The Man Be­hind Se­nior Golf

An­tónio Re­belo

GOLFE - - TEE ONE - PHOTOS: Ramiro De Je­sus

He is the strong man of the Na­tional Se­nior As­so­ci­a­tion, which he has presided over for eight years. A golfer for more than 55 years, An­tónio Re­belo has man­aged to boost se­nior golf all over the coun­try, mak­ing it a Euro­pean ref­er­ence to­day.

How did you start play­ing golf, when and with whom?

My life in golf started more than 55 years ago, be­gin­ning as a caddy for my fa­ther-in-law, at the Es­to­ril golf course (my first club). My hands on in­volve­ment came later, when I started play­ing week­ends at club tour­na­ments and dur­ing the week, of­ten at dawn, with my friends, be­fore go­ing to work. Dur­ing my ca­reer, I was forced to take three long ab­sences, first to per­form mil­i­tary ser­vice (four years) and twice for sur­gi­cal in­ter­ven­tion on her­ni­ated discs.

Your wife also plays golf. She re­cently made five birdies in a tour­na­ment in Ca­pu­chos. Did you con­grat­u­late her?

At the time I was in Lux­em­bourg at an ESGA board meet­ing and I re­ceived the news by phone. My con­grat­u­la­tions were au­to­matic. We rarely play to­gether, we find it more en­joy­able to play with friends.

How did the Na­tional Se­nior Golf As­so­ci­a­tion come to be?

Records show that in 1981 an “As­so­ci­a­tion of the Se­nior Golf Play­ers of Por­tu­gal” was con­sti­tuted, be­ing the ma­jor­ity of the As­so­ciates came from the golf clubs of Es­to­ril, Lis­bon Sports Club and Oporto Golf Club. In 1984, the As­so­ci­a­tion joined the Euro­pean As­so­ci­a­tion of Se­nior Golf As­so­ci­a­tions (ESGA), hav­ing par­tic­i­pated for the first time in the 3rd Euro­pean Cham­pi­onship of Se­nior As­so­ci­a­tions in Lux­em­bourg. In 1990 it was pro­posed that the name be changed to “Por­tuguese As­so­ci­a­tion of Se­nior Golfers,” in 1992, the North Del­e­ga­tion apeared. In 1997 An­tónio Lan­cas­tre Fre­itas É o homem forte da As­so­ci­ação Na­cional de Se­niores, que pre­side há oito anos. Golfista há mais de 55 anos, An­tónio Re­belo tem con­seguido di­namizar o golfe sénior por todo o país, fazendo com que hoje, seja uma refer­ên­cia eu­ropeia.

Como começou a jogar golfe, quando e com quem?

A minha vida de golfista ini­ciou-se há mais de 55 anos, começando por acom­pan­har o meu sogro, como caddy, no campo de golfe do Es­to­ril (que foi o meu primeiro clube). A prática efe­tiva veio de­pois, quando come­cei a jogar aos fins-de-se­m­ana nos torneios do clube e du­rante a se­m­ana, muitas vezes ao nascer do dia e antes de ir tra­bal­har, com os meus ami­gos. Du­rante este tempo, fui obri­gado a três perío­dos de longa ausên­cia, primeiro para prestar serviço mil­i­tar (qua­tro anos) e duas vezes por in­ter­venção cirúr­gica a hér­nias dis­cais.

A sua es­posa tam­bém joga golfe. Há pouco tempo fez cinco birdies num torneio nos Ca­pu­chos Deu-lhe os parabéns? De­safiam-se mu­tu­a­mente para jogar para um al­moço?

Na al­tura es­tava no Lux­em­burgo, numa re­união do “board” do ESGA e re­cebi a notí­cia por tele­fone. As min­has fe­lic­i­tações foram au­tomáti­cas. Rara­mente joga-mos jun­tos, o con­vívio do golfe é mais feito com os ami­gos.

Como surge a As­so­ci­ação Na­cional de Se­niores de Golfe?

