DESCANSO, O TREINO DO DIA

Sport Life - - NESTA EDIÇÃO -

Por­que não se de­ve su­bes­ti­mar o day-off nos trei­nos

O mo­ti­vo de tan­to su­ces­so é por se tra­tar de um mé­to­do que mes­cla mo­vi­men­tos do trei­na­men­to mi­li­tar com exer­cí­ci­os fun­ci­o­nais di­nâ­mi­cos e de al­guns es­por­tes olím­pi­cos. O re­sul­ta­do é uma au­la de­sa­fi­a­do­ra e sem mo­no­to­nia, que tra­ba­lha o cor­po to­do de 40 min a 1 h. “O CrossFit atrai alu­nos que bus­cam o ga­nho de mas­sa ma­gra ( hi­per­tro­fia), con­di­ci­o­na­men­to fí­si­co e tam­bém aque­les que que­rem per­da de pe­so, por apre­sen­tar re­sul­ta­dos es­té­ti­cos rá­pi­dos. Além dis­so, a prá­ti­ca ga­ran­te mais saú­de e dis­po­si­ção no dia a dia”, fa­la o pro­fes­sor de edu­ca­ção fí­si­ca e

he­ad co­a­ch Thi­a­go Mar­ti­nez, do CrossFit Dá­di­va, em São Pau­lo (SP). Mas, se por um la­do as au­las sem­pre su­ge­rem no­vos de­sa­fi­os e mui­ta mo­ti­va­ção, por ou­tro, apre­sen­tam gran­des ris­cos de le­sões. Foi is­so o que cons­ta­tou

um es­tu­do pu­bli­ca­do em 2013 pe­la re­vis­ta nor­te- ame­ri­ca­na so­bre trei­na­men­to de for­ça, a Jour­nal of Strength and Con­di­ti­o­ning Re­se­ar­ch.

Se­gun­do os da­dos, dos pra­ti­can­tes de CrossFit pes­qui­sa­dos, 73,5% ti­ve­ram al­gum ti­po de le­são, prin­ci­pal­men­te nos om­bros e na co­lu­na. E 7% de­les fo­ram sub­me­ti­dos a ci­rur­gi­as. Com is­so, a mo­da­li­da­de foi com­pa­ra­da a es­por­tes mais “bru­tos”, co­mo hal­te­ro­fi­lis­mo e rúg­bi.

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