Douro 41 Ho­tel & Spa

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Com a lo­cal­iza­ção priv­i­le­giada e a pré-ex­istên­cia ar­quitetónica ex­ce­cional, a in­spi­ração sur­gia a cada passo na primeira visita… A força da na­tureza en­vol­vente e a calma in­qui­etante do Rio Douro pe­dia a depu­ração no in­te­rior. A ar­quite­tura con­tem­porânea e min­i­mal dos es­paços in­te­ri­ores pe­dia ALMA.

O con­ceito surge com uma rein­ter­pre­tação do min­i­mal: Clean & Mod­ern Yet Warm & Com­fort­able. A es­colha de uma paleta de tons neu­tros ali­a­dos aos ma­te­ri­ais e tex­turas nat­u­rais ligam o es­paço à en­vol­vente e ao próprio ed­ifí­cio, con­ferindo-lhe per­son­al­i­dade. A uni­formiza­ção dos lim­ites dos es­paços (pare­des, tetos e pavi­men­tos) com a mesma cor procurou an­u­lar os mes­mos e dar pro­tag­o­nismo à pais­agem. Pais­agem esta que é pro­tag­o­nista em toda a ex­ten­são do ho­tel, definindo quase au­to­mati­ca­mente a con­fig­u­ração dos lay­outs nas di­ver­sas zonas.

A dec­o­ração procurou “ve­stir” os es­paços out­rora vazios dando-lhes alma e con­forto num con­ceito: Feel at Home. As peças de mo­bil­iário se­le­cionadas seguem a con­tem­po­ranei­dade da ar­quite­tura do es­paço, ainda que com uma mis­tura eclética, onde peças mais clás­si­cas con­vivem com peças de de­sign e out­ras state­ment, numa com­posição el­e­gante e in­tem­po­ral.

A re­definição es­pa­cial das difer­entes zonas e con­ceitos pro­gramáti­cos foi o grande de­safio deste pro­jeto, tendo em conta a con­tingên­cia do es­paço e as condi­cio­nantes téc­ni­cas e es­tru­tu­rais.

Ul­tra­pas­sado, o re­sul­tado fi­nal (es­per­amos) é um com­pro­misso equi­li­brado en­tre as partes, onde o con­forto in­timista, que se procurou na definição da alma, é ali­ado da fun­cional­i­dade e con­ceito do ho­tel, pro­por­cio­nando uma nova ex­pe­ri­en­cia, uma nova “de­scoberta”. “Ev­ery day is a New Dis­cov­ery”.

With a prime lo­ca­tion and an ex­cep­tional pre­ex­is­tent ar­chi­tec­ture, the in­spi­ra­tion emerged at ev­ery step dur­ing our first visit ... The strength of the sur­round­ing na­ture and the un­set­tling quiet­ness of the Douro

River claimed an in­te­ri­ors depu­ra­tion. The min­i­mal and con­tem­po­rary ar­chi­tec­ture of the in­te­ri­ors was ask­ing for a SOUL.

Our con­cept arises with a rein­ter­pre­ta­tion of the min­i­mal: Clean & Mod­ern Yet Warm & Com­fort­able. The choice of a neu­tral color pal­ette linked with nat­u­ral ma­te­ri­als and tex­tures con­nect the space to the sur­round­ings and the build­ing it­self, giv­ing a per­son­al­ity. The uni­for­mity of the space bound­aries (walls, ceil­ings, and pave­ments) with the same color try to over­ride them and give pri­macy to the land­scape.

This land­scape is the pro­tag­o­nist all over the ho­tel, defin­ing al­most in­stinc­tively the shape of the lay­outs in the dif­fer­ent ar­eas.

The dec­o­ra­tion tried to "dress" the spa­ces, once empty, by giv­ing them a soul and true com­fort with a con­cept:

Feel at Home. The se­lected pieces of fur­ni­ture fol­low the con­tem­po­rary ar­chi­tec­ture of the space, al­though with an eclec­tic fu­sion, where more clas­sic pieces co­ex­ist with de­sign and state­ment pieces, in an el­e­gant and time­less com­po­si­tion. The spa­tial re­def­i­ni­tion of the dif­fer­ent zones and pro­gram­matic con­cepts was the great chal­lenge of this project, con­sid­er­ing the space con­tin­gency and the tech­ni­cal and struc­tural con­straints.

Outreached, the fi­nal re­sult (hope­fully) is a well-bal­anced com­pro­mise be­tween the par­ties, where in­ti­mate com­fort, pur­sued af­ter a soul def­i­ni­tion, is con­nected to the ho­tel func­tion­al­ity and con­cept, of­fer­ing a new ex­pe­ri­ence, a new "dis­cov­ery". "Ev­ery day is a New Dis­cov­ery".

Cristina Jorge de Car­valho Ar­chi­tec­ture & In­te­rior De­sign

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