EXER­CÍ­CI­OS

Superguia Enem - Atualidades - - Sumário -

1. TEX­TO I TEX­TO II

"Me­ta­de da no­va equi­pe da Na­sa é com­pos­ta por mu­lhe­res. Até ho­je, cer­ca de 350 as­tro­nau­tas ame­ri­ca­nos já es­ti­ve­ram no es­pa­ço, en­quan­to as mu­lhe­res não che­gam a ser um ter­ço des­se nú­me­ro. Após o anún­cio da tur­ma com­pos­ta 50% por mu­lhe­res, al­guns in­ter­nau­tas es­cre­ve­ram co­men­tá­ri­os ma­chis­tas e des­res­pei­to­sos so­bre a es­co­lha nas re­des so­ci­ais."

A com­pa­ra­ção en­tre o anún­cio pu­bli­ci­tá­rio de 1968 e a re­per­cus­são da no­tí­cia de 2016 mos­tra a

a) eli­ti­za­ção da car­rei­ra ci­en­tí­fi­ca.

b) qua­li­fi­ca­ção da ati­vi­da­de do­més­ti­ca.

c) am­bi­ção de in­dús­tri­as pa­tro­ci­na­do­ras.

d) ma­nu­ten­ção de es­te­reó­ti­pos de gê­ne­ro.

e) equi­pa­ra­ção de pa­péis nas re­la­ções fa­mi­li­a­res.

Con­for­me a aná­li­se do do­cu­men­to car­to­grá­fi­co, a área de con­cen­tra­ção das usi­nas de des­sa­li­ni­za­ção é ex­pli­ca­da pe­lo(a)

a) pi­o­nei­ris­mo tec­no­ló­gi­co.

b) con­di­ção hi­dro­pe­do­ló­gi­ca.

c) es­cas­sez de água po­tá­vel.

d) efei­to das mu­dan­ças cli­má­ti­cas.

e) bus­ca da sus­ten­ta­bi­li­da­de am­bi­en­tal.

(ENEM 2016 – 2ª apli­ca­ção)

3. "O Mo­vi­men­to Ne­gro Uni­fi­ca­do (MNU) dis­tin­gue-se do Te­a­tro Ex­pe­ri­men­tal do Ne­gro (TEN) por sua crí­ti­ca ao dis­cur­so na­ci­o­nal he­gemô­ni­co. Is­to é, en­quan­to o TEN de­fen­de a ple­na in­te­gra­ção sim­bó­li­ca dos ne­gros na iden­ti­da­de na­ci­o­nal “hí­bri­da”, o MNU con­de­na qual­quer ti­po de as­si­mi­la­ção, fa­zen­do do com­ba­te à ide­o­lo­gia da de­mo­cra­cia ra­ci­al uma das su­as prin­ci­pais ban­dei­ras de lu­ta, vis­to que, aos olhos des­se mo­vi­men­to, a igual­da­de for­mal as­se­gu­ra­da pe­la lei en­tre ne­gros e bran­cos e a di­fu­são do mi­to de que a so­ci­e­da­de bra­si­lei­ra não é ra­cis­ta te­ri­am ser­vi­do pa­ra sus­ten­tar, ide­o­lo­gi­ca­men­te, a opres­são ra­ci­al."

No tex­to, são com­pa­ra­das du­as or­ga­ni­za­ções do mo­vi­men­to ne­gro bra­si­lei­ro, criadas em di­fe­ren­tes con­tex­tos his­tó­ri­cos: o TEN, em 1944, e o MNU, em 1978. Ao as­su­mir uma pos­tu­ra di­ver­gen­te da do TEN, o MNU pre­ten­dia

a) pres­si­o­nar o go­ver­no bra­si­lei­ro a de­cre­tar a igual­da­de ra­ci­al.

b) de­nun­ci­ar a permanência do ra­cis­mo nas re­la­ções

so­ci­ais.

Tra­du­ção: “As mu­lhe­res do fu­tu­ro fa­rão da Lua um lu­gar mais lim­po pa­ra se vi­ver'”. Dis­po­ní­vel em: www.pro­pa­gan­dashis­to­ri­cas.com.br. Aces­so em: 16 out. 2015.

Dis­po­ní­vel em: https://ca­tra­ca­li­vre.com.br. Aces­so em: 10 mar. 2016

COS­TA. S. Dois Atlân­ti­cos: te­o­ria so­ci­al an­tir­ra­cis­mo, cos­mo­po­li­tis­mo. Be­lo Ho­ri­zon­te: UFMG, 2006 (adap­ta­do)

c) con­tes­tar a ne­ces­si­da­de da igual­da­de en­tre ne­gros

e bran­cos.

d) de­fen­der a as­si­mi­la­ção do ne­gro por mei­os não

de­mo­crá­ti­cos.

e) di­vul­gar a ideia da mis­ci­ge­na­ção co­mo mar­ca da

na­ci­o­na­li­da­de.

Na ima­gem, o au­tor pro­cu­ra re­pre­sen­tar as di­fe­ren­tes ge­ra­ções de uma fa­mí­lia as­so­ci­a­da a uma no­ção con­sa­gra­da pe­las eli­tes in­te­lec­tu­ais da épo­ca, que era a de

a) de­fe­sa da de­mo­cra­cia ra­ci­al.

b) ide­a­li­za­ção do uni­ver­so ru­ral.

c) cri­se dos va­lo­res re­pu­bli­ca­nos.

d) cons­ta­ta­ção do atra­so ser­ta­ne­jo.

e) em­bran­que­ci­men­to da po­pu­la­ção.

(ESPM 2016)

5. "A eco­no­mia bra­si­lei­ra en­co­lheu 3,8% em 2015 na com­pa­ra­ção com 2014, se­gun­do os da­dos do PIB (Pro­du­to In­ter­no Bru­to) di­vul­ga­dos nes­ta quin­ta-fei­ra (3) pe­lo IBGE (Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Ge­o­gra­fia e Es­ta­tís­ti­ca). Es­sa é a mai­or que­da des­de que a atu­al pes­qui­sa do IBGE co­me­çou a ser fei­ta, em 1996. Se fo­rem con­si­de­ra­dos os da­dos an­te­ri­o­res do PIB, que co­me­çam em 1948, é o pi­or re­sul­ta­do em 25 anos, des­de 1990 (-4,3%), qu­an­do Fer­nan­do Col­lor de Mel­lo as­su­miu o go­ver­no e de­cre­tou o con­fis­co da pou­pan­ça. Em 2014, a eco­no­mia ha­via apre­sen­ta­do le­ve al­ta de 0,1%. Em va­lo­res cor­ren­tes, o PIB de 2015 fi­cou em R$ 5,9 tri­lhões. O PIB per ca­pi­ta fi­cou em R$ 28.876 em 2015, com que­da de 4,6% em re­la­ção ao ano an­te­ri­or."

