­ror. 2 Tem mi­se­ri­cór­dia de mim, Se­nhor, por­que sou fra­ca; sa­ra-me, Se­nhor, por­que os meus os­sos es­tão per­tur­ba­dos. 3 Até a mi­nha al­ma es­tá per­tur­ba­da; mas tu, Se­nhor, até quan­do?

4 Vol­ta-te, Se­nhor, li­vra a mi­nha al­ma; sal­va-me por tua be­nig­ni­da­de. 5 Por­que na mor­te não há lem­bran­ça de ti; no se­pul­cro quem te lou­va­rá? 6 Já es­tou can­sa­da do meu ge­mi­do, to­da a noi­te fa­ço na­dar a mi­nha ca­ma; mo­lho o meu lei­to com as mi­nhas lá­gri­mas. 7 Já os meus olhos es­tão con­su­mi­dos pe­la má­goa, e têm­se en­ve­lhe­ci­do por cau­sa de to­dos os meus ini­mi­gos. 8 Apar­tai-vos de mim to­dos os que pra­ti­cais a ini­qui­da­de; por­que o Se­nhor já ou­viu a voz do meu pran­to. 9O Se­nhor já ou­viu a mi­nha sú­pli­ca; o Se­nhor acei­ta­rá a mi­nha ora­ção.

10 En­ver­go­nhem-se e per­tur­bem-se to­dos os meus ini­mi­gos; tor­nem atrás e en­ver­go­nhem-se num mo­men­to.

Leia es­se sal­mo pa­ra... ...aca­bar com as in­fluên­ci­as ne­ga­ti­vas, con­quis­tar jus­ti­ça e paz in­te­ri­or

No Se­nhor con­fio; co­mo di­zeis à mi­nha al­ma: fu­gi pa­ra a vos­sa mon­ta­nha co­mo pás­sa­ro? 2 Pois eis que os ím­pi­os ar­mam o ar­co, põem as fle­chas na cor­da, pa­ra com elas ati­ra­rem, às es­cu­ras, aos re­tos de co­ra­ção. 3 Se fo­rem des­truí­dos os fun­da­men­tos, que po­de­rá fa­zer o jus­to? 4O Se­nhor es­tá no seu san­to tem­plo, o tro­no do Se­nhor es­tá nos Céus; os seus olhos es­tão aten­tos, e as su­as pál­pe­bras pro­vam os fi­lhos dos ho­mens. 5 O Se­nhor pro­va o jus­to; po­rém ao ím­pio e ao que ama a vi­o­lên­cia odeia a sua al­ma.

6 So­bre os ím­pi­os fa­rá cho­ver la­ços, fo­go, en­xo­fre e ven­to tem-

pes­tu­o­so; is­to se­rá a por­ção do seu co­po. 7 Por­que o Se­nhor é jus­to, e ama a jus­ti­ça; o seu ros­to olha pa­ra os re­tos.

Sal­mo 46 Leia es­se sal­mo pa­ra... ...agra­de­cer pe­las bên­çãos al­can­ça­das em sua vi­da

Deus é o nos­so re­fú­gio e for­ta­le­za, so­cor­ro bem pre­sen­te na an­gús­tia. 2 Por­tan­to não te­me­re­mos, ain­da que a Ter­ra se mu­de, e ain­da que os mon­tes se trans­por­tem pa­ra o meio dos ma­res. 3 Ain­da que as águas ru­jam e se per­tur­bem, ain­da que os mon­tes se aba­lem pe­la sua bra­ve­za (Se­lá). 4 Há um rio cu­jas cor­ren­tes ale­gram a ci­da­de de Deus, o san­tuá­rio das mo­ra­das do Al­tís­si­mo. 5 Deus es­tá no meio de­la; não se aba­la­rá. Deus a aju­da­rá, já ao rom­per da ma­nhã. 6 Os gen­ti­os se em­bra­ve­ce­ram; os rei­nos se mo­ve­ram; Ele le­van­tou a sua voz e a Ter­ra se der­re­teu.

7 O Se­nhor dos exér­ci­tos es­tá co­nos­co; o Deus de Ja­có é o nos­so re­fú­gio (Se­lá). 8 Vin­de, con­tem­plai as obras do Se­nhor; que de­so­la­ções tem fei­to na Ter­ra! 9 Ele faz ces­sar as guer­ras até ao fim da Ter­ra; que­bra o ar­co e cor­ta a lança; quei­ma os carros no fo­go.

10 Aqui­e­tai-vos, e sa­bei que eu sou Deus; se­rei exal­ta­do en­tre os gen­ti­os; se­rei exal­ta­do so­bre a Ter­ra. 11 O Se­nhor dos exér­ci­tos es­tá co­nos­co; o Deus de Ja­có é o nos­so re­fú­gio (Se­lá).

