Sal­mos para tudo

Re­ze com fé e con­si­ga aqui­lo que de­se­ja

Salmos & Anjos - - News -

Sal­mo 5

Leia es­se sal­mo para... ...afas­tar ener­gi­as ne­ga­ti­vas do am­bi­en­te fa­mi­li­ar D á ou­vi­dos às mi­nhas pa­la­vras, ó Se­nhor, aten­de à mi­nha me­di­ta­ção. E 2 Aten­de à voz do meu cla­mor, Rei meu e Deus meu, pois a ti ora­rei. E 3 Pe­la ma­nhã ou­vi­rás a mi­nha voz, ó Se­nhor; pe­la ma­nhã apre­sen­ta­rei a ti a mi­nha ora­ção, e vi­gi­a­rei. E 4 Por­que tu não és um Deus que te­nha pra­zer na ini­qui­da­de, nem con­ti­go ha­bi­ta­rá o mal. E 5 Os lou­cos não pa­ra­rão à tua vis­ta; odei­as a to­dos os que pra­ti­cam a mal­da­de.

E 6 Des­trui­rás aque­les que fa­lam a men­ti­ra; o Se­nhor abor­re­ce­rá o ho­mem san­gui­ná­rio e frau­du­len­to. E 7 Po­rém, eu en­tra­rei em tua ca­sa pe­la gran­de­za da tua be­nig­ni­da­de; e em teu te­mor me in­cli­na­rei para o teu san­to tem­plo. E 8 Se­nhor, guia-me na tua jus­ti­ça, por cau­sa dos meus ini­mi­gos; en­di­rei­ta di­an­te de mim o teu ca­mi­nho. E 9 Por­que não há re­ti­dão na bo­ca de­les; as su­as en­tra­nhas são ver­da­dei­ras mal­da­des, a sua gar­gan­ta é um se­pul­cro aber­to; li­son­jei­am com a sua lín­gua. E 10 De­cla­ra-os cul­pa­dos, ó Deus; cai­am por seus pró­pri­os con­se­lhos; lan­ça-os fo­ra por cau­sa da mul­ti­dão de su­as trans­gres­sões, pois se re­be­la­ram con­tra ti. E 11 Po­rém, ale­grem-se to­dos os que con­fi­am em ti; exul­tem eter­na­men­te, por­quan­to tu os de­fen­des; e em ti se glo­ri­em os que amam o teu no­me. E 12 Pois tu, Se­nhor, aben­ço­a­rás ao jus­to; cir­cun­dá-lo-ás da tua be­ne­vo­lên­cia co­mo de um es­cu­do.

Sal­mo 9

Leia es­se sal­mo para... ...man­ter a es­pe­ran­ça E u te lou­va­rei, Se­nhor, com to­do o meu co­ra­ção; con­ta­rei to­das as tu­as ma­ra­vi­lhas. E 2 Em ti me ale­gra­rei e sal­ta­rei de pra­zer; can­ta­rei lou­vo­res ao teu no­me, ó Al­tís­si­mo. E 3 Por­quan­to os meus ini­mi­gos re­tor­na­ram, caí­ram e pe­re­ce­ram di­an­te da tua fa­ce. E 4 Pois tu tens sus­ten-

ta­do o meu di­rei­to e a mi­nha cau­sa; tu te as­sen­tas­te no tri­bu­nal, jul­gan­do jus­ta­men­te; E 5 Re­pre­en­des­te as na­ções, des­truís­te os ím­pi­os; apa­gas­te o seu no­me para sem­pre e eter­na­men­te. E 6 Ó ini­mi­go! Aca­ba­ram-se para sem­pre as as­so­la­ções; e tu ar­ra­sas­te as ci­da­des, e a sua me­mó­ria pe­re­ceu com elas.