A ex­ce­ção ao ce­ná­rio pos­to da eco­no­mia bra­si­lei­ra foi o se­tor:

a) Agro­pe­cuá­rio: cres­ci­men­to de 1,8%.

b) Industrial: cres­ci­men­to de 6,2%.

c) Ser­vi­ços: cres­ci­men­to de 2,7%.

d) Co­mér­cio: cres­ci­men­to de 8,9%.

e) Ex­tra­ti­vis­mo mi­ne­ral: 9,7%.

6. A per­so­na­gem po­lí­ti­ca abai­xo es­te­ve em evi­dên­cia em 2016. Seu car­go em Bra­sí­lia é (era):

a) Pre­si­den­te do Se­na­do.

b) Pre­si­den­te da As­sem­bléia Le­gis­la­ti­va.

c) Pre­si­den­te da Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos.

d) Pre­si­den­te do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral.

e) Pre­si­den­te do Con­gres­so Na­ci­o­nal.

7. Es­se gru­po tem cho­ca­do o mun­do com su­as ações es­pe­ta­cu­la­res e re­cen­te­men­te anun­ci­ou a cri­a­ção de um Es­ta­do Is­lâ­mi­co no nor­des­te do país, nas fron­tei­ras com o Cha­de e Ca­ma­rões. Tra­ta-se do (da):

a) Bo­ko Ha­ram

b) al Sha­bab

c) ISIS

d) al Qa­e­da

e) Ta­le­ban

8."

O Rei­no Uni­do de­ve per­ma­ne­cer co­mo mem­bro

BROCOS, R. A re­den­ção de Cam, 1895. Dis­po­ní­vel em: http://mn­ba.gov.br. Aces­so em: 13 jan. 2013. Fon­te: UOL eco­no­mia, 03/03/2016. Dis­po­ní­vel em: http://eco­no­mia.uol.com.br/no­ti­ci­as/re­da­cao/2016/03/03/ pib-2015.htm. Aces­so: 03/03/2016

da União Eu­ro­peia? Es­ta é a per­gun­ta que os bri­tâ­ni­cos de­ve­rão res­pon­der, com um sim ou não, no re­fe­ren­do que se­rá ce­le­bra­do em 2016."

Os 28 paí­ses da União Eu­ro­peia che­ga­ram a um acor­do fir­ma­do em Bru­xe­las, pa­ra aten­der às exi­gên­ci­as do Rei­no Uni­do de mo­do a in­cen­ti­var a sua permanência no blo­co. A Grã-bre­ta­nha te­rá um sta­tus es­pe­ci­al den­tro da União Eu­ro­peia.

O que o go­ver­no do pri­mei­ro-mi­nis­tro bri­tâ­ni­co David Ca­me­ron ob­te­ve com o acor­do foi:

a) au­to­ri­za­ção pa­ra dei­xar a zo­na do eu­ro;

b) am­pli­a­ção de be­ne­fí­ci­os pa­ra fi­lhos de imi­gran­tes

que vi­vem no Rei­no Uni­do;

c) con­tri­bui­ção dos imi­gran­tes re­cém-che­ga­dos du­ran­te

qua­tro anos com a pre­vi­dên­cia bri­tâ­ni­ca, an­tes de ter

aces­so às mes­mas aju­das que os tra­ba­lha­do­res lo­cais;

d) au­to­ri­za­ção pa­ra dei­xar o es­pa­ço Schen­gen, um

tra­ta­do de li­vre cir­cu­la­ção de pes­so­as;

e) o di­rei­to de se man­ter à par­te nos ca­sos das po­lí­ti­cas

re­la­ti­vas à Jus­ti­ça, In­te­ri­or e De­fe­sa.

9. O fenô­me­no car­to­gra­fa­do no ma­pa a se­guir é:

a) Prin­ci­pais cen­tros in­dus­tri­ais nor­te-ame­ri­ca­nos.

b) Ma­pa da imi­gra­ção dos Es­ta­dos Uni­dos.

c) Es­ta­dos in­dus­tri­ais e es­ta­dos agrí­co­las.

d) Ma­pa elei­to­ral de acor­do com os es­ta­dos.

e) As tre­ze colô­ni­as e a ex­pan­são pa­ra o oes­te.

10. "O Con­se­lho de Se­gu­ran­ça das Na­ções Uni­das apro­vou nes­ta quar­ta-fei­ra uma no­va sé­rie de du­ras san­ções con­tra a Co­reia do Nor­te. Es­ta re­so­lu­ção do Con­se­lho, apre­sen­ta­da pe­los Es­ta­dos Uni­dos e ado­ta­da por una­ni­mi­da­de pe­los 15 mem­bros do or­ga­nis­mo, in­clui a Chi­na, úni­co ali­a­do de Pyongyang."

As san­ções con­tra a Co­reia do Nor­te fo­ram ado­ta­das por:

a) ame­a­çar ilhas do Mar do Ja­pão com ma­no­bras na­vais;

b) re­a­li­zar ma­no­bras na­vais em ilhas dis­pu­ta­das com

Taiwan;

c) não per­mi­tir a ins­pe­ção de su­as usi­nas nu­cle­a­res por

es­pe­ci­a­lis­tas da AIEA, agên­cia da ONU pa­ra ener­gia

atô­mi­ca;

d) re­a­li­za­ção de tes­tes nu­cle­a­res e ba­lís­ti­cos;

e) ata­ques con­tra a Co­reia do Sul na re­gião do ar­mis-

tí­cio de Pan­mun­jon.

(ESPM 2017)

11. As pre­vi­sões da ONU pa­ra as pró­xi­mas dé­ca­das in­di­cam a ten­dên­cia de cres­ci­men­to de­mo­grá­fi­co nes­se con­ti­nen­te. Mes­mo que a ta­xa de fe­cun­di­da­de caia, es­tu­dos in­di­cam que é nes­sa área que de­ve­rá ocor­rer a mai­or par­te do cres­ci­men­to da po­pu­la­ção mun­di­al. Es­ti­ma­ti­vas in­di­cam que de­ve­rá su­pe­rar os 4 bi­lhões de ha­bi­tan­tes. Is­so ocor­re­rá na:

a) Chi­na

b) Ín­dia

c) Eu­ro­pa

d) Áfri­ca

e) Amé­ri­ca

12. So­bre as áre­as 1 e 2 des­ta­ca­das em cin­za abai­xo, po­de­mos afir­mar que:

a) a re­la­ção en­tre as du­as uni­da­des é har­mo­ni­o­sa des­de que a Re­pú­bli­ca Po­pu­lar da Chi­na re­co­nhe­ceu a in­de­pen­dên­cia da Re­pú­bli­ca Na­ci­o­na­lis­ta da Chi­na.

b) a re­la­ção é ten­sa des­de que Taiwan ade­riu ao so­ci­a­lis­mo de mer­ca­do.

c) o “sta­tus” de Es­ta­do in­de­pen­den­te ob­ti­do por Taiwan jun­to à ONU pi­o­rou a re­la­ção en­tre os dois re­gi­mes ri­vais.

d) a Re­pú­bli­ca Po­pu­lar da Chi­na não re­co­nhe­ce o “sta­tus” de in­de­pen­dên­cia de Taiwan.

e) am­bos são Es­ta­dos so­be­ra­nos re­co­nhe­ci­dos pe­la ONU, em­bo­ra não ha­ja re­ci­pro­ci­da­de no re­co­nhe­ci­men­to en­tre am­bas as uni­da­des.