Sal­mo 51 Leia es­sa sal­mo pa­ra... ...li­vrar-se dos pe­ca­dos

Tem mi­se­ri­cór­dia de mim, ó Deus, se­gun­do a tua be­nig­ni­da­de; apa­ga as mi­nhas trans­gres­sões, se­gun­do a mul­ti­dão das tu­as mi­se­ri­cór­di­as 2 La­va-me com­ple­ta­men­te da mi­nha ini­qui­da­de, e pu­ri­fi­ca-me do meu pe­ca­do 3 Por­que eu co­nhe­ço as mi­nhas trans­gres­sões, e o meu pe­ca­do es­tá sem­pre di­an­te de mim. 4 Con­tra ti, con­tra ti so­men­te pe­quei, e fiz o que é mal à tua vis­ta, pa­ra que se­jas jus­ti­fi­ca­do quan­do fa­la­res, e pu­ro quan­do jul­ga­res. 5 Eis que em ini­qui­da­de fui for­ma­do, e em pe­ca­do me con­ce­beu mi­nha mãe. 6 Eis que amas a ver­da­de no ín­ti­mo, e no ocul­to me fa­zes co­nhe­cer a sa­be­do­ria. 7 Pu­ri­fi­ca-me com his­so­pe, e fi­ca­rei pu­ro; la­va-me, e fi­ca­rei mais bran­co do que a ne­ve. 8 Fa­ze­me ou­vir jú­bi­lo e ale­gria, pa­ra que go­zem os os­sos que tu que­bras­te. 9 Es­con­de a tua fa­ce dos meus pe­ca­dos, e apa­ga to­das as mi­nhas ini­qui­da­des. 10 Cria em mim, ó Deus, um co­ra­ção pu­ro, e re­no­va em mim um es­pí­ri­to re­to.

11 Não me lan­ces fo­ra da tua pre­sen­ça, e não re­ti­res de mim

o teu Es­pí­ri­to San­to. 12 Tor­na a dar-me a ale­gria da tua sal­va­ção, e sus­tém-me com um es­pí­ri­to vo­lun­tá­rio. 13 En­tão en­si­na­rei aos trans­gres­so­res os teus ca­mi­nhos, e os pe­ca­do­res a ti se con­ver­te­rão. 14 Li­vra-me dos cri­mes de san­gue, ó Deus, Deus da mi­nha sal­va­ção, e a mi­nha lín­gua lou­va­rá al­ta­men­te a tua jus­ti­ça. 15 Abre, Se­nhor, os meus lá­bi­os, e a mi­nha bo­ca en­to­a­rá o teu lou­vor. 16 Pois não desejas sa­cri­fí­ci­os, se­não eu os da­ria; tu não te de­lei­tas em ho­lo­caus­tos. 17 Os sa­cri­fí­ci­os pa­ra Deus são o es­pí­ri­to que­bran­ta­do; a um co­ra­ção que­bran­ta­do e con­tri­to não des­pre­za­rás, ó Deus. 18 Fa­ze o bem a Sião, se­gun­do a tua boa von­ta­de; edi­fi­ca os mu­ros de Je­ru­sa­lém. 19 En­tão te agra­da­rás dos sa­cri­fí­ci­os de jus­ti­ça, dos ho­lo­caus­tos e das ofer­tas quei­ma­das; en­tão se ofe­re­ce­rão no­vi­lhos so­bre o teu al­tar.

Sal­mo 61 Leia es­se sal­mo pa­ra... ...pre­ser­var a saú­de

Ou­ve, ó Deus, o meu cla­mor; aten­de à mi­nha ora­ção. 2 Des­de o fim da ter­ra cla­ma­rei a ti, quan­do o meu co­ra­ção es­ti­ver des­mai­a­do; le­va-me pa­ra a ro­cha que é mais al­ta do que eu. 3 Pois tens si­do um re­fú­gio pa­ra mim, e uma tor­re for­te con­tra o ini­mi­go.

4 Ha­bi­ta­rei no teu ta­ber­ná­cu­lo pa­ra sem­pre; abri­gar-me-ei no es­con­de­ri­jo das tu­as asas (Se­lá).

5 Pois tu, ó Deus, ou­vis­te os meus vo­tos; des­te-me a he­ran­ça dos que te­mem o teu no­me.

6 Pro­lon­ga­rás os di­as do rei; e os seus anos se­rão co­mo mui­tas ge­ra­ções. 7 Ele per­ma­ne­ce­rá di­an­te de Deus pa­ra sem­pre; pre­pa­ra-lhe mi­se­ri­cór­dia e ver­da­de que o pre­ser­vem. 8 As­sim can­ta­rei lou­vo­res ao teu no­me per­pe­tu­a­men­te, pa­ra pa­gar os meus vo­tos de dia em dia.

