Além do bei­jo

Saí­mos do bo­ca abo­ca e fo­mos atrás das cu­ri­o­si­da­des pa­ra vo­cê vi­ra­ru ma bei­jo­quei­ra com mui­ta­pro­pri­e­da­de!

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Fo­mos além do bo­ca a bo­ca e re­ve­la­mos vá­ri­as cu­ri­o­si­da­des.

Tra­go ver­da­des: se vo­cê não gos­ta de bei­jar, é por­que ain­da não bei­jou (ou ain­da não te­ve O bei­jo). É que es­ta tro­ca de ca­ri­nho (sa­li­va e ou­tras coi­sas) traz mui­tas sen­sa­ções bo­as pra gen­te. Mas um bei­jo não é fei­to só de bo­ca na bo­ca e lín­guas em con­ta­to. Nós trou­xe­mos al­gu­mas cu­ri­o­si­da­des – além de umas di­qui­nhas, sem­pre bem-vin­das!

Faz tempo!

Bei­jo não é coi­sa no­va, não. O ato de jo­gar bei­jos já exis­tia há três mil anos an­tes de Cris­to e era usa­do pe­los ado­ra­do­res que ati­ra­vam bei­jos aos seus deu­ses.

Bei­jan­do to­do mun­do

En­quan­to vo­cê fo­ge de cum­pri­men­tar aque­la co­nhe­ci­da na rua com um ace­no de mão, na Ro­ma an­ti­ga, a ga­le­ra cum­pri­men­ta­va com bei­jo mes­mo. Is­so ser­via pa­ra ami­gos, fa­mí­lia, es­tran­gei­ros e até ven­de­do­res de por­ta em por­ta. Ei­ta!

Qu­e­ee?

Exis­te uma te­o­ria que diz que a ne­ces­si­da­de de bei­jar é uma lem­bran­ça do tempo em que ma­má­va­mos. Po­de pa­re­cer es­tra­nho, mas, se­gun­do a te­o­ria, na­que­la épo­ca eram os lá­bi­os que for­ne­ci­am a mais es­sen­ci­al for­ma de co­mu­ni­ca­ção. Ou se­ja, o bei­jo traz re­cor­da­ções bem agra­dá­veis.

“Bei­jar ema­gre­ce?“

É cla­ro que vo­cê não vai con­se­guir per­der um tan­tão de pe­so com o bei­jo, mas vo­cê per­de até três ca­lo­ri­as a ca­da bei­jo­ca apai­xo­na­da.

LÁ­bi­os vs. De­dos

Sa­bia que os lá­bi­os são cen­te­nas de ve­zes mais sen­sí­veis que a pon­ta dos de­dos?

Tro­ca in­ten­sa de bactÉ­ri­as

O Bal­ti­mo­re Col­le­ge Study des­co­briu, lá em 1950, que 278 colô­ni­as de bacté­ri­as são tro­ca­das du­ran­te um bei­jo. Por sor­te, mais de 95% de­las são ino­fen­si­vas. Ufa!

Bei­jan­do in­fi­ni­to

Um ca­sal in­glês le­vou bem a sé­rio es­sa ex­pres­são. Em 2005, eles se bei­ja­ram por 31 horas, 30 mi­nu­tos e 30 se­gun­dos. Foi o bei­jo mais lon­go já re­gis­tra­do.

"Bei­jo É do­en­Ça?"

Sim, sim, mi­ga! A do­en­ça do bei­jo, tam­bém cha­ma­da de fe­bre glan­du­lar ou mo­no­nu­cle­o­se, tem es­te no­me po­pu­lar po­de ser trans­mi­ti­da atra­vés do bei­jo. En­tão, va­le ter cui­da­do ao sair bei­jan­do bo­qui­nhas por aí, viu?

Bei­jo É tra­diÇÃo

Vo­cê já de­ve ter no­ta­do que as ce­rimô­ni­as de ca­sa­men­tos ter­mi­nam com um bei­jo. O mo­ti­vo? Na Ro­ma an­ti­ga, o bei­jo era usa­do co­mo as­si­na­tu­ra de con­tra­to.

Vi­re À di­rei­ta

Sa­bia que dois ter­ços das pes­so­as in­cli­nam a ca­be­ça pa­ra a di­rei­ta du­ran­te o bei­jo? Es­tu­di­o­sos afir­mam que es­se ti­po de pre­fe­rên­cia vem do úte­ro.

NÃo É ex­clu­si­vo

Se vo­cê acha que só nós, se­res hu­ma­nos, bei­ja­mos, es­tá en­ga­na­da. O bei­jo tam­bém acon­te­ce en­tre ou­tras es­pé­ci­es, co­mo o ca­va­lo e a égua, du­ran­te a cor­te e os chim­pan­zés, que têm o bei­jo bem pa­re­ci­do com o nos­so.

MÚs­cu­los, ati­var

O bei­jo de lín­gua – tam­bém co­nhe­ci­do co­mo bei­jo fran­cês –, en­vol­ve to­dos os mús­cu­los do ros­to (34, ao to­do). Já o se­li­nho, ape­nas dois mús­cu­los.

Bei­jo = ca­sa­men­to

Ei­ta, mi­ga! Du­ran­te a Ida­de Mé­dia, na Itá­lia, se um boy fos­se vis­to bei­jan­do uma girl em pú­bli­co, eles eram obri­ga­dos a se ca­sar. Já pen­sou que tre­ta?!

Faz bem pa­ra os den­tes

E não é brinks, não. Qu­an­do bei­ja­mos, o flu­xo de sa­li­va au­men­ta, dan­do aos den­tes um ba­nho de dis­per­são de pla­cas.

Tem que ter von­ta­de

É im­por­tan­te lem­brar que um bei­jo só é bom se en­vol­ver von­ta­de das du­as par­tes. Se for rou­ba­do ou for­ça­do, é con­si­de­ra­do um ato de vi­o­lên­cia, as­sim co­mo o es­tu­pro. Por is­so, mi­ga, é im­por­tan­te ser sem­pre cla­ra quanto às su­as von­ta­des e, se o ca­ri­nha ou mi­na não en­ten­der o seu “não”, pe­ça aju­da, ok?

• Tex­to: Bru­na Fer­rei­ra• De­sign: Pé­ro­la Stein

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