TA­BER­NA DOS CA­BRÕES N

Mon­ti­jo

Jornal de Notícias - JN + Evasões - - CAPA - TP

ão se ofen­da com o no­me que não va­le a pe­na. Até por­que a his­tó­ria do bap­tis­mo tem gra­ça: cer­to dia, um cli­en­te da ca­sa dis­se que só pa­ga­va co­pos a ca­brões. Quan­do se viu, ain­da as­sim, a ter de pa­gar uma ro­da­da aos pre­sen­tes — e não eram pou­cos —, re­cla­mou em voz al­ta: «Be­be­ram to­dos? En­tão is­to é a Ta­ber­na dos Ca­brões!»

Qu­em gos­ta de re­cor­dar o epi­só­dio é o in­con­fun­dí­vel an­fi­trião da ca­sa, Se­ra­fim Ta­va­res, um bei­rão cri­a­do no Mon­ti­jo, do­no de um bi­go­de bem tra­ta­do e de uma per­so­na­li­da­de con­ta­gi­an­te. Foi ele qu­em as­su­miu es­ta ve­lha ta­ber­na há pou­co mais de dé­ca­da e meia e a trans­for­mou num res­tau­ran­te co­nhe­ci­do por al­gu­mas es­pe­ci­a­li­da­des: os rins, as is­cas, as cal­dei­ra­das de ca­bri­to ou ba­ca­lhau e, du­ran­te o in­ver­no, os os­sos co­zi­dos, ou car­re­ga­dos, uma va­ri­a­ção do co­zi­do à por­tu­gue­sa.

Du­ran­te o ve­rão, é pa­ra o pá­tio, e pa­ra a res­pe­ti­va gre­lha, que se vi­ram as aten­ções.

Al­to das Bar­rei­ras, EN 119. Tel.: 212320056. Das 10h00 às 19h00. En­cer­ra ao do­min­go. Pre­ço mé­dio: 15 eu­ros

A ima­gem de mar­ca do Do­na Isil­da é o buf­fet de pre­ço fi­xo (20 eu­ros), com gran­de va­ri­e­da­de de op­ções.

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