Ex­is­tem reg­is­tos que em 1981 foi con­sti­tuída uma “As­so­ci­ação dos Jo­gadores de Golfe Se­niores de Por­tu­gal”, sendo a maio­ria dos As­so­ci­a­dos ori­un­dos dos Clubes de Golfe do Es­to­ril, Lis­bon Sports Club e Oporto Golf Club. Em 1984, a As­so­ci­ação aderiu à União das As­so­ci­ações Europeias de Se­niores de Golfe (ESGA), tendo par­tic­i­pado, pela primeira vez, no 3º Cam­pe­onato da Europa das As­so­ci­ações de Se­niores, no Lux­em­burgo. Em 1990, foi pro­posto por Fran­cisco No­bre Guedes, figura rel­e­vante da Asso-

was elected Pres­i­dent of the As­so­ci­a­tion, which he chaired un­til 2010, the year in which I as­sumed the Pres­i­dency. In 2013 a new Direc­torate was elected un­der the con­tin­u­a­tion of my lead­er­ship, with the As­so­ci­a­tion hav­ing a na­tional scope with the con­sol­i­da­tion of the North Del­e­ga­tion and the con­sti­tu­tion and im­ple­men­ta­tion of the Cen­tral and South Del­e­ga­tions. In 2015, the As­so­ci­a­tion changed its name to “Na­tional As­so­ci­a­tion of Se­nior Golfers,” due to the num­ber of As­so­ciates it reached and to the na­tional di­men­sion that it ob­tained, with the im­ple­men­ta­tion of the Del­e­ga­tions that cover the whole Coun­try, (North, Cen­ter and Is­lands, and South, as well as a Del­e­ga­tion of Ladies ), hav­ing reg­is­tered more than 6,000 rounds in al­most 100 tour­na­ments in 2017.

What are the im­me­di­ate projects for the As­so­ci­a­tion?

Unite the se­nior golfers in Por­tu­gal and give them their due value and at­ten­tion, which I think has been ne­glected by those who should do it. On the golf courses we in­tend to fur­ther honor our EuroBic Na­tional Or­der of Merit, since it is the largest am­a­teur na­tional cir­cuit, in­volv­ing around 1600 roundss, on sev­eral golf courses from North to South of the Coun­try, where more than 40 play­ers with sin­gle digit Hcp vie for first place. We are con­sid­er­ing the or­ga­ni­za­tion of a Na­tional 9-Hole Cham­pi­onship with our part­ner Inatel Foun­da­tion and the con­sol­i­da­tion of the Pitch & Putt game at the na­tional level. ciação, à data seu Se­cretário-Geral e que pos­te­ri­or­mente viria a ocu­par o cargo de Pres­i­dente, que o nome pas­sasse a ser a ser “As­so­ci­ação Por­tuguesa de Se­niores de Golfe”, surgindo em 1992 a Del­e­gação Norte. Em 1997 foi eleito Pres­i­dente da As­so­ci­ação An­tónio Lan­cas­tre Fre­itas, que pre­sidiu até 2010, ano em que, as­sumi a Presidên­cia. Em 2013 é eleita uma nova Direção sob a con­tin­u­ação da minha lid­er­ança, pas­sando a As­so­ci­ação a ter um âm­bito na­cional com a con­sol­i­dação da Del­e­gação Norte e a con­sti­tu­ição e im­ple­men­tação das Del­e­gações Cen­tro e Sul. Em 2015, a As­so­ci­ação al­tera a sua de­nom­i­nação so­cial para “As­so­ci­ação Na­cional de Se­niores de Golfe”, de­v­ido ao número de As­so­ci­a­dos que atingiu e à di­men­são na­cional que obteve, com a im­ple­men­tação das Del­e­gações que abrangem todo o País, (Norte, Cen­tro e Il­has, e Sul, bem como uma Del­e­gação de Sen­ho­ras), tendo re­al­izado em 2017 mais de 6.000 voltas em quase 100 torneios.

Quais são os pro­je­tos ime­di­atos para a As­so­ci­ação?

Unir o es­calão sénior de golfe em Por­tu­gal e dar-lhe o de­v­ido valor e atenção, que penso que tem sido de­s­cu­rado por quem de­v­e­ria fazê-lo. No campo de­sportivo pre­tendese pres­ti­giar ainda mais a nossa Or­dem de Mérito Na­cional EuroBic, pois trata-se do maior cir­cuito amador sénior na­cional, en­vol­vendo cerca de 1600 voltas, em di­ver­sos cam­pos de Norte a Sul do País, em que mais de 40 jo­gadores de um dígito de Hcp dis­putam os primeiros lu­gares. Es­ta­mos a pon­derar a or­ga­ni­za­ção de um Cam­pe­onato Na­cional de 9 Bu­ra­cos, com o nosso par­ceiro Fun­dação Inatel e a con­sol­i­dação da prática do Pitch & Putt, a nível na­cional.

