At­i­tude na mu­dança

DNA Magazine (Portugal) - - Editorial -

Se por um lado a at­i­tude pres­supõe um carác­ter forte e traços de per­son­al­i­dade vin­ca­dos, estes fa­tores não de­vem ser con­fun­di­dos com re­sistên­cia, im­posição e teimosia. Con­seguir com­preen­der o que os vi­a­jantes querem, ou se os con­ceitos es­tão real­mente adap­ta­dos à re­al­i­dade da procura, pres­supõe uma enorme aber­tura men­tal, quer na ca­paci­dade de re­ce­ber feed­back, quer na ini­cia­tiva de anal­isar e en­ten­der a in­for­mação re­ce­bida, mas so­bre­tudo na at­i­tude

ativa de aceitar mu­danças, mesmo que es­tas pos­sam pare­cer difer­entes das nos­sas con­vicções pes­soais. Um dos er­ros co­muns que en­frenta­mos di­ari­a­mente é to­mar pe­quenos ex­em­p­los, basea­dos no con­hec­i­mento próprio, como ver­dades uni­ver­sais, re­sistindo a mu­danças es­tratég­i­cas ou até mesmo sim­ples, mas que trazem difer­enças ex­trema­mente pos­i­ti­vas. Ter uma at­i­tude aberta e aceitar mu­danças é as­sim fun­da­men­tal se quer­e­mos apon­tar a nossa pro­posta de valor ao que os hós­pedes real­mente val­orizam.

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