7. PENDURAMOS UMA MI­CRO-CAR­TEI­RA À CIN­TU­RA…

Máxima - - Feira Das Vaidades -

… à vol­ta do pes­co­ço ou en­fi­a­mo-la num sa­co de plás­ti­co (rí­gi­do e com um lo­gó­ti­po de mar­ca). A men­sa­gem su­bli­mi­nar des­tas for­mas au­da­ci­o­sas de usar uma car­tei­ra é a mes­ma trans­mi­ti­da por an­dar com uma bol­sa des­por­ti­va em bai­xo do bra­ço (Pri­ma­ve­ra pas­sa­da): “O prá­ti­co não é chi­que!” Ter uma “coi­si­nha” ati­ra­da por ci­ma do cor­po ou ata­da à cin­tu­ra é ago­ra bas­tan­te acei­tá­vel. Por ve­zes, a mo­da é uma as­ce­se. Quan­to a an­dar com uma car­tei­ra den­tro de ou­tra ma­la? Se as mais ele­gan­tes o fi­ze­ram du­ran­te to­do o Ve­rão, sa­can­do-a de um sa­co de com­pras, por que não con­ti­nu­ar a fa­zê-lo es­te In­ver­no, re­ti­ran­do-a de um sa­co trans­pa­ren­te? Bas­ta pen­sar ne­la co­mo uma bol­sa pa­ra o te­le­fo­ne pa­ra se­gu­rar na mão, em ca­so de ur­gên­cia. Não di­ga que não lhe da­mos su­ges­tões úteis.

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