How has the As­so­ci­a­tion been im­ple­mented at the na­tional level? What re­gions of the coun­try do they cover?

The As­so­ci­a­tion, which has been around for 50 years, started with a small num­ber of mem­bers and through­out its his­tory has been grow­ing. We are cur­rently reach­ing 700 as­so­ciates. Be­gin­ning with a club char­ter at the Es­to­ril Golf Club, a com­pre­hen­sive plan was de­vel­oped that cov­ered the en­tire na­tional ter­ri­tory and to­day we can say that we are a true Na­tional As­so­ci­a­tion, with North, Cen­tral and South Del­e­ga­tions and projects for the open­ing of the del­e­ga­tions in the our au­ton­o­mous re­gions (Madeira and the Azores), although we al­ready have mem­bers from the last Au­ton­o­mous Re­gion. For this rea­son it is rec­og­nized at the Euro­pean level as an ef­fec­tive mem­ber of the Euro­pean Se­nior Golf As­so­ci­a­tions (ESGA). It should be noted that, ac­cord­ing to PGF data, 70% of fed­er­a­tion golfers are se­niors.

How do you view the de­vel­op­ment of golf in Por­tu­gal?

Golf in Por­tu­gal suf­fers from the same prob­lems as Euro­pean and world golf. The fig­ures de­pict a de­crease in play­ers for var­i­ous rea­sons, such as too much tour­na­ment time, ex­ces­sive costs, etc. At the age bracket, there is some con­cern that the se­nior staff is in­creas­ingly preva­lent, to the detri­ment of younger peo­ple. As a mea­sure, I think our Fed­er­a­tion should fo­cus its at­ten­tion on the young, but never ne­glect the se­niors, sup­port­ing them and for this can count on the ac­tion that has been de­vel­oped by our Na­tional As­so­ci­a­tion.

Como tem sido a im­ple­men­tação da As­so­ci­ação a nível na­cional? Que regiões do país abrangem?

A As­so­ci­ação, com cerca de 50 anos de ex­istên­cia, começou com um número re­duzido de as­so­ci­a­dos e ao longo da sua história tem vindo a crescer. Es­ta­mos hoje a atin­gir um número de 700 as­so­ci­a­dos. Começando com um car­ac­ter clu­bista, no Clube de Golfe do Es­to­ril, foi de­sen­volvido um plano abrangente que co­brisse todo o ter­ritório na­cional e hoje pode­mos afir­mar que so­mos uma ver­dadeira As­so­ci­ação Na­cional, com Del­e­gação Norte, Cen­tro e Sul e pro­jec­tos para a aber­tura das del­e­gações nas nos­sas regiões autóno­mas (Madeira e Açores), ape­sar de já con­tar­mos com as­so­ci­a­dos desta úl­tima Região Autónoma. Por tal mo­tivo é re­con­hecida a nivel eu­ropeu como mem­bro efec­tivo do Euro­pean Se­nior Golf As­so­ci­a­tions (ESGA). Con­vém referir que, se­gundo da­dos da FPG, 70% dos jo­gadores fed­er­a­dos são se­niores.

Como en­cara o de­sen­volvi­mento do golfe em Por­tu­gal?

O golfe em Por­tu­gal sofre dos mes­mos prob­le­mas que o golfe eu­ropeu e mundial. Os números re­tratam um de­créscimo de prat­i­cantes por mo­tivos vários, como de­masi­ado tempo dos torneios, cus­tos ex­ces­sivos, etc. No nível de faixa etária, ver­i­fica-se com al­guma pre­ocu­pação, que o es­calão sénior cada vez mais prevalece, em detri­mento dos mais jovens. Como me­di­das, penso que a nossa Fed­er­ação deve fo­car as suas atenções nas ca­madas jovens, mas sem nunca de­s­cu­rar os se­niores, apoiando-os e para isso pode con­tar com a acção que tem vindo a ser de­sen­volvida pela nossa As­so­ci­ação Na­cional.

At a time when there is talk of a drop in the num­ber of golfers in the coun­try, the Na­tional As­so­ci­a­tion of Se­niors has man­aged to coun­ter­act these numbers. What is the se­cret?