Fon­te: www.bra­sil.el­país.com/bra­sil/in­ter­na­ci­o­nal Fon­te: http://no­ti­ci­as.r7.com/in­ter­na­ci­o­nal. Fon­te: www.no­ti­ci­a­su­ol.com.br/ul­ti­mas­no­ti­ci­as/ afp/2016/03/03

13. No do­lo­ro­so pro­ces­so po­lí­ti­co que uma par­ce­la da so­ci­e­da­de bra­si­lei­ra re­co­nhe­ce co­mo im­pe­a­ch­ment, en­quan­to ou­tra de­nun­cia co­mo gol­pe con­tra a ex-pre­si­den­te Dil­ma Rous­seff, a al­ter­na­ti­va que iden­ti­fi­ca cor­re­ta­men­te a(s) per­so­na­gem(ns) en­vol­vi­da(s) é:

a) Ex-pro­cu­ra­dor ge­ral da Re­pú­bli­ca, Jo­sé Edu­ar­do Car­do­so atu­ou co­mo ad­vo­ga­do da ex-pre­si­den­te.

b) Os ju­ris­tas Ja­naí­na Pa­cho­al, Mi­guel Re­a­le Jr. e Hé­lio Bi­cu­do fo­ram os res­pon­sá­veis pe­la ela­bo­ra­ção do pro­ces­so que cul­mi­nou com a cas­sa­ção do man­da­to da pre­si­den­te.

c) O mi­nis­tro do su­pre­mo Ricardo Lewan­dows­ki co­or­de­nou os tra­ba­lhos do pro­ces­so na Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos, uma vez que es­se é o pre­ce­den­te ju­rí­di­co pa­ra cas­sa­ção do che­fe do Exe­cu­ti­vo.

d) O pre­si­den­te Mi­chel Te­mer as­su­miu com a le­gi­ti­mi­da­de de quem fo­ra um dos de­pu­ta­dos fe­de­rais mais bem vo­ta­dos do es­ta­do de São Pau­lo nas úl­ti­mas elei­ções.

e) O se­na­dor pe­lo PSDB e ex-can­di­da­to à pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca Aé­cio Neves foi o ela­bo­ra­dor da ação que cul­mi­nou com a per­da de man­da­to da ex-pre­si­den­te.

14. Tra­tan­do do jul­ga­men­to do im­pe­a­ch­ment de Dil­ma Rous­seff, o co­lu­nis­ta Elio Gas­pa­ri es­cre­veu:

"Co­me­ça ama­nhã o jul­ga­men­to de Dil­ma Rous­seff. Ela se­rá con­de­na­da. Os jul­ga­men­tos que de­ci­dem o des­ti­no dos pre­si­den­tes são po­lí­ti­cos. Qu­an­do Dil­ma en­tre­gar as cha­ves do Pa­lá­cio da Al­vo­ra­da, es­ta­rá en­cer­ran­do um ci­clo de 13 anos de po­der do Par­ti­do dos Tra­ba­lha­do­res. Em 2003, Lu­la ves­tiu a fai­xa e a opo­si­ção foi pa­ra o po­der. Ho­je, nin­guém ha­ve­rá de di­zer o mes­mo, Mi­chel Te­mer era o vi­ce-pre­si­den­te de Dil­ma e seu pri­mei­ro es­ca­lão am­pa­ra-se em fi­gu­ras que sus­ten­ta­ram o go­ver­no pe­tis­ta. O PT foi ape­a­do do go­ver­no e, de uma ma­nei­ra ge­ral, abriu es­pa­ço pa­ra quem nun­ca saiu de­le."

As­si­na­le a al­ter­na­ti­va com o no­me de um mi­nis­tro do go­ver­no in­te­ri­no de Mi­chel Te­mer que con­fir­ma a cons­ta­ta­ção apre­sen­ta­da no tex­to:

a) Alexandre Moraes.

b) Raul Jung­mann.

c) Gil­ber­to Kas­sab.

d) Renan Ca­lhei­ros.

e) Men­don­ça Fi­lho.

15. "Colôm­bia diz “não” ao Acor­do de Paz com as FARC

Em um mun­do de lou­cu­ras sem fron­tei­ras, a Co- lôm­bia es­co­lheu no do­min­go dar um sal­to no va­zio ou ser um exem­plo pa­ra o pla­ne­ta. Ga­nhou a pri­mei­ra op­ção. Com 98,8% dos vo­tos apu­ra­dos, 50,2% dos co­lom­bi­a­nos vo­ta­ram “não” pa­ra re­fe­ren­dar os acor­dos de paz en­tre o Go­ver­no e as FARC, con­tra 49,7% que vo­ta­ram no “sim”. A Colôm­bia en­tra num be­co sem saí­da e en­tra em um lim­bo po­lí­ti­co re­ple­to de in­cer­te­za."

A ma­té­ria fa­la so­bre o ris­co a um acor­do de paz his­tó­ri­co cu­jo me­di­a­dor foi:

a) Bra­sil.

b) Es­ta­dos Uni­dos.

c) União Eu­ro­peia.

d) OEA.

e) Cu­ba.

(FGV – ECO­NO­MIA 2016)

16. "Pa­ris se­rá a se­de, no fi­nal de no­vem­bro de 2015, da COP-21 (Con­fe­rên­cia das Par­tes), em que se bus­ca­rá a cri­a­ção do no­vo acor­do cli­má­ti­co glo­bal pa­ra subs­ti­tuir o Pro­to­co­lo de Kyo­to e li­mi­tar o au­men­to na tem­pe­ra­tu­ra em 2°C até 2100.

Em no­vem­bro de 2014, Es­ta­dos Uni­dos e Chi­na ha­vi­am fe­cha­do acor­do pa­ra re­du­ção das emis­sões, com me­tas va­riá­veis en­tre 2025 e 2050. Os paí­ses emer­gen­tes, no en­tan­to, co­bra­ram me­tas mais am­bi­ci­o­sas e cla­ras.

To­dos os es­for­ços fei­tos até ago­ra pa­ra cri­ar es­bo­ço do no­vo acor­do cli­má­ti­co têm es­bar­ra­do na di­vi­são de dois blo­cos: paí­ses de­sen­vol­vi­dos e em de­sen­vol­vi­men­to. Am­bos ain­da es­tão pre­o­cu­pa­dos com as res­pon­sa­bi­li­da­des que ca­be­rão a ca­da gru­po nas ações pa­ra re­du­zir as emis­sões de ga­ses do efei­to es­tu­fa."

A COP-21, re­a­li­za­da en­tre no­vem­bro e de­zem­bro de 2015, é co­nhe­ci­da co­mo

a) Pro­to­co­lo de Pa­ris.

b) Con­fe­rên­cia do Cli­ma.

c) IPCC (Pai­nel In­ter­go­ver­na­men­tal so­bre Mu­dan­ças Cli­má­ti­cas).

d) Pro­to­co­lo do De­sen­vol­vi­men­to Sus­ten­tá­vel.

e) Ro­da­da Doha.

