S. LOU­REN­ÇO DO DOU­RO FO­RA DA DIS­PU­TA DA TA­ÇA

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ARC S. LOU­REN­ÇO DO DOU­RO, 1 - RIO DE MINHOS, 2 O ARC S. Lou­ren­ço do Dou­ro fez a sua es­treia na Ta­ça da As­so­ci­a­ção a jo­gar em ca­sa con­tra o Rio de Moi­nhos, nu­ma par­ti­da em que che­gou a es­tar a ven­cer, mas de­pois per­mi­tiu a re­cu­pe­ra­ção da equi­pa vi­si­tan­te. Re­cu­pe­ra­ção que ini­ci­ou “com o go­lo do em­pa­te aos 45 mi­nu­tos e de­pois, na se­gun­da par­te, com no­vo go­lo aos 47 mi­nu­tos”, la­men­tou Sal­va­dor Ro­cha. O téc­ni­co do S. Lou­ren­ço do Dou­ro apon­tou o fac­to de ter uma equi­pa mui­to jo­vem e, que por is­so, vão “ter mui­to tra­ba­lho pe­la fren­te, jo­go a jo­go e trei­no a trei­no”. SOBROSA, 1 – ARC S. LOU­REN­ÇO DO DOU­RO, 0 No jo­go da se­gun­da jor­na­da em ca­sa do Sobrosa, o S. Lou­ren­ço do Dou­ro, ao per­der de no­vo, fi­cou já fo­ra da pro­va. “Hou­ve­ram si­tu­a­ções que não po­de­mos con­tro­lar”, co­me­çou por re­fe­rir Sal­va­dor Ro­cha, téc­ni­co do S. Lou­ren­ço do Dou­ro, não qu­e­ren­do alon­gar-se so­bre o as­sum­to. “Foi um jo­go bem dis­pu­ta­do por am­bas as equi­pas, em que uma e ou­tra equi­pa qui­se­ram ven­cer o jo­go, des­de o iní­cio até ao fim. Am­bas cri­a­ram vá­ri­as opor­tu­ni­da­des, sen­do mais fla­gran­tes as do S. Lou­ren­ço do Dou­ro. Não fo­mos na­da in­fe­ri­o­res ao Sobrosa”, sa­li­en­tou o téc­ni­co.

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