E 7 Mas o Se­nhor es­tá as­sen­ta­do per­pe­tu­a­men­te; já pre­pa­rou o seu tri­bu­nal para jul­gar. E 8 Ele mes­mo jul­ga­rá o mun­do com jus­ti­ça; exer­ce­rá juí­zo so­bre po­vos com re­ti­dão.

E 9 O Se­nhor se­rá tam­bém um al­to re­fú­gio para o opri­mi­do; um al­to re­fú­gio em tem­pos de an­gús­tia. E 10 Em ti con­fi­a­rão os que co­nhe­cem o teu no­me; por­que tu, Se­nhor, nun­ca de­sam­pa­ras­te os que te bus­cam.

E 11 Can­tai lou­vo­res ao Se­nhor, que ha­bi­ta em Sião; anun­ci­ai en­tre os po­vos os seus fei­tos. E 12 Pois qu­an­do in­qui­re do der­ra­ma­men­to de san­gue, lem­bra-se de­les: não se es­que­ce do cla­mor dos afli­tos. E 13 Tem mi­se­ri­cór­dia de mim, Se­nhor, olha para a mi­nha afli­ção, cau­sa­da por aque­les que me odei­am; tu que me le­van­tas das por­tas da mor­te;

E 14 Para que eu con­te to­dos os teus lou­vo­res nas por­tas da fi­lha de Sião, e me ale­gre na tua sal­va­ção. E 15 Os gen­ti­os en­ter­ra­ram-se na co­va que fi­ze­ram; na re­de que ocul­ta­ram fi­cou pre­so o seu pé. E 16 O Se­nhor é co­nhe­ci­do pe­lo juí­zo que fez; en­la­ça­do foi o ím­pio nas obras de su­as mãos. (Hi­gai­om; Se­lá)

E 17 Os ím­pi­os se­rão lan­ça­dos no in­fer­no, e to­das as na­ções que se es­que­cem de Deus. E 18 Por­que o ne­ces­si­ta­do não se­rá es­que­ci­do para sem­pre, nem a ex­pec­ta­ção dos po­bres pe­re­ce­rá per­pe­tu­a­men­te. E 19 Le­van­ta-te, Se­nhor; não pre­va­le­ça o ho­mem; se­jam jul­ga­dos os gen­ti­os di­an­te da tua fa­ce. E 20 Põe­os em me­do, Se­nhor, para que sai­bam as na­ções que são for­ma­das por me­ros ho­mens (Se­lá).

Sal­mo 13

Leia es­se sal­mo para... ...for­ta­le­cer a fé, pro­te­ger-se con­tra ani­mais ve­ne­no­sos e pro­ble­mas car­día­cos A té qu­an­do te es­que­ce­rás de mim, Se­nhor? Para sem­pre? Até qu­an­do es­con­de­rás de mim o teu ros­to? E 2 Até qu­an­do con­sul­ta­rei com a mi­nha al­ma, ten­do tris­te­za no meu co­ra­ção ca­da dia? Até qu­an­do se exal­ta­rá so­bre mim o meu ini­mi­go? E 3 Aten­de­me, ou­ve-me, ó Se­nhor, meu Deus; ilu­mi­na os meus olhos para que eu não ador­me­ça na mor­te; E 4 Para que o meu ini­mi­go não di­ga: ‘Pre­va­le­ci con­tra ele’; e os meus ad­ver­sá­ri­os não se ale­grem, vin­do eu a va­ci­lar. E 5 Mas eu con­fio na tua be­nig­ni­da­de; na tua sal­va­ção se ale­gra­rá o meu co­ra­ção. E 6 Can­ta­rei ao Se­nhor, por­quan­to me tem fei­to mui­to bem.

