Po­bre­za

Edição Público Porto - - ESPAÇO PÚBLICO -

Há no mun­do mui­ta po­bre­za e de­si­gual­da­de. Qu­ais as cau­sas mai­o­res? To­dos sa­be­mos que há po­vos ri­cos em paí­ses po­bres (de re­cur­sos naturais) e po­vos po­bres em paí­ses ri­cos. Pen­so que a prin­ci­pal cau­sa es­tá na qua­li­da­de dos go­ver­nan­tes e na so­ci­e­da­de que, atra­vés da par­ti­ci­pa­ção cívica (ou fal­ta de­la), os apro­va ou to­le­ra. Go­ver­nan­tes in­com­pe­ten­tes e corruptos ser­vi­do­res de ide­o­lo­gi­as ma­te­ri­a­lis­tas, que pri­vi­le­gi­am a lu­ta e o ódio, ge­ram po­bre­za, de­si­gual­da­de e opres­são. Go­ver­nan­tes pa­tri­o­tas, ho­nes­tos e com­pe­ten­tes, que pri­vi­le­gi­am o diá­lo­go fran­co e a to­le­rân­cia, cri­am ri­que­za pa­ra os seus po­vos. Se a co­mu­ni­da­de in­ter­na­ci­o­nal pres­si­o­nar os go­ver­nos do pri­mei­ro gru­po e não to­le­rar a cor­rup­ção, ha­ve­rá por cer­to um gran­de avan­ço ci­vi­li­za­ci­o­nal. Por­que ne­nhum país é tão po­bre que não pos­sa ali­men­tar os seus fi­lhos. Cân­di­do Mo­rais, Bra­ga

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