17. "É gran­de a pre­o­cu­pa­ção com o blo­co tan­to pe­lo imo­bi­lis­mo de su­as re­gras quan­to pe­lo iso­la­men­to em re­la­ção aos acor­dos co­mer­ci­ais. A pa­ra­li­sia do gru­po re­gi­o­nal e as cres­cen­tes me­di­das pro­te­ci­o­nis­tas da Ar­gen­ti­na pre­o­cu­pam o se­tor pri­va­do bra­si­lei­ro, o mai­or pre­ju­di­ca­do por es­sa si­tu­a­ção.

Fon­te: Fo­lha de São Pau­lo; 24/08/2016 Fon­te: El País, 03/10/2016. Fon­te: www.so­ci­o­am­bi­en­tal.org

É pre­vi­sí­vel a con­ti­nu­a­da opo­si­ção da Ar­gen­ti­na e da Ve­ne­zu­e­la à fle­xi­bi­li­za­ção das re­gras do blo­co. É do in­te­res­se bra­si­lei­ro ig­no­rar es­sa opo­si­ção e as­su­mir a li­de­ran­ça nas tra­ta­ti­vas pa­ra re­to­mar os en­ten­di­men­tos com a UE e acei­tar a am­pli­a­ção na ne­go­ci­a­ção ex­ter­na com paí­ses mais de­sen­vol­vi­dos, co­mo o Ca­na­dá e a Co­reia do Sul. A Es­pa­nha de­fen­deu aber­ta­men­te uma op­ção prag­má­ti­ca pa­ra que as con­ver­sa­ções en­tre a União Eu­ro­peia e o blo­co pos­sam avan­çar.

O tex­to re­fe­re-se ao blo­co

a) Mer­co­sul.

b) ALADI.

c) UNASUL.

d) BRICS.

e) FMI.

18. "Um dos mais sé­ri­os pro­ble­mas com o qual a Eu­ro­pa se de­fron­ta ho­je em dia é a ques­tão mi­gra­tó­ria. Não que is­so se­ja no­vi­da­de: ao lon­go de to­do o sé­cu­lo XX, a Eu­ro­pa sem­pre se viu às vol­tas com gru­pos que saíam do con­ti­nen­te, ou pa­ra ele se di­ri­gi­am. Po­rém, atu­al­men­te, a mi­gra­ção se tor­nou uma ques­tão trau­má­ti­ca. O ma­pa a se­guir, in­ti­tu­la­do “Ro­tas de Fu­ga”, mos­tra os ca­mi­nhos que os mi­gran­tes ado­tam."

A par­tir des­se ma­pa, é cor­re­to afir­mar que

a) os imi­gran­tes vêm ex­clu­si­va­men­te da Áfri­ca. b) ape­nas a Áfri­ca Sa­a­ri­a­na é res­pon­sá­vel pe­lo con­tin­gen­te de imi­gran­tes que a Eu­ro­pa re­ce­be. c) o Ori­en­te Mé­dio, a Áfri­ca Sa­a­ri­a­na e a Áfri­ca Sub­sa­a­ri­a­na co­la­bo­ram pa­ra o flu­xo imi­gra­tó­rio. d) os emi­gran­tes ne­gros evi­tam atra­ves­sar o De­ser­to do Sa­a­ra pa­ra che­gar à Eu­ro­pa Me­di­ter­râ­nea. e) o “Chi­fre da Áfri­ca” fi­ca fo­ra da ofer­ta de imi­gran­tes pa­ra a Eu­ro­pa.

19. O país pas­sa por uma gra­ve cri­se econô­mi­ca ca­rac­te­ri­za­da por uma in­fla­ção ga­lo­pan­te, câm­bio des­con­tro­la­do e sé­ri­os pro­ble­mas de de­sa­bas­te­ci­men­to de bens e pro­du­tos bá­si­cos.

As fi­las pas­sa­ram a fa­zer par­te do co­ti­di­a­no do país. Fal­ta de lei­te a fa­ri­nha de mi­lho – ba­se da re­cei­ta da are­pa, um dos prin­ci­pais ali­men­tos da di­e­ta des­se país –, de fral­da des­car­tá­vel a pas­ta de den­te, de ma­te­ri­al es­co­lar a me­di­ca­men­tos.

Há, cer­ta­men­te, mais de uma ra­zão pa­ra ex­pli­car o ín­di­ce de de­sa­bas­te­ci­men­to, que atin­ge 75% dos pro­du­tos mo­ni­to­ra­dos pe­lo go­ver­no, e é qua­se cer­to tam­bém que ele exer­ce­rá uma in­fluên­cia de­ci­si­va nas pró­xi­mas elei­ções parlamentares.

Há con­tro­le ofi­ci­al de pre­ços, ame­a­ça a se­to­res pro­du­ti­vos, fal­ta de in­cen­ti­vo à in­dús­tria, des­con­fi­an­ça do mer­ca­do, au­sên­cia de cré­di­to e uma sé­rie de ques­tões que afe­tam as pro­du­ções de bens e pro­du­tos. Ne­nhum gran­de país pro­du­tor de pe­tró­leo sen­tiu o im­pac­to da for­tís­si­ma que­da das co­ta­ções tan­to quan­to es­se país, on­de o pe­tró­leo res­pon­de por 96% das ex­por­ta­ções.

O tex­to re­tra­ta a si­tu­a­ção crí­ti­ca

a) da Ar­gen­ti­na.

b) do Ira­que.

c) da Lí­bia.

d) do Mé­xi­co.

e) da Ve­ne­zu­e­la.

(Pro­ces­so se­le­ti­vo pa­ra jor­na­lis­ta da TV UNESP - 2017)

20. "O Tri­bu­nal de Jus­ti­ça de São Pau­lo man­te­ve a ab­sol­vi­ção de to­dos os acu­sa­dos pe­lo ocor­ri­do na ca­pi­tal pau­lis­ta, em 2007, que ma­tou se­te pes­so­as. A de­ci­são, por 2 vo­tos a 1, foi to­ma­da nes­ta quin­ta (17.11), em res­pos­ta a re­cur­so da Pro­mo­to­ria, que pe­dia a con­de­na­ção de 12 pes­so­as. Os réus já ha­vi­am si­do ab­sol­vi­dos na pri­mei­ra ins­tân­cia, em maio des­te ano – na oca­sião, 14 fo­ram ino­cen­ta­dos; pa­ra dois de­les, não hou­ve nem re­cur­so do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co pa­ra a re­vi­são da sen­ten­ça em se­gun­da ins­tân­cia."

A Jus­ti­ça ino­cen­tou os acu­sa­dos de

a) mas­sa­cre na re­be­lião dos pre­sos no Ca­ran­di­ru.

b) ma­ni­pu­la­ção de da­dos da con­ta­mi­na­ção do sub­so­lo.