Sal­mo 14

Leia es­se sal­mo para... ...pu­ri­fi­car o co­ra­ção D is­se o nés­cio no seu co­ra­ção ‘Não há Deus. Têm-se cor­rom­pi­do, fa­zem-se abo­mi­ná­veis em su­as obras, não há nin­guém que fa­ça o bem’. E 2 O Se­nhor olhou des­de os Céus para os fi­lhos dos ho­mens, para ver se ha­via al­gum que ti­ves­se en­ten­di­men­to e bus­cas­se a Deus. E 3 Des­vi­a­ram­se to­dos e jun­ta­men­te se fi­ze­ram imun­dos ‘Não há quem fa­ça o bem, não há se­quer um’. E 4 Não te­rão co­nhe­ci­men­to os que pra­ti­cam a ini­qui­da­de, os quais co­mem o meu po­vo, co­mo se co­mes­sem pão, e não in­vo­cam ao Se­nhor? E 5 Ali se acha­ram em gran­de pa­vor, por­que Deus es­tá na ge­ra­ção dos jus­tos.

E 6 Vós en­ver­go­nhais o con­se­lho dos po­bres, por­quan­to o Se­nhor é o seu re­fú­gio. E 7 Ó, se de Sião ti­ve­ra já vin­do a re­den­ção de Is­ra­el! Qu­an­do o Se­nhor fi­zer vol­tar os ca­ti­vos do seu po­vo, se re­go­zi­ja­rá Ja­có e se ale­gra­rá Is­ra­el.

Sal­mo 37

Leia es­se sal­mo para... ...ter pros­pe­ri­da­de no ca­sa­men­to e na ma­ter­ni­da­de N ão te in­dig­nes por cau­sa dos mal­fei­to­res, nem te­nhas in­ve­ja dos que pra­ti­cam a ini­qui­da­de. E 2 Por­que ce­do se­rão cei­fa­dos co­mo a er­va, e mur­cha­rão co­mo a ver­du­ra. E 3 Con­fia no Se­nhor e fa­ze o bem; ha­bi­ta­rás na Ter­ra, e ver­da­dei­ra­men­te se­rás ali­men­ta­do. E 4 De­lei­ta-te tam­bém no Se­nhor, e te con­ce­de­rá os de­se­jos do teu co­ra­ção. E 5 En­tre­ga o teu ca­mi­nho ao Se­nhor; con­fia ne­le, e ele o fa­rá. E 6 E ele fa­rá so­bres­sair a tua jus­ti­ça co­mo a luz, e o teu juí­zo co­mo o meio-dia. E 7 Des­can­sa no Se­nhor, e es­pe­ra ne­le; não te in­dig­nes por cau­sa da­que­le que pros­pe­ra em seu ca­mi­nho, por cau­sa do ho­mem que exe­cu­ta as­tu­tos in­ten­tos. E 8 Dei­xa a ira, e aban­do­na o fu­ror; não te in­dig­nes de for­ma al­gu­ma para fa­zer o mal. E 9 Por­que os mal­fei­to­res se­rão de­sar­rai­ga­dos; mas aque­les que es­pe­ram no Se­nhor her­da­rão a Ter­ra. E 10 Pois ain­da um pou­co, e o ím­pio não exis­ti­rá; olha­rás para o seu lu­gar, e não apa­re­ce­rá.

E 11 Mas os man­sos her­da­rão a Ter­ra, e se de­lei­ta­rão na abun­dân­cia de paz. E 12 O ím­pio ma­qui­na con­tra o jus­to, e con­tra ele ran­ge os den­tes. E 13 O Se­nhor se ri­rá de­le, pois vê que vem che­gan­do o seu dia. E 14 Os ím­pi­os pu­xa­ram da es­pa­da e ar­ma­ram o ar­co, para der­ru­ba­rem o po­bre e ne­ces­si­ta­do, e para ma­ta­rem os de re­ta con­du­ta. E 15 Po­rém a sua es­pa­da lhes en­tra­rá no co­ra­ção, e os seus ar­cos se que­bra­rão. E 16 Va­le mais o pou­co que tem o jus­to, do que as ri­que­zas de mui­tos ím­pi­os.

