CAR­TAS AO DI­REC­TOR

Edição Público Lisboa - - ESPAÇO PÚBLICO -

O Dia Mun­di­al da Rá­dio

Ce­le­brou-se com to­do o pro­pó­si­to o Dia Mun­di­al da Rá­dio. A rá­dio, ve­lha se­nho­ra, es­tá pa­ra du­rar. É sem­pre ne­ces­sá­rio ce­le­brar o dia da rá­dio e to­dos os di­as são seus. Ela é in­dis­pen­sá­vel e in­subs­ti­tuí­vel. So­bre­vi­veu à te­le­vi­são, nos anos 80 do sé­cu­lo pas­sa­do. De­pois re­sis­tiu às rá­di­os pi­ra­tas. Ul­ti­ma­men­te, já lhe fa­zi­am o fu­ne­ral pe­la vin­da da In­ter­net. Ora, es­tes dois mei­os com­ple­men­tam-se, sen­do dis­tin­tos — e a rá­dio continua vi­va.

A rá­dio es­tá em to­do o la­do e dis­per­sa-se em to­dos os sí­ti­os e au­di­tó­ri­os. É um meio úni­co e útil. Nas al­dei­as é uma per­ma­nen­te com­pa­nhia. Es­tá sem­pre lá, nem que se­ja atra­vés dum sim­ples tran­sís­tor a pi­lhas.

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