GUESTHOUSE NA RI­BEI­RA DO POR­TO

POR­TO A Gran Cruz es­ten­de a sua mar­ca com uma guesthouse de se­te quar­tos que aca­ba de abrir por­tas na Ri­bei­ra do Por­to. Uma ho­me­na­gem ao le­ga­do de uma ca­sa com 130 anos e aos seus vi­nhos, sem­pre com os olhos pos­tos no rio Dou­ro.

Jornal de Notícias - JN + Evasões - - SUMÁRIO - TEX­TO DE NU­NO CAR­DO­SO GRAN CRUZ HOU­SE Vi­e­la do Bu­ra­co, Pra­ça da Ri­bei­ra (Ri­bei­ra). Tel.: 227662270 Web: gran­cruzhou­se.pt. Pre­ço: quar­to du­plo a par­tir de 200 eu­ros por noi­te. In­clui pe­que­no-al­mo­ço.

Es­ta ca­sa com 130 anos faz ho­me­na­gem aos vi­nhos da Gran Cruz com os olhos pos­tos no Dou­ro.

Uma ca­sa cen­te­ná­ria que não tem me­do de ar­ris­car. É uma das for­mas co­mo se po­de des­cre­ver a Gran Cruz, a mai­or ex­por­ta­do­ra de vi­nho do por­to do mun­do. Aos 131 anos, es­treia-se com a pri­mei­ra uni­da­de ho­te­lei­ra do gru­po, a Gran Cruz Hou­se, que aca­ba de abrir por­tas na his­tó­ri­ca Ri­bei­ra do Por­to.

De­pois dos vi­nhos e do gin, de um res­tau­ran­te e bar no Es­pa­ço Por­to Cruz, em Vi­la No­va de Gaia, de uma ge­la­da­ria e de pro­du­zi­rem o seu pró­prio azei­te, vinagre, mel, abrir uma guesthouse foi o ca­mi­nho cla­ro a se­guir. «Vi­nhos e tu­ris­mo são um bi­nó­mio de ou­ro e in­dis­so­ciá­vel», ex­pli­ca Jor­ge Di­as, di­re­tor-ge­ral da

mar­ca. «Qui­se­mos cri­ar um pe­que­no oá­sis no meio des­te fre­ne­sim que é a Ri­bei­ra», acres­cen­ta.

A no­va Gran Cruz Hou­se tem se­te quar­tos du­plos, um des­tes

com uma pe­que­na va­ran­da. To­dos têm vis­ta di­re­ta pa­ra a zo­na ri­bei­ri­nha de Gaia e pa­ra o Dou­ro. O con­for­to e a ele­gân­cia ca­mi­nham aqui de mãos da­das,

com uma de­co­ra­ção que di­fe­re de quar­to pa­ra quar­to. A ho­me­na­gem aos vi­nhos do por­to, do Dou­ro e da Ma­dei­ra não se faz ape­nas nas cer­ca de cem re­fe­rên­ci­as dis­po­ní­veis do res­tau­ran­te do ho­tel, o Casario, do chef Mi­guel Cas­tro e Sil­va, mas não só. Is­so tam­bém se vê no no­me dos quar­tos (Ruby, Tawny e Vin­ta­ge, por exem­plo) co­mo nas pin­tu­ras que ilus­tram as por­tas das ca­sas de ba­nho, cri­a­das por se­te ar­tis­tas e to­das alu­si­vas à Mu­lher de Ne­gro, sím­bo­lo da Gran Cruz.

Es­te edi­fí­cio de fi­nais do sé­cu­lo XVI, cu­ja fa­cha­da foi pre­ser­va­da, fun­ci­o­nou co­mo ha­bi­ta­ção pri­va­da, foi ar­ma­zém de ca­fé e cho­co­la­te e tam­bém se­de do Clu­be Fu­te­bol Os Ri­bei­ren­ses. Es­ta­va de­vo­lu­to há al­gum tem­po e ga­nha ago­ra no­va vi­da na for­ma de guesthouse.

À che­ga­da à Gran Cruz Hou­se, brin­da-se sem­pre com uma li­mo­na­da fres­ca e ca­sei­ra na re­ce­ção, mas a sur­pre­sa é mais do­ce e es­tá re­ser­va­da no quar­to, com a ofer­ta de uma gar­ra­fa de vi­nho do por­to. Da ca­sa, es­tá cla­ro. l

Es­te edi­fí­cio de fi­nais do sé­cu­lo XVI, cu­ja fa­cha­da foi pre­ser­va­da, fun­ci­o­nou co­mo ha­bi­ta­ção pri­va­da, foi um ar­ma­zém de ca­fé e cho­co­la­te e tam­bém se­de do Clu­be Fu­te­bol Os Ri­bei­ren­ses.

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