ED­I­TOR

GOLFE - - TEE ONE -

Ihad writ­ten here, on this very page, last month, that this might have been the Por­tuguese’s Open. Due to the qual­ity of the play­ers fielded. By sport­ing names like Ri­cardo Melo Gou­veia, Filipe Lima and Ri­cardo San­tos. But it wasn’t. The three have got­ten us used to bet­ter and, to the best, but this tour­na­ment wasn’t, def­i­nitely, their week. If Lima was still promis­ing, in the first two days, when play­ing amongst the best, and San­tos man­aged a spot for the week­end with too much ef­fort, “Melinho” was left be­hind, un­able to man­age – ac­cord­ing the the player him­self – the ex­pec­ta­tions of at­tain­ing a good re­sult on home ground. It was worth it for the con­fir­ma­tion of the good mo­ment Pe­dro Figueiredo is go­ing through. Clearly – at least – of the Chal­lenge Tour. If there were more tour­na­ments in Por­tu­gal of this ech­e­lon and he, like oth­ers, may have the op­por­tu­nity of grow­ing. In the midst of all this there was Matt Wal­lace. The Britton, who won’t for­get Por­tu­gal any­time soon, at­tained t the Mor­gado his first vic­tory in the Tour, thus en­sur­ing a card in the Euro­pean first di­vi­sion. A per­fect tour­na­ment, which he led from the very start, and that also served to show that na­tional golf is quite alive. Good read­ing and good golf.

Tinha es­crito aqui, nesta mesma página, no mês pas­sado, que este po­dia ter sido o Open dos por­tugue­ses. Pela qual­i­dade dos jo­gadores em campo. Por evoluírem nomes como Ri­cardo Melo Gou­veia, Filipe Lima e Ri­cardo San­tos. Mas não foi. Os três já nos ha­bit­u­aram ao mel­hor e… ao mel­hor, mas este torneio não foi, defini­ti­va­mente, a se­m­ana de­les. Se Lima, ainda prom­e­teu nos primeiros dois dias, quando an­dou en­tre os primeiros, e San­tos con­seguiu um lu­gar no fim-de-se­m­ana sem muito es­forço, ‘Melinho’ fi­cou pelo cam­inho não con­seguindo, se­gundo o próprio, li­dar com a ex­pec­ta­tiva de obter um bom re­sul­tado em solo na­cional. Valeu pela con­fir­mação do bom mo­mento que Pe­dro Figueiredo está a atrav­es­sar. Clara­mento um golfista de, no mín­imo, Chal­lenge Tour. Hou­vesse mais torneios em Por­tu­gal deste cir­cuito para ele, e out­ros, poderem ter mais opor­tu­nidades para crescer. No meio de tudo isto, apare­ceu Matt Wal­lace. O in­glês, que não vai es­que­cer Por­tu­gal tão cedo, con­seguiu no Mor­gado a primeira vitória da car­reira no Tour, garantindo as­sim o cartão para a primeira di­visão eu­ropeia. Um torneio per­feito, que lid­erou do primeiro ao úl­timo dia, e que serviu tam­bém para mostrar que o golfe na­cional está bem vivo. Boa leitura e bom golfe.

Már­cio Berenguer Di­rec­tor & Ed­i­tor

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