Sal­mo 79 Leia es­se sal­mo pa­ra... ...ser va­lo­ri­za­da no tra­ba­lho e se des­ta­car pe­las su­as ca­pa­ci­da­des

ODeus, os gen­ti­os vi­e­ram à tua he­ran­ça; con­ta­mi­na­ram o teu san­to tem­plo; re­du­zi­ram Je­ru­sa­lém a mon­tões de pe­dras. 2 De­ram os cor­pos mor­tos dos teus ser­vos por co­mi­da às aves dos céus, e a car­ne dos teus san­tos às fe­ras da Ter­ra. 3 Der­ra­ma­ram o san­gue de­les co­mo a água ao re­dor de Je­ru­sa­lém, e não hou­ve quem os en­ter­ras­se. 4 So­mos fei­tos opró­brio pa­ra nos­sos vi­zi­nhos, es­cár­nio e zom­ba­ria pa­ra os que es­tão à ro­da de nós. 5 Até quan­do, Se­nhor? Aca­so te in­dig­na­rás pa­ra sem­pre? Ar­de­rá o teu ze­lo co­mo fo­go? 6 Der­ra­ma o teu fu­ror so­bre os gen­ti­os que não

te co­nhe­cem, e so­bre os rei­nos que não in­vo­cam o teu no­me. 7 Por­que de­vo­ra­ram a Ja­có, e as­so­la­ram as su­as mo­ra­das. 8 Não te lem­bres das nos­sas ini­qui­da­des pas­sa­das; ve­nham ao nos­so en­con­tro de­pres­sa as tu­as mi­se­ri­cór­di­as, pois já es­ta­mos mui­to aba­ti­dos. 9 Aju­da-nos, ó Deus da nos­sa sal­va­ção, pe­la gló­ria do teu no­me; e li­vra-nos, e per­doa os nos­sos pe­ca­dos por amor do teu no­me. 10 Por­que di­ri­am os gen­ti­os: ‘On­de es­tá o seu Deus?’ Se­ja Ele co­nhe­ci­do en­tre os gen­ti­os, à nos­sa vis­ta, pe­la vingança do san­gue dos teus ser­vos, que foi der­ra­ma­do. 11 Ve­nha pe­ran­te a tua fa­ce o ge­mi­do dos pre­sos; se­gun­do a gran­de­za do teu bra­ço pre­ser­va aque­les que es­tão sen­ten­ci­a­dos à mor­te. 12 E tor­na aos nos­sos vi­zi­nhos, no seu re­ga­ço, se­te ve­zes tan­to da sua in­jú­ria com a qual te in­ju­ri­a­ram, Se­nhor.

13 As­sim nós, teu po­vo e ove­lhas de teu pas­to, te lou­va­re­mos eter­na­men­te; de ge­ra­ção em ge­ra­ção can­ta­re­mos os teus lou­vo­res.

Sal­mo 91 Leia es­se sal­mo pa­ra... ...agra­de­cer e pe­dir pro­te­ção

Aque­le que ha­bi­ta no es­con­de­ri­jo do Al­tís­si­mo, à som­bra do oni­po­ten­te des­can­sa­rá. 2 Di­rei do Se­nhor: ‘Ele é o meu Deus, o meu re­fú­gio, a mi­nha for­ta­le­za, e Ne­le con­fi­a­rei’. 3 Por­que Ele te li­vra­rá do la­ço do pas­sa­ri­nhei­ro, e da pes­te per­ni­ci­o­sa. 4 Ele te co­bri­rá com as su­as pe­nas, e de­bai­xo das su­as asas te con­fi­a­rás; a sua ver­da­de se­rá o teu es­cu­do e bro­quel. 5 Não te­rás me­do do ter­ror de noi­te nem da se­ta que voa de dia, 6 Nem da pes­te que an­da na es­cu­ri­dão, nem da mor­tan­da­de que as­so­la ao meio-dia. 7 Mil cai­rão ao teu la­do, e dez mil à tua di­rei­ta, mas não che­ga­rá a ti.

8 So­men­te com os teus olhos con­tem­pla­rás, e ve­rás a re­com­pen­sa dos ím­pi­os. 9 Por­que tu, ó Se­nhor, és o meu re­fú­gio. No Al­tís­si­mo fi­zes­te a tua ha­bi­ta­ção.

