VIS­TA DI­RE­TA PA­RA O DOURO

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«No­ve me­ses de in­ver­no, três me­ses de in­fer­no», cos­tu­ma di­zer-se no Douro, em re­la­ção ao cli­ma. O ca­lor in­fer­nal tem lu­gar em ju­lho, agos­to e se­tem­bro, quer di­zer que já en­trá­mos no in­ver­no? Na­da dis­so. A fra­se – for­te, co­mo con­vém a qual­quer fra­se que se quer de­fi­ni­ti­va – ser­ve pa­ra ca­ra­te­ri­zar a re­gião e os seus vi­nhos, que de­vem mui­ta da sua qua­li­da­de a es­tas tem­pe­ra­tu­ras ex­tre­mas. Di­ta­dos po­pu­la­res à par­te, o mês de ou­tu­bro con­ti­nua a ser per­fei­to pa­ra vi­si­tar mui­tas das su­as quin­tas, en­tre elas a Quin­ta do Pô­pa, lo­ca­li­za­da em Ado­ri­go, a dois pas­sos da EN222. Uma quin­ta re­cen­te – até 2003 cha­ma­va-se Quin­ta do Vi­di­e­do, al­tu­ra em foi com­pra­da pe­la «fa­mí­lia Pô­pa» – ge­ri­da por gen­te jo­vem e com uma al­ma ir­re­ve­ren­te. São vá­ri­os os sí­ti­os on­de se po­de sen­tar (ou estender a to­a­lha) pa­ra ob­ser­var a pai­sa­gem, sem­pre com o rio ao fun­do.

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