E 17 Pois os bra­ços dos ím­pi­os se que­bra­rão, mas o Se­nhor sus­tém os jus­tos. E 18 O Se­nhor co­nhe­ce os di­as dos re­tos, e a sua he­ran­ça per­ma­ne­ce­rá para sem­pre. E 19 Não se­rão en­ver­go­nha­dos nos di­as maus, e nos di­as de fo­me se far­ta­rão. E 20 Mas os ím­pi­os pe­re­ce­rão, e os ini­mi­gos do Se­nhor se­rão co­mo a gor­du­ra dos cor­dei­ros; de­sa­pa­re­ce­rão, e em fu­ma­ça se des­fa­rão. E 21 O ím­pio to­ma em­pres­ta­do, e não pa­ga; mas o jus­to se com­pa­de­ce e dá. E 22 Por­que aque­les que Ele aben­çoa her­da­rão a Ter­ra, e aque­les que fo­rem por Ele amal­di­ço­a­dos se­rão de­sar­rai­ga­dos. E 23 Os pas­sos de um ho­mem bom são con­fir­ma­dos pe­lo Se­nhor, e de­lei­ta-se no seu ca­mi­nho. E 24 Ain­da que caia, não fi­ca­rá pros­tra­do, pois o Se­nhor o sus­tém com a sua mão.

E 25 Fui mo­ço, e ago­ra sou ve­lho; mas nun­ca vi de­sam­pa­ra­do o jus­to, nem a sua se­men­te a men­di­gar o pão. E 26 Com­pa­de­ce-se sem­pre, e em­pres­ta, e a sua se­men­te é aben­ço­a­da. E 27 Apar­ta-te do mal e fa­ze o bem; e te­rás mo­ra­da para sem­pre. E 28 Por­que o Se­nhor ama o juí­zo e não de­sam­pa­ra os seus san­tos; eles são pre­ser­va­dos para sem­pre; mas a se­men­te dos ím­pi­os se­rá de­sar­rai­ga­da.

E 29 Os jus­tos her­da­rão a Ter­ra e ha­bi­ta­rão ne­la para sem­pre. E 30 A bo­ca do jus­to fa­la a sa­be­do­ria; a sua lín­gua fa­la do juí­zo. E 31 A lei do seu Deus es­tá em seu co­ra­ção; os seus pas­sos não res­va­la­rão. E 32 O ím­pio es­prei­ta ao jus­to, e pro­cu­ra ma­tá-lo. E 33 O Se­nhor não o dei­xa­rá em su­as mãos, nem o con­de­na­rá qu­an­do for jul­ga­do.

E 34 Es­pe­ra no Se­nhor, e guar­da o seu ca­mi­nho, e te exal­ta­rá para her­da­res a Ter­ra; tu o ve­rás qu­an­do os ím­pi­os fo­rem de­sar­rai­ga­dos.

E 35 Vi o ím­pio com gran­de po­der es­pa­lhar-se co­mo a ár­vo­re ver­de na ter­ra na­tal. E 36 Mas pas­sou e já não apa­re­ce; pro­cu­rei-o, mas não se pô­de en­con­trar. E 37 No­ta o ho­mem sin­ce­ro, e con­si­de­ra o reto, por­que o fim des­se ho­mem é a paz. E 38 Quan­to aos trans­gres­so­res, se­rão a uma des­truí­dos, e as re­lí­qui­as dos ím­pi­os se­rão des­truí­das. E 39 Mas a sal­va­ção dos jus­tos vem do Se­nhor; Ele é a sua for­ta­le­za no tem­po da an­gús­tia. E 40 E o Se­nhor os aju­da­rá e os li­vra­rá; Ele os li­vra­rá dos ím­pi­os e os sal­va­rá, por­quan­to con­fi­am Ne­le.