Am­a­teur Se­nior golf in Por­tu­gal, through our As­so­ci­a­tion, passed to lev­els of rigor, qual­ity and com­pet­i­tive­ness that was not usual. We of­fer to our As­so­ciates com­pe­ti­tions with play­ful and other ex­clu­sively com­pet­i­tive char­ac­ter­is­tics, and these have been the most sought af­ter. Ca­pac­i­ties are mea­sured at na­tional level and not in “quintin­has” where some play­ers usu­ally play. When one-digit hcp play­ers en­ter the As­so­ci­a­tion, or ad­here to this com­pet­i­tive spirit and com­ply with es­tab­lished norms, or face some frus­tra­tion with their game. Com­pet­i­tive­ness at na­tional level has been rec­og­nized by all the se­nior play­ers, which leads them to look for more and more from the As­so­ci­a­tion, which to­day has more than fifty play­ers with a sin­gle digit hand­i­cap. All this is pos­si­ble only with a back up of per­sonal and ma­te­rial sup­port. The sup­port of our priv­i­leged Spon­sor (EuroBic) has been fun­da­men­tal, through its Ad­min­is­tra­tion and the Mar­ket­ing Di­rec­tion. We are on the way to achieve in Por­tu­gal, that Se­nior Golf is a modal­ity seen by all as an im­por­tant Na­tional Sport.

What do you think about the num­ber of golfers in Por­tu­gal?

I find it very scarce com­pared to other Euro­pean coun­tries, in a coun­try that has proudly launched the pro­gram “Play­ing golf 365 days a year.” An­a­lyz­ing sta­tis­ti­cal data pro­vided by the ACD and re­fer­ring to 2015, we find that coun­tries smaller in size than Por­tu­gal and with­out the cli­matic ad­van­tage to prac­tice the modal­ity, have a greater ex­pres­sion in the ac­tiv­ity, which is a rea­son

Como atrás referiu, numa al­tura em que se fala de uma que­bra no número de golfis­tas no País, a As­so­ci­ação Na­cional de Se­niores tem con­seguido con­trariar esses números. Qual é o seg­redo?

O golfe amador Sénior em Por­tu­gal, através da nossa As­so­ci­ação, pas­sou para pata­mares de rigor, qual­i­dade e com­pet­i­tivi­dade que não era usual. Ofer­e­ce­mos aos nos­sos As­so­ci­a­dos com­petições com car­ac­terís­ti­cas lúdi­cas e out­ras ex­clu­si­va­mente com­pet­i­ti­vas. E es­tas úl­ti­mas têm sido as mais procu­radas. As ca­paci­dades me­dem-se a nível na­cional e não nas “quintin­has” onde al­guns jo­gadores ha­bit­ual­mente jogam. Quando jo­gadores de hcp de um dígito en­tram para a As­so­ci­ação, ou aderem a este espírito com­pet­i­tivo e ao cumpri­mento das nor­mas es­ta­b­ele­ci­das, ou en­frentam al­guma frus­tração com o seu jogo. A com­pet­i­tivi­dade a nível na­cional tem sido re­con­hecida por to­dos os jo­gadores se­niores, o que os leva a procu­rarem cada vez mais a As­so­ci­ação, que conta hoje com mais de meia cen­tena de jo­gadores com um dígito de hand­i­cap. Tudo isto só é pos­sível com uma re­ta­guarda de apoio pes­soal e ma­te­rial. Tem sido fun­da­men­tal o apoio do nosso Pa­troci­nador priv­i­le­giado (EuroBic), através da sua Ad­min­is­tração e da Direção de Mar­ket­ing. Es­ta­mos no cam­inho de con­seguir em Por­tu­gal, que o Golfe Sénior seja uma modal­i­dade vista por to­dos como im­por­tante para o De­sporto Na­cional.

O que pensa do número de prat­i­cantes em Por­tu­gal?