Fon­te: O Es­ta­do de S.pau­lo, Fon­te: 9 jun. 2015. Adap­ta­do O Es­ta­do de S.pau­lo, 23 abr. 2015 Fon­te: Fo­lha-uol, https://goo.gl/wfn7­ni, 17.11.2016. Adap­ta­do

c) res­pon­sa­bi­li­da­de por acidente nas obras da li­nha 4 do Me­trô. d) er­ro mé­di­co em trans­plan­te de ór­gãos no Hos­pi­tal das Clí­ni­cas. e) mé­to­dos vi­o­len­tos na rein­te­gra­ção de pos­se de imó­veis ur­ba­nos.

21. Leia os tre­chos. I.

"Des­de que o pri­mei­ro-mi­nis­tro bri­tâ­ni­co, David Ca­me­ron, con­vo­cou um ple­bis­ci­to, as au­to­ri­da­des do con­ti­nen­te es­ti­ve­ram ocu­pa­das de­mais pa­ra dar a de­vi­da aten­ção ao de­ba­te. O re­sul­ta­do da con­sul­ta po­pu­lar di­vul­ga­do na sex­ta-fei­ra 24.06 mos­trou que o te­mor tal­vez te­nha vin­do tar­de. Com 52% dos vo­tos, os bri­tâ­ni­cos de­ci­di­ram. A ques­tão mo­bi­li­zou tan­to a so­ci­e­da­de que a par­ti­ci­pa­ção dos elei­to­res foi mai­or do que nas úl­ti­mas elei­ções ge­rais."

II. "Con­tra to­dos os prog­nós­ti­cos, a Colôm­bia op­tou pe­lo “não”, nes­te do­min­go (02.10), de acor­do com nú­me­ro ofi­ci­al di­vul­ga­do após a apu­ra­ção de 99,95% dos vo­tos. Com 50,21%, o “não” li­de­ra­va a dis­pu­ta con­tra o “sim” (49,78%), pou­co mais de uma ho­ra de­pois do tér­mi­no des­sa his­tó­ri­ca vo­ta­ção. O ní­vel de par­ti­ci­pa­ção che­gou a 37,43%."

Es­sas con­sul­tas po­pu­la­res de­ci­di­ram, res­pec­ti­va­men­te,

a) pe­la permanência da li­bra co­mo mo­e­da do Rei­no Uni­do e pe­la ma­nu­ten­ção do tex­to cons­ti­tu­ci­o­nal da Colôm­bia.

b) pe­la ex­pul­são dos re­fu­gi­a­dos do Rei­no Uni­do e pe­lo fim da par­ce­ria en­tre a Colôm­bia e os EUA no com­ba­te ao nar­co­trá­fi­co.

c) pe­la au­to­no­mia dos par­la­men­tos re­gi­o­nais do Rei­no Uni­do e pe­la revogação do pla­no de com­ba­te à in­fla­ção na Colôm­bia.

d) pe­la saí­da do Rei­no Uni­do da União Eu­ro­peia e pe­la re­jei­ção do acor­do de paz en­tre o go­ver­no da Colôm­bia e as Farc.

e) pe­la ma­nu­ten­ção da mo­nar­quia par­la­men­tar no Rei­no Uni­do e pe­la proi­bi­ção de re­e­lei­ção pre­si­den­ci­al na Colôm­bia.

22. "A Po­lí­cia Fe­de­ral de­fla­grou ho­je (27.10) a Ope­ra­ção Bo­ca Li­vre S/A, cum­prin­do 29 man­da­dos de bus­ca e apre­en­são em São Pau­lo e no Pa­ra­ná. A ação é um des­do­bra­men­to das in­ves­ti­ga­ções. A po­lí­cia es­ti­ma que os pre­juí­zos te­nham che­ga­do a R$ 25 mi­lhões. Em ju­nho, 14 sus­pei­tos fo­ram pre­sos du­ran­te a Ope­ra­ção Bo­ca Li­vre."

Es­sa ope­ra­ção da Po­lí­cia Fe­de­ral in­ves­ti­ga

a) so­ne­ga­ção de im­pos­tos so­bre a mão de obra em pro­je­tos de in­fra­es­tru­tu­ra con­tra­ta­dos pe­lo Mi­nis­té­rio dos Trans­por­tes.

b) ir­re­gu­la­ri­da­des nos al­va­rás de fun­ci­o­na­men­to de lo­jas e res­tau­ran­tes nos ae­ro­por­tos sob ju­ris­di­ção da In­fra­e­ro.

c) frau­des na con­ces­são de au­xí­lio-do­en­ça e de apo­sen­ta­do­ria por in­va­li­dez por fun­ci­o­ná­ri­os do Mi­nis­té­rio da Pre­vi­dên­cia.

d) eva­são de di­vi­sas pro­ve­ni­en­tes da ne­go­ci­a­ção de pas­ses de jo­ga­do­res por in­ter­mé­dio do Mi­nis­té­rio dos Es­por­tes.

e) des­vio de re­cur­sos de pro­je­tos cul­tu­rais apro­va­dos no Mi­nis­té­rio da Cul­tu­ra com in­cen­ti­vos fis­cais da Lei Rou­a­net.

23. "Os qua­tro paí­ses fun­da­do­res do Mer­co­sul – Bra­sil, Ar­gen­ti­na, Pa­ra­guai e Uru­guai – che­ga­ram a um acor­do, nes­ta ter­ça-fei­ra (13.09), que im­pe­de a Ve­ne­zu­e­la de as­su­mir a pre­si­dên­cia do blo­co. O gru­po de­ci­diu que con­du­zi­rá de for­ma con­jun­ta a li­de­ran­ça do or­ga­nis­mo sul-ame­ri­ca­no."

Is­so ocor­reu por­que a Ve­ne­zu­e­la

a) abs­te­ve-se de vo­tar as no­vas ta­ri­fas do se­tor de in­for­má­ti­ca, em re­pre­sá­lia à re­no­va­ção do acor­do en­tre Bra­sil e Ar­gen­ti­na.

b) não ha­via ain­da cum­pri­do to­dos os acor­dos e nor­mas es­ta­be­le­ci­dos no seu pro­to­co­lo de ade­são ao blo­co.

c) des­con­si­de­rou o re­sul­ta­do do re­fe­ren­do re­vo­ga­tó­rio, em opo­si­ção à po­lí­ti­ca de di­rei­tos hu­ma­nos vi­gen­te no blo­co.

d) não acei­tou as crí­ti­cas do blo­co a seu mo­de­lo econô­mi­co li­be­ral, cau­sa­dor de cri­se de­vi­do à al­ta dos pre­ços do pe­tró­leo.

e) re­cu­sou-se a apoi­ar a vol­ta do Pa­ra­guai ao blo­co, sus­pen­so em fun­ção do im­pe­a­ch­ment de seu pre­si­den­te.