Sal­mo 41

Leia es­se sal­mo para... ...tra­zer paz ao re­la­ci­o­na­men­to B em-aven­tu­ra­do é aque­le que aten­de ao po­bre; o Se­nhor o li­vra­rá no dia do mal. E 2 O Se­nhor o li­vra­rá, e o con­ser­va­rá em vi­da; se­rá aben­ço­a­do na Ter­ra, e tu não o en­tre­ga­rás à von­ta­de de seus ini­mi­gos. E 3 O Se­nhor o sus­ten-

ta­rá no lei­to da en­fer­mi­da­de; tu o res­tau­ra­rás da sua ca­ma de do­en­ça. E 4 Di­zia eu: Se­nhor, tem pi­e­da­de de mim; sa­ra a mi­nha al­ma, por­que pe­quei con­tra ti. E 5 Os meus ini­mi­gos fa­lam mal de mim, di­zen­do: ‘Qu­an­do mor­re­rá ela, e pe­re­ce­rá o seu no­me?’. E 6 E, se al­gum de­les vem ver-me, fa­la coi­sas vãs; no seu co­ra­ção amon­toa a mal­da­de; sain­do para fo­ra, é dis­so que fa­la. E 7 To­dos os que me odei­am mur­mu­ram a uma con­tra mim; con­tra mim ima­gi­nam o mal, di­zen­do: E 8 Uma do­en­ça má se lhe tem ape­ga­do; e ago­ra que es­tá dei­ta­da, não se le­van­ta­rá mais. E 9 Até a mi­nha pró­pria ami­ga ín­ti­ma, em quem eu tan­to con­fi­a­va, que co­mia do meu pão, le­van­tou con­tra mim o seu cal­ca­nhar. E 10 Po­rém tu, Se­nhor, tem pi­e­da­de de mim, e le­van­ta-me, para que eu lhes dê o pa­go. E 11 Por is­to co­nhe­ço eu que tu me fa­vo­re­ces: que o meu ini­mi­go não triun­fa de mim. E 12 Quan­to a mim, tu me sus­ten­tas na mi­nha sinceridade, e me pu­ses­te di­an­te da tua fa­ce para sem­pre. E 13 Ben­di­to se­ja o Se­nhor Deus de Is­ra­el de sé­cu­lo em sé­cu­lo. Amém e amém.

Sal­mo 101

Leia es­se sal­mo para... ...am­pa­rar as mães que de­se­jam ter fi­lhos C an­ta­rei a mi­se­ri­cór­dia e o juí­zo; a ti, Se­nhor, can­ta­rei. E 2 Por­tar-me- ei com in­te­li­gên­cia no ca­mi­nho reto. Qu­an­do vi­rás a mim? An­da­rei em mi­nha ca­sa com um co­ra­ção sin­ce­ro. E 3 Não po­rei coi­sa má di­an­te dos meus olhos. Odeio a obra da­que­les que se des­vi­am; não se me pe­ga­rá a mim. E 4 Um co­ra­ção per­ver­so se apar­ta­rá de mim; não co­nhe­ce­rei o ho­mem mau. E 5 Aque­le que mur­mu­ra do seu pró­xi­mo às es­con­di­das, eu o des­trui­rei; aque­le que tem olhar al­ti­vo e co­ra­ção so­ber­bo, não su­por­ta­rei. E 6 Os meus olhos es­ta­rão so­bre os fiéis da ter­ra, para que se as­sen­tem co­mi­go; o que an­da num ca­mi­nho reto, es­se me ser­vi­rá. E 7 O que usa de en­ga­no não fi­ca­rá den­tro da mi­nha ca­sa; o que fa­la men­ti­ras não es­ta­rá fir­me pe­ran­te os meus olhos. E 8 Pe­la ma­nhã des­trui­rei to­dos os ím­pi­os da ter­ra, para de­sar­rai­gar da ci­da­de do Se­nhor to­dos os que pra­ti­cam a ini­qui­da­de.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.