Acho muito es­casso com­par­a­ti­va­mente a out­ros países eu­ropeus, num país que, com orgulho, se lançou o pro­grama “Jogar golfe nos 365 dias do ano”. Anal­isando da­dos es­tatís­ti­cos forneci­dos pelo EGA e referi­dos a 2015, ver­i­fi­camos que países com menor di­men­são que Por­tu­gal e sem a van­tagem cli­matérica para a prática da modal­i­dade, têm

for ques­tion­ing. Some ex­am­ples are: The Nether­lands (366,962), Den­mark (139,803), Fin­land (127,836), Aus­tria (92,070), Bel­gium (56,131) and Por­tu­gal (14,248). The numbers speak for them­selves. Some­thing is wrong with our golf de­vel­op­ment pol­icy. The cur­rent di­rec­tion of the Por­tuguese Golf Fed­er­a­tion has launched a pro­gram to reach the 50,000 fed­er­ated play­ers. We look for­ward to their suc­cess.

How do you think the de­crease in the num­ber of golfers should be com­bated?

For the afore­men­tioned, it is an ac­tion that has to be de­vel­oped by the or­ga­ni­za­tion in­sti­tu­tion­ally re­spon­si­ble for the ac­tiv­ity, the Por­tuguese Golf Fed­er­a­tion, with the sup­port of the IPDJ and at the top, the Por­tuguese gov­ern­ment. Stay­ing young is es­sen­tial, school and fi­nan­cial in­cen­tives are es­sen­tial. We need to have Por­tuguese play­ers in the euro­pean/world rank­ing, that would serve as “hare” for the young­sters. Take, for ex­am­ple, other modal­i­ties such as ath­let­ics, cy­cling, etc. An­other “dogma” that has to be coun­tered is to get the mes­sage out that golf is not an elit­ist sport.

What are the in­ter­na­tional projects of the As­so­ci­a­tion?

At the in­ter­na­tional level our projects are the main­te­nance of the cur­rent good re­la­tion­ship with our 23 Euro­pean As­so­ci­a­tions, as well as out­side Europe. In fact, and as it was made pub­lic, that we have just signed a pro­to­col of co­op­er­a­tion with the Na­tional As­so­ci­a­tion of Se­niors of Brazil. In ad­di­tion to the three Euro­pean Cham­pi­onships in which we par­tic­i­pate ev­ery year with 28 play­ers, we hold bi-na­tional gath­er­ings. As it has been a prac­tice in re­cent years, the As­so­ci­a­tion has made rig­or­ous qual­i­fy­ing events for the ESGA Euro­pean Cham­pi­onships. There was a time when friends were in­vited to rep­re­sent Por­tu­gal at the Euro­pean Cham­pi­onships of Se­niors and Se­nior Mas­ters, or they were cho­sen be­cause they played well at their home clubs. To­day, with the ex­cep­tion of the two wild cards awarded by the board, only those who prove to be the most ca­pa­ble in the courses from the north to the south of the coun­try, where spe­cific tests are car­ried out for the pur­pose, in a first phase, and a later clear­ance, in a sec­ond phase, among those who can achieve it, all with rigor and un­der strong ob­ser­va­tion in com­pli­ance with the rules.

What is your role in the ESGA Vice Pres­i­dency?

I am at the end of my sec­ond term on the ESGA board, which will end in 2019. In my five years as Vice-Pres­i­dent, I have con­trib­uted to the recog­ni­tion of se­nior golf at the Euro­pean level with the most ac­tions. If I ask my­self if I am ful­filled, I an­swer that yes, since re­gard­less of be­ing Pres­i­dent of our Na­tional As­so­ci­a­tion, my con­tri­bu­tion has also raised Por­tu­gal, in the Se­nior Euro­pean golf ech­e­lon.

I be­lieve the ESGA Euro­pean Cham­pi­onship of Mas­ter Se­niors will take place in Por­tu­gal next June?

It was with great pride that we re­ceived com­mu­ni­ca­tion from His Ex­cel­lency the Pres­i­dent of the Repub­lic, grant­ing us His High Spon­sor­ship, in or­ga­niz­ing and hold­ing the Euro­pean Cham­pi­onship of Se­nior Mas­ters, next June. This fact, I un­der­stand is not only as sup­port for the event, but also as recog­ni­tion of the work of my team, dur­ing the time we have been head­ing up the Na­tional As­so­ci­a­tion of Se­niors. Prepa­ra­tion for the cham­pi­onship be­gun more than three years ago, when uma maior ex­pressão na ativi­dade, o que é mo­tivo de in­ter­ro­gação. Al­guns ex­em­p­los: Holanda (366.962), Di­na­marca (139.803), Fin­lân­dia (127.836), Áus­tria (92.070), Bél­gica (56.131) e Por­tu­gal (14.248). Os números falam por si. Algo está mal na nossa política de de­sen­volvi­mento da ativi­dade golfista. A at­ual direção da Fed­er­ação Por­tuguesa de Golfe lançou um pro­grama para atin­gir­mos os 50.000 jo­gadores fed­er­a­dos. Esper­amos pelo seu sucesso.

