Que jo­ga­dor ou jo­ga­do­res mais te­me na equi­pa ad­ver­sá­ria?

Correio da Manhã - - ATUALIDADE -

Carlos An­jos Co­men­ta­dor CM/CMTV

Ne­nhum jo­ga­dor em par­ti­cu­lar. O FC Por­to, co­mo se viu no Es­tá­dio da Luz, vale pe­lo con­jun­to, sen­do aí que as­sen­ta a sua for­ça, e não pe­lo va­lor in­di­vi­du­al dos seus jo­ga­do­res. Os avan­ça­dos têm ro­da­do os qua­tro, o mes­mo tem acon­te­ci­do no meio-cam­po, on­de apa­ren­te­men­te nin­guém se lem­bra de Da­ni­lo. Têm exis­ti­do al­te­ra­ções, sem que se no­te al­gum de­fi­cit de ren­di­men­to. O FC Por­to fun­ci­o­na e jo­ga co­mo equi­pa, com pres­são so­bre a bo­la e com uma gran­de am­bi­ção de ga­nhar, co­mo se viu no Es­tá­dio da Luz.n Francisco Jo­sé Vi­e­gas Co­men­ta­dor CM/CMTV

Não te­mo ne­nhum em es­pe­ci­al, mas re­co­nhe­ço que o Spor­ting tem ele­men­tos que, bem or­ga­ni­za­dos e com cer­ta ins­pi­ra­ção, de­se­qui­li­bram bas­tan­te qual­quer jo­go: Gel­son Mar­tins é o ca­so do ra­paz que não sa­be jo­gar mal; Bas Dost é um go­le­a­dor efi­caz e com ape­ti­te pe­la área; Bru­no Fer­nan­des tem um ta­len­to mui­to aci­ma do vul­gar; Acuña, em di­as bons, é ca­paz de jo­ga­das rá­pi­das. Po­día­mos ain­da fa­lar de Mon­te­ro (tão ir­ri­tan­te co­mo ino­por­tu­no) ou de Wil­li­am (um pên­du­lo), mas há li­mi­tes pa­ra elo­gi­os ao ad­ver­sá­rio.n

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