24. O es­cri­tor, po­e­ta e te­a­tró­lo­go mor­reu na ma­nhã des­te do­min­go, 04.12. Um dos mais im­por­tan­tes au­to­res da his­tó­ria da li­te­ra­tu­ra bra­si­lei­ra, pas­sou por vá­ri­os cam­pos da ex­pres­são poé­ti­ca, li­te­rá­ria e crí­ti­ca, qua­se sem­pre com um for­te tom po­lí­ti­co. Era mem­bro da Aca­de­mia Bra­si­lei­ra de Le­tras des­de 2014 – de­pois de anos di­zen­do que es­ta hon­ra­ria ele não acei­ta­ria.

Fon­te: Fon­te: Is­toé, Is­toé, https://goo.gl/vjoz­ze, 24.06.2016. Adap­ta­do https://goo.gl/zau­aty, 02.10.2016. Adap­ta­do Fon­te: EBC, https://goo.gl/tfu­e­de, 27.10. 2016. Adap­ta­do Fon­te: G1, https://goo.gl/p95vpv, 14.09.2016. Adap­ta­do Fon­te: O Es­ta­do de S. Pau­lo, https://goo.gl/nj­ruxl, 04.12.2016. Adap­ta­do

Tra­ta-se de

a) Ari­a­no Suassuna.

b) Fer­rei­ra Gul­lar.

c) João Ubal­do Ri­bei­ro.

d) Mo­acyr Scli­ar.

e) Sá­ba­to Ma­gal­di.

25. "O nú­me­ro de es­co­las e cam­pi de ins­ti­tu­tos fe­de­rais de edu­ca­ção e uni­ver­si­da­des ocu­pa­dos por es­tu­dan­tes su­biu ho­je (14.10) pa­ra 407, se­gun­do da­dos da União Bra­si­lei­ra dos Es­tu­dan­tes Se­cun­da­ris­tas (Ubes). Do to­tal de uni­da­des ocu­pa­das, a mai­o­ria es­tá no Pa­ra­ná."

Es­sas ocu­pa­ções es­tão re­la­ci­o­na­das

a) às pro­pos­tas de re­for­ma do en­si­no mé­dio, apre­sen­ta­da pe­lo go­ver­no fe­de­ral em se­tem­bro de 2016 por meio de me­di­da pro­vi­só­ria, e de re­du­ção dos in­ves­ti­men­tos em edu­ca­ção e saú­de, pa­ra a con­ten­ção dos gas­tos pú­bli­cos.

b) ao re­ma­ne­ja­men­to de alu­nos da re­de pú­bli­ca es­ta­du­al de­vi­do à ex­tin­ção de uni­da­des es­co­la­res, pre­vis­to pa­ra 2017, e ao es­ta­be­le­ci­men­to da ba­se na­ci­o­nal cur­ri­cu­lar co­mum, sem pré­via con­sul­ta po­pu­lar.

c) à im­po­si­ção de re­gras fe­de­rais pa­ra o en­si­no fun­da­men­tal em pe­río­do in­te­gral na re­de es­ta­du­al e ao des­vio de ver­bas es­ta­du­ais da me­ren­da es­co­lar, de­nun­ci­a­do em ju­lho de 2016 por em­pre­sas en­vol­vi­das na li­ci­ta­ção.

d) ao fim dos in­ves­ti­men­tos fe­de­rais no Si­su e no Ci­ên­cia Sem Fron­tei­ras, de­ter­mi­na­do pe­lo go­ver­no de Mi­chel Te­mer, e ao pro­gra­ma de uni­fi­ca­ção dos en­si­nos fun­da­men­tal e mé­dio de­fi­ni­do pe­lo mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção.

e) ao pro­je­to de lei que in­clui o pro­gra­ma Es­co­la Sem Par­ti­do nas di­re­tri­zes e ba­ses da edu­ca­ção pú­bli­ca fe­de­ral a par­tir de 2018 e ao adi­a­men­to das in­ves­ti­ga­ções do Con­gres­so so­bre o su­per­fa­tu­ra­men­to na com­pra de ma­te­ri­al.

26. "A Or­ga­ni­za­ção Mun­di­al do Co­mér­cio (OMC) con­de­na a po­lí­ti­ca industrial bra­si­lei­ra e exi­ge que po­lí­ti­cas de in­cen­ti­vos fis­cais e re­du­ção de IPI (Im­pos­to So­bre Pro­du­tos In­dus­tri­a­li­za­dos) ado­ta­dos ain­da pe­lo go­ver­no de Dil­ma Rous­seff se­jam aban­do­na­das, pe­lo me­nos da for­ma que são apli­ca­das. O go­ver­no bra­si­lei­ro po­de­rá re­cor­rer da de­ci­são, que é um dos mai­o­res gol­pes já so­fri­dos pe­lo Bra­sil no or­ga­nis­mo in­ter­na­ci­o­nal.

A OMC con­de­nou os in­cen­ti­vos fis­cais do go­ver­no bra­si­lei­ro a al­guns se­to­res, tais co­mo:

a) au­to­mó­veis e te­le­co­mu­ni­ca­ções.

b) cons­tru­ção ci­vil e fer­ti­li­zan­tes.

c) ele­tro­do­més­ti­cos e me­di­ca­men­tos.

d) mó­veis e cal­ça­dos es­por­ti­vos.

e) te­ce­la­gem e avi­a­ção co­mer­ci­al.

27. En­tre as polêmicas pro­pos­tas de cam­pa­nha de Do­nald Trump, vi­to­ri­o­so na elei­ção pre­si­den­ci­al nor­te-ame­ri­ca­na, é cor­re­to iden­ti­fi­car

a) a cons­tru­ção de mu­ro na fron­tei­ra com o Ca­na­dá e o Mé­xi­co pa­ra aca­bar com o Naf­ta.

b) o rom­pi­men­to de re­la­ções di­plo­má­ti­cas com a Rús­sia, ini­ci­an­do no­va Gu­er­ra Fria.

c) a ame­a­ça de des­res­pei­tar as me­tas de emis­são es­ta­be­le­ci­das no Acor­do de Pa­ris.

d) o au­men­to dos im­pos­tos dos mais ri­cos e dos be­ne­fí­ci­os no sis­te­ma de saú­de pú­bli­ca.

e) a pro­mes­sa de for­ta­le­cer os la­ços co­mer­ci­ais com a Chi­na, e os mi­li­ta­res com a Otan.

28. A Rús­sia re­ti­rou nes­ta quar­ta-fei­ra (16.11) sua as­si­na­tu­ra do tex­to que dá ba­se ao Tri­bu­nal Pe­nal In­ter­na­ci­o­nal (TPI), res­pon­sá­vel por jul­gar acu­sa­ções co­mo ge­no­cí­dio e cri­mes con­tra a hu­ma­ni­da­de. O ges­to é sim­bó­li­co, pois o país nun­ca ha­via ra­ti­fi­ca­do o tra­ta­do, as­si­na­do em 2000, não es­tan­do por­tan­to su­jei­to à ju­ris­di­ção des­se tri­bu­nal. Mas a de­ci­são de Vla­di­mir Pu­tin, pre­si­den­te rus­so, de­ve cau­sar ain­da mais atri­to às su­as re­la­ções com os EUA e a União Eu­ro­peia.