Como acha que deve ser com­bat­ido o de­créscimo do número de golfis­tas?

Pelo atrás referido, é uma ação que tem que ser de­sen­volvida pelo or­gan­ismo in­sti­tu­cional­mente re­spon­sável pela ativi­dade, a Fed­er­ação Por­tuguesa de Golfe, com o apoio do IPDJ e no topo, o gov­erno por­tuguês. Apostar nas ca­madas jovens é fun­da­men­tal, in­cen­tivos es­co­lares e fi­nan­ceiros são essen­ci­ais. Pre­cisamos de ter no “rank­ing” eu­ropeu/mundial, jo­gadores por­tugue­ses que sir­vam de “le­bre” para os mais jovens. Tomemos como ex­em­plo, out­ras modal­i­dades como o atletismo, ci­clismo, etc. Outro “dogma” que tem que ser com­bat­ido, é pas­sar a men­sagem que o golfe não é um de­sporto eli­tista.

Quais os pro­je­tos in­ter­na­cionais da As­so­ci­ação?

A nível in­ter­na­cional os nos­sos pro­je­tos são a manutenção do at­ual bom rela­ciona­mento com as nos­sas 23 As­so­ci­ações con­géneres europeias, as­sim como fora da Europa. Aliás, e como foi público, acabá­mos de assi­nar um pro­to­colo de co­op­er­ação com a As­so­ci­ação Na­cional de Se­niores do Brasil. Além dos três cam­pe­onatos da Europa em que par­tic­i­pamos to­dos os anos com 28 jo­gadores, re­al­izamos en­con­tros bi­na­cionais de con­frat­er­niza­ção. Como tem sido prática nestes úl­ti­mos anos, a As­so­ci­ação faz rig­orosas provas de apu­ra­mento para os Cam­pe­onatos da Europa da ESGA. Já lá vai o tempo em que os ami­gos eram con­vi­da­dos a rep­re­sen­tar Por­tu­gal nos Cam­pe­onatos da Europa de Se­niores e Mas­ters Se­niores, ou eram es­col­hi­dos porque jo­gavam bem nos seus cam­pos. Hoje, ex­ce­cio­nando os dois wild cards atribuí­dos pela direção, só fazem parte das se­leções aque­les que demon­strarem ser os mais ca­pazes, nos cam­pos de norte a sul do país, onde são efe­t­u­adas provas es­pecí­fi­cas para o efeito, numa primeira fase, e um pos­te­rior apu­ra­mento, numa se­gunda fase, en­tre aque­les que a con­seguem atin­gir, tudo com rigor e sob forte ob­ser­vação no cumpri­mento das re­gras.

Qual o seu pa­pel na Vice-Presidên­cia na ESGA?

Es­tou no fim do meu se­gundo mandato do “board” do ESGA, que ter­mi­nará em 2019. Nos cinco anos de ex­er­cí­cio, na minha função de vice-pres­i­dente, tenho con­tribuído para o “re­con­hec­i­mento” do golfe sénior a nível eu­ropeu, com as mais di­ver­sas ações. Se me per­gun­tar se es­tou re­al­izado, re­spondo que sim, já que in­de­pen­den­te­mente de ser Pres­i­dente da nossa As­so­ci­ação Na­cional, a minha con­tribuição enal­tece igual­mente Por­tu­gal, no es­calão sénior do golfe eu­ropeu.

Vai ocor­rer em Por­tu­gal, no próx­imo mês de Junho, O Cam­pe­onato da Europa ESGA de Mas­ter Se­niores.