10 Ne­nhum mal te su­ce­de­rá, nem pra­ga al­gu­ma che­ga­rá à tua ten­da. 11 Por­que aos seus an­jos da­rá or­dem a teu res­pei­to, pa­ra te guar­da­rem em to­dos os teus ca­mi­nhos. 12 Eles te sus­ten­ta­rão nas su­as mãos, pa­ra que não tro­pe­ces com o teu pé em pe­dra.

13 Pi­sa­rás o leão e a co­bra; cal­ca­rás aos pés o fi­lho do leão e a ser­pen­te. 14 Por­quan­to tão en­ca­re­ci­da­men­te me amou, tam­bém eu o li­vra­rei; pô-lo-ei em re­ti­ro al­to, por­que co­nhe­ceu o meu no­me. 15 Ele me in­vo­ca­rá, e eu lhe res­pon­de­rei; es­ta­rei com ele na an­gús­tia; de­la o re­ti­ra­rei, e o glo­ri­fi­ca­rei. 16 Far­tá-lo-ei com lon­gu­ra de di­as, e lhe mos­tra­rei a mi­nha sal­va­ção.

Sal­mo 103 Leia es­se sal­mo pa­ra... ...ven­cer as ad­ver­si­da­des da na­tu­re­za

Ben­di­ze, ó mi­nha al­ma, ao Se­nhor, e tu­do o que há em mim ben­di­ga o seu san­to no­me. 2 Ben­di­ze, ó mi­nha al­ma, ao Se­nhor, e não te es­que­ças de ne­nhum de seus be­ne­fí­ci­os. 3 Ele é o que per­doa to­das as tu­as ini­qui­da­des, que sa­ra to­das as tu­as en­fer­mi­da­des, 4 Que re­di­me a tua vi­da da per­di­ção; que te co­roa de be­nig­ni­da­de e de mi­se­ri­cór­dia, 5 Que far­ta a tua bo­ca de bens, de sor­te que a tua mo­ci­da­de se re­no­va co­mo a da águia. 6 O Se­nhor faz jus­ti­ça e juí­zo a to­dos os opri­mi­dos.

7 Fez co­nhe­ci­dos os seus ca­mi­nhos a Moi­sés, e os seus fei­tos aos fi­lhos de Is­ra­el. 8 Mi­se­ri­cor­di­o­so e pi­e­do­so é o Se­nhor; lon­gâ­ni­mo e gran­de em be­nig­ni­da­de. 9 Não re­pro­va­rá per­pe­tu­a­men­te, nem pa­ra sem­pre re­te­rá a sua ira. 10 Não nos tra­tou se­gun­do os nos­sos pe­ca­dos, nem nos re­com­pen­sou se­gun­do as nos­sas ini­qui­da­des. 11 Pois as­sim co­mo o céu es­tá ele­va­do aci­ma da ter­ra, as­sim é gran­de a sua mi­se­ri­cór­dia pa­ra com os que o te­mem. 12 As­sim co­mo es­tá lon­ge o ori­en­te do oci­den­te, as­sim afas­ta de nós as nos­sas trans­gres­sões. 13 As­sim co­mo um pai se com­pa­de­ce de seus fi­lhos, as­sim o Se­nhor se com­pa­de­ce da­que­les que o te­mem. 14 Pois ele co­nhe­ce a nos­sa es­tru­tu­ra; lem­bra-se de que so­mos pó. 15 Qu­an­to ao ho­mem, os seus di­as são co­mo a er­va, co­mo a flor-do-cam­po as­sim flo­res­ce. 16 Pas­san­do por ela o ven­to, lo­go se vai, e o seu lu­gar não se­rá mais co­nhe­ci­do. 17 Mas a mi­se­ri­cór­dia do Se­nhor é des­de a eter­ni­da­de e até a eter­ni­da­de so­bre aque­les que o te­mem, e a sua jus­ti­ça so­bre os fi­lhos dos fi­lhos;

18 So­bre aque­les que guar­dam a sua ali­an­ça, e so­bre os que se lem­bram dos seus man­da­men­tos pa­ra os cum­prir. 19 O Se­nhor tem es­ta­be­le­ci­do o seu tro­no nos céus, e o seu rei­no do­mi­na so­bre tu­do. 20 Ben­di­zei ao Se­nhor, to­dos os seus an­jos, vós que ex­ce­deis em for­ça, que guar­dais os seus man­da­men­tos, obe­de­cen­do à voz da sua pa­la­vra.

21 Ben­di­zei ao Se­nhor, to­dos os seus exér­ci­tos, vós mi­nis­tros seus, que exe­cu­tais o seu be­ne­plá­ci­to.

22 Ben­di­zei ao Se­nhor, to­das as su­as obras, em to­dos os lu­ga­res do seu do­mí­nio; ben­di­ze, ó mi­nha al­ma, ao Se­nhor.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.