Uma das de­nún­ci­as que en­vol­vem a Rús­sia no TPI re­fe­re-se

a) a cri­mes de gu­er­ra no Afe­ga­nis­tão.

b) ao ex­ter­mí­nio de ci­ga­nos e mu­çul­ma­nos no país.

c) à ane­xa­ção da Ucrâ­nia e da Polô­nia.

d) a per­se­gui­ções ét­ni­cas em paí­ses da Áfri­ca.

e) a bom­bar­dei­os a ci­vis na gu­er­ra ci­vil da Sí­ria.

29. "No des­pa­cho que de­ter­mi­nou a pri­são pre­ven­ti­va do ex-go­ver­na­dor, o juiz Ser­gio Mo­ro ci­tou a 'ruí­na das con­tas pú­bli­cas' do es­ta­do co­mo ar­gu­men­to pa­ra o en­car­ce­ra­men­to do pe­e­me­de­bis­ta. De acor­do com o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Fe­de­ral, o es­que­ma de li­ci­ta­ções frau­da­das te­ria atin­gi­do 'pra­ti­ca­men­te to­das as gran­des obras pú­bli­cas de cons­tru­ção ci­vil re­a­li­za­das pe­lo en­te pú­bli­co."

A no­tí­cia re­fe­re-se ao es­ta­do

a) de Goiás.

b) do Ma­ra­nhão.

c) de Per­nam­bu­co.

Fon­te: Re­de Bra­sil Atu­al, https://goo.gl/ch754p, 14.10.2016. Adap­ta­do Fon­te: O Es­ta­do de S. Pau­lo, https://goo.gl/y16hyb, 11.11.2016. Adap­ta­do Fon­te: Fo­lha-uol, https://goo.gl/oegscn, 16.11. 2016. Adap­ta­do Fon­te: Exa­me, https://goo.gl/rrjwdh, 17.11.2016. Adap­ta­do

d) do Rio de Ja­nei­ro.

e) de San­ta Ca­ta­ri­na.

(FUVEST 2017)

30. "Ca­da vez mais pes­so­as fo­gem da gu­er­ra, do ter­ror e da mi­sé­ria econô­mi­ca que as­so­lam al­gu­mas na­ções do Ori­en­te Mé­dio e da Áfri­ca. Elas ar­ris­cam su­as vi­das pa­ra che­gar à Eu­ro­pa. Se­gun­do es­ti­ma­ti­vas da Agên­cia da ONU pa­ra Re­fu­gi­a­dos, até no­vem­bro de 2015, mais de 850 mil re­fu­gi­a­dos e imi­gran­tes ha­vi­am che­ga­do por mar à Eu­ro­pa na­que­le ano."

So­bre a ques­tão dos re­fu­gi­a­dos, no fi­nal de 2015, con­si­de­re as três afir­ma­ções se­guin­tes:

I. A cri­a­ção de fron­tei­ras po­lí­ti­cas no con­ti­nen­te afri­ca­no, re­sul­tan­tes da par­ti­lha co­lo­ni­al, in­cre­men­tou os con­fli­tos ét­ni­cos, cor­ro­bo­ran­do o ele­va­do nú­me­ro de re­fu­gi­a­dos, co­mo nos ca­sos do Su­dão e Su­dão do Sul.

II. Além das mor­tes em con­fli­to ar­ma­do, da in­ten­si­fi­ca­ção da po­bre­za e da in­se­gu­ran­ça ali­men­tar, a gu­er­ra ci­vil na Sí­ria le­vou um con­tin­gen­te ex­pres­si­vo de re­fu­gi­a­dos pa­ra a Eu­ro­pa.

III. A po­lí­ti­ca do apartheid te­ve gran­de in­fluên­cia na Nigéria, país de ori­gem do mai­or nú­me­ro de re­fu­gi­a­dos do con­ti­nen­te afri­ca­no, em de­cor­rên­cia des­se mo­vi­men­to se­pa­ra­tis­ta.

Es­tá cor­re­to o que se afir­ma em

a) I, ape­nas.

b) I e II, ape­nas.

c) III, ape­nas.

d) II e III, ape­nas.

e) I, II e III.

(UNESP 2017)

31. A Pe­ga­da Hí­dri­ca é uma fer­ra­men­ta de ges­tão de re­cur­sos hí­dri­cos que in­di­ca o con­su­mo de água do­ce com ba­se em seus usos di­re­to e in­di­re­to. “Pre­ci­sa­mos des­cons­truir a per­cep­ção de que a água vem ape­nas da tor­nei­ra [um uso di­re­to] e que sim­ples­men­te con­ser­tar um pe­que­no va­za­men­to é o bas­tan­te pa­ra as­su­mir uma ati­tu­de sus­ten­tá­vel”, res­sal­ta Al­ba­no Arau­jo, co­or­de­na­dor da Es­tra­té­gia de Água Do­ce da Na­tu­re Con­ser­vancy.

Con­si­de­ran­do o ex­cer­to e os co­nhe­ci­men­tos acer­ca do con­su­mo de água no pla­ne­ta, é cor­re­to afir­mar que o uso in­di­re­to de água do­ce cor­res­pon­de

a) à co­mer­ci­a­li­za­ção de água sob a for­ma de pro­du­to fi­nal.

b) ao em­pre­go de água ex­traí­da de re­ser­vas sub­ter­râ­ne­as pa­ra o abas­te­ci­men­to pú­bli­co.

c) à quan­ti­da­de de água uti­li­za­da pa­ra a fa­bri­ca­ção de bens de con­su­mo.

d) ao apro­vei­ta­men­to do­més­ti­co da água re­sul­tan­te de pro­ces­sos de des­po­lui­ção.

e) à dis­tri­bui­ção de água oriun­da de re­pre­sas dis­tan­tes do con­su­mi­dor fi­nal.

32. "Em maio des­te ano, a di­vul­ga­ção do ví­deo de uma mo­ça de­sa­cor­da­da, ví­ti­ma de um es­tu­pro co­le­ti­vo, pro­vo­cou gran­de in­dig­na­ção na po­pu­la­ção. Num pri­mei­ro mo­men­to, pre­va­le­ceu a re­vol­ta di­an­te da bar­bá­rie e a per­cep­ção de que o ma­chis­mo, ba­se da cha­ma­da 'cul­tu­ra do es­tu­pro', per­sis­te na so­ci­e­da­de. Pas­sa­do o pri­mei­ro mo­men­to, as opi­niões di­ver­gen­tes co­me­ça­ram a sur­gir. En­tre os que não ve­em o ma­chis­mo co­mo pro­pul­sor de cri­mes des­se ti­po es­tão aque­les (e aque­las!) que con­si­de­ra­ram os au­to­res do ato uns “mons­tros”, o que faz do epi­só­dio um ca­so iso­la­do, per­pe­tra­do por pes­so­as más. Hou­ve quem ana­li­sas­se o fa­to do pon­to de vis­ta da psi­co­lo­gia, su­ge­rin­do que, num es­tu­pro co­le­ti­vo, o que im­por­ta é o gru­po, não a mu­lher (co­mo ocor­re nos tro­tes con­tra ca­lou­ros e na agres­são en­tre tor­ci­das de fu­te­bol). Mais uma vez, te­mos uma re­fle­xão que se pro­põe ex­pli­car os fa­tos à luz do in­di­ví­duo e seu psi­quis­mo. Ou­tros des­lo­cam o pro­ble­ma pa­ra as clas­ses so­ci­ais me­nos fa­vo­re­ci­das. São os que cos­tu­mam fi­car hor­ro­ri­za­dos com a exis­tên­cia de fa­ve­las, am­bi­en­tes on­de me­ni­nas dan­çam com pou­ca rou­pa ao som das le­tras ma­chis­tas do funk."

