Que­rem cru­ci­fi­car o ca­li­me­ro Cen­te­no

Destak - - Leitor -

Quan­do uma ma­na­da pre­ten­de de­fen­der-se de pre­da­do­res que lhe são hos­tis, ten­ta usar um es­que­ma de so­bre­vi­vên­cia que de­fen­da to­dos os com­po­nen­tes do gru­po.

Con­tu­do, co­mo na­da é per­fei­to, di­zem, al­guns des­ses ele­men­tos do gru­po têm-se pos­to a jei­to de se­rem cap­tu­ra­dos, pa­ra re­pas­to des­ses que vi­vem sem­pre à cus­ta do mal alheio.

As­sim, as hi­e­nas e os cha­cais são pre­da­do­res que não dei­xam por den­tes alhei­os os seus san­gui­ná­ri­os de­síg­ni­os.

Por­tan­to, o ca­li­me­ro Cen­te­no pôs-se à fei­ção no seio da ma­na­da

Só que o Rei da Sel­va, a quem te­mos gran­de afec­to, e ele afec­tos por nós tem, não quer en­tre­gar o ou­ro aos ban­di­dos, pa­ra que a cor­re­la­ção de for­ças não pen­da so­men­te pa­ra um dos la­dos, pe­se em­bo­ra que o ci­ta­do mem­bro da ma­na­da não se res­guar­dou lá mui­to bem, pe­lo que caiu na bem ur­di­da ma­nho­si­ce que a opo­si­ção de ago­ra tem co­mo pe­ca­do ori­gi­nal seu.

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