Foi com grande orgulho que re­cebe­mos a co­mu­ni­cação de Sua Ex­celên­cia o Sen­hor Pres­i­dente da República, ao con­ceder-nos o Seu Alto Pa­trocínio, na or­ga­ni­za­ção e re­al­iza­ção do Cam­pe­onato da Europa de Mas­ters Se­niores, no próx­imo mês de Junho. Tal facto, en­tendo-o não só como apoio ao evento, mas tam­bém como o re­con­hec­i­mento do tra­balho de­sen­volvido pela minha equipa, du­rante o tempo que es­ta­mos à frente dos desígnios da As­so­ci­ação Na­cional de Se­niores. A preparação do cam-

we had the “honor” to be cho­sen among sev­eral can­di­dates to or­ga­nize this im­por­tant event, which will bring to Por­tu­gal about 300 golfers from 23 Euro­pean coun­tries. The prepa­ra­tions are tak­ing place on sched­ule and I think that as an ex­am­ple of 2014, we will send a “mes­sage” to Se­nior Euro­pean golf and aid the Por­tuguese econ­omy, with the ex­cel­lent qual­ity of re­cep­tion and to the or­ga­ni­za­tion that we are ca­pa­ble of. We count on the high sup­port al­ready given by His Ex­cel­lency the Pres­i­dent of the Por­tuguese Repub­lic, also with the sup­port of the Por­tuguese Golf Fed­er­a­tion, the Por­tuguese Tourism In­sti­tute, Câ­mara de Al­mada, and our priv­i­leged part­ner Banco EuroBic, as well as other di­verse en­ti­ties. Dur­ing the week in which the Cham­pi­onship takes place, we will also be host­ing the im­por­tant ESGA - Cap­tains Meet­ing 2018, a con­fer­ence that will take place at the Ho­tel dos Ca­pu­chos, of great rel­e­vance to the three hun­dred golfers who will visit us, mak­ing a ma­jor con­tri­bu­tion not only to se­nior golf de­vel­op­ment, but also with an im­pact on the re­gional and na­tional econ­omy.

Fi­nally, what is the As­so­ci­a­tion’s re­la­tion­ship with PGF?

The re­la­tion­ship with the cur­rent PGF lead­er­ship has been frank and open. The man­age­ment of the PGF has rec­og­nized our work in the field of se­nior golf in Por­tu­gal and in the con­ti­nu­ity of its elec­toral pro­gram, it is pre­par­ing to carry out with our As­so­ci­a­tion the sign­ing of a pro­to­col of co­op­er­a­tion. pe­onato é um tra­balho que já se ini­ciou há mais de três anos, quando tive­mos a “honra” de ser es­col­hi­dos, en­tre di­ver­sas can­di­dat­uras, para or­ga­ni­zar este im­por­tante evento, que trará a Por­tu­gal cerca de 300 golfis­tas de 23 países eu­ropeus. A sua preparação está a decor­rer den­tro dos “tim­ings” pre­vis­tos e penso que a ex­em­plo de 2014, va­mos dar “uma men­sagem” ao golfe sénior eu­ropeu e uma ajuda à econo­mia por­tuguesa, à ótima qual­i­dade de acol­hi­mento e à or­ga­ni­za­ção de que so­mos ca­pazes. Con­ta­mos para isso com o alto apoio já dado por Sua Ex­celên­cia o Pres­i­dente da República Por­tuguesa, igual­mente com os apoios da Fed­er­ação Por­tuguesa de Golfe, In­sti­tuto Por­tuguês do Turismo, Câ­mara de Al­mada, e do nosso par­ceiro priv­i­le­giado Banco EuroBic, bem como de out­ras di­ver­sas en­ti­dades. Du­rante a se­m­ana em que decorre o Cam­pe­onato, va­mos re­alizar um evento im­por­tante que é a re­união dos capitães, de­nom­i­nada como ESGA – Cap­tains Meet­ing 2018, con­fer­ên­cia que vai decor­rer no Ho­tel dos Ca­pu­chos, de grande relevân­cia para as três cen­te­nas de golfis­tas que nos visi­tam, dando um grande con­trib­uto não só para de­sen­volvi­mento do golfe sénior, mas tam­bém, com im­pacto no de­sen­volvi­mento da econo­mia re­gional e na­cional.

Por úl­timo, qual o rela­ciona­mento da As­so­ci­ação com a FPG?

O rela­ciona­mento com a at­ual direção da FPG tem sido franco e aberto. A direção da FPG tem re­con­hecido o nosso tra­balho na área do golfe sénior em Por­tu­gal e na con­tinuidade do seu pro­grama eleitoral, prepara-se para efe­ti­var com a nossa As­so­ci­ação a assi­natura de um pro­to­colo de co­op­er­ação.

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