Con­si­de­ran­do o con­jun­to dos ar­gu­men­tos mo­bi­li­za­dos no tex­to pa­ra ex­pli­car a vi­o­lên­cia con­tra a mu­lher na so­ci­e­da­de atu­al, é cor­re­to afir­mar que

a) a “cul­tu­ra do es­tu­pro” é um con­cei­to edu­ca­ci­o­nal re­la­ci­o­na­do so­bre­tu­do com o bai­xo ní­vel de es­co­la­ri­za­ção da po­pu­la­ção.

b) as ori­gens e res­pon­sa­bi­li­da­des por tais acon­te­ci­men­tos de­vem ser atri­buí­das tan­to aos agen­tes quan­to às ví­ti­mas da agres­são.

c) a “cul­tu­ra do es­tu­pro” é um con­cei­to ci­en­tí­fi­co, re­la­ci­o­na­do com des­vi­os com­por­ta­men­tais de na­tu­re­za psi­quiá­tri­ca.

d) os epi­só­di­os de bar­bá­rie so­ci­al são pro­vo­ca­dos ex­clu­si­va­men­te pe­las de­si­gual­da­des ma­te­ri­ais ge­ra­das pe­lo ca­pi­ta­lis­mo.

e) a abor­da­gem opõe um en­fo­que an­tro­po­ló­gi­co, ba­se­a­do em ques­tões de gê­ne­ro, a ar­gu­men­tos de

Fon­te: O Es­ta­do de S. Pau­lo, 29/11/2015. Adap­ta­do. Fon­te: www.wwf.org.br. Adap­ta­do. Fon­te: Thaís Ni­co­le­ti. Dis­cur­sos em tor­no da `cul­tu­ra do es­tu­pro. www.uol.com.br, 09.06.2016. Adap­ta­do.

na­tu­re­za mo­ral, psi­co­ló­gi­ca e so­ci­al.

(UDESC 2015)

33. Epi­só­di­os re­cen­tes de ra­cis­mo, ho­mo­fo­bia e xe­no­fo­bia têm co­lo­ca­do em dis­cus­são pro­ble­mas gra­ves e pou­co de­ba­ti­dos na so­ci­e­da­de. Ana­li­se as pro­po­si­ções so­bre tais ques­tões, e as­si­na­le (V) pa­ra ver­da­dei­ra e (F) pa­ra fal­sa.

( ) No sé­cu­lo XIX, o sur­gi­men­to de um “ra­cis­mo ci­en­tí­fi­co”, con­jun­to de te­o­ri­as ra­cis­tas am­pa­ra­das em tra­ba­lhos ci­en­tí­fi­cos, jus­ti­fi­cou e tor­nou pos­sí­vel ações ci­vi­li­za­tó­ri­as e co­lo­ni­a­lis­tas de paí­ses eu­ro­peus, es­pe­ci­al­men­te so­bre ter­ri­tó­ri­os da Áfri­ca.

( ) No Bra­sil, a exis­tên­cia de leis, co­mo a que es­ta­be­le­ce a po­lí­ti­ca de co­tas pa­ra es­tu­dan­tes ne­gros e in­dí­ge­nas e a lei que tor­nou obri­ga­tó­rio o en­si­no da His­tó­ria e Cul­tu­ra Afro­bra­si­lei­ra e In­dí­ge­na têm ge­ra­do im­pac­tos po­si­ti­vos pa­ra tais po­pu­la­ções e pa­ra o país, de for­ma ge­ral, pois am­pli­am as opor­tu­ni­da­des pa­ra es­tes po­vos e fa­zem co­nhe­cer sua con­tri­bui­ção cul­tu­ral.

( ) Na Eu­ro­pa, o pre­con­cei­to tem si­do in­ten­si­fi­ca­do por con­ta da en­tra­da de imi­gran­tes ile­gais que bus­cam em­pre­go e, por­tan­to, ri­va­li­zam com a po­pu­la­ção lo­cal no mer­ca­do de tra­ba­lho. Al­guns paí­ses têm to­ma­do me­di­das se­ve­ras pa­ra con­ter a en­tra­da des­ses imi­gran­tes.

( ) Ca­sos de ho­mo­fo­bia e ra­cis­mo, no Bra­sil, es­tão re­la­ci­o­na­dos à ine­xis­tên­cia de uma le­gis­la­ção que cri­mi­na­li­ze tais ati­tu­des.

As­si­na­le a al­ter­na­ti­va que con­tém a sequên­cia cor­re­ta, de ci­ma pa­ra bai­xo.

a) V – F – F – V b) V – V – V – F c) V – V – F – F d) F – F – V – V e) F – V – V – F

Com ba­se nos da­dos apre­sen­ta­dos aci­ma, as­si­na­le a al­ter­na­ti­va cor­re­ta.

a) A mai­or par­te dos ho­mo­fó­bi­cos é do se­xo mas­cu­li­no, jo­vem, bran­co e des­co­nhe­ci­do da ví­ti­ma.

b) Os da­dos apon­tam a cor­re­la­ção en­tre ho­mo­fo­bia, fai­xa etá­ria e ques­tões ra­ci­ais.

c) Os ca­sos de ho­mo­fo­bia são pre­do­mi­nan­te­men­te vin­cu­la­dos ao ti­po de vi­da dos pró­pri­os ho­mos­se­xu­ais, uma vez que se re­la­ci­o­nam com pes­so­as con­ta­ta­das em chats ou em lo­cais de pou­ca se­gu­ran­ça, co­mo par­ques e bo­a­tes gays.

d) A mai­or par­te dos sus­pei­tos pre­fe­re não in­for­mar sua ori­en­ta­ção se­xu­al, o que tam­bém se apli­ca ao per­fil das ví­ti­mas.

e) Em­bo­ra por­cen­ta­gem con­si­de­rá­vel de mu­lhe­res te­nham si­do ví­ti­mas de vi­o­lên­cia, não se cons­ta­ta ín­di­ce re­le­van­te de mu­lhe­res sus­pei­tas de ho­mo­fo­bia.

Fon­te: http://blog.new­ton­pai­va.br/pos/edu­ca­cao-sem-ho­mo­fo­bia-um-olhar-pa­ra-a-di­ver­si­da­de/. Aces­sa­do em: 30/03/2015.

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