COUNTDOWN DO PRA­ZER

Men's Health (Portugal) - - Por Dentro Do Orgasmo -

Os ci­en­tis­tas de­ram-nos os da­dos. Os te­ra­peu­tas se­xu­ais di­zem-lhe co­mo fa­zê-lo. Eis a fór­mu­la pa­ra vo­cê ser o rei dos orgasmos.

Pre­pa­re-se bem

Subs­ti­tua to­dos os “ini­bi­do­res” (cri­an­ças, so­gros) por “ex­ci­tan­tes” (mú­si­ca, ve­las ou lin­ge­rie). Di­ga-lhe o quan­to ela fi­ca sexy sob a luz das ve­las. Os pen­sa­men­tos ne­ga­ti­vos re­la­ti­vos ao cor­po di­mi­nu­em a ex­ci­ta­ção das mu­lhe­res sem­pre que ve­em por­no­gra­fia.

Vá de­va­gar

Não “ata­que” lo­go os ma­mi­los ou o cli­to­ris: eles não são bo­tões On. Se es­sas zo­nas não es­ti­ve­rem bem es­ti­mu­la­das po­de che­gar a ser do­lo­ro­so. Ob­ser­ve o cor­po de­la. Se ela es­ti­ver ar­re­pi­a­da é um bom si­nal. De­pois pe­ça-lhe pa­ra ela lhe mos­trar o que mais de­se­ja.

Com cal­ma

Pre­pa­ra­do pa­ra a pe­ne­tra­ção? Per­gun­te-lhe pri­mei­ro. Hú­mi­do não sig­ni­fi­ca pron­to. É por is­so que o lu­bri­fi­can­te é um mau subs­ti­tu­to pa­ra os pre­li­mi­na­res. As pa­re­des va­gi­nais de­vem es­tar hú­mi­das e re­ce­ti­vas. Es­ti­mu­le a vul­va com o seu pé­nis, fa­ça pe­que­nas in­ves­ti­das ou dei­xe que se­ja ela a fa­zê-lo. Li­mi­te-se a ob­ser­var.

Es­ti­mu­le vá­ri­as áre­as

Al­guns pe­ri­tos di­zem que o or­gas­mo fe­mi­ni­no po­de sur­gir atra­vés de vá­ri­as zo­nas além do clí­to­ris, ma­mi­los, ló­bu­los da ore­lha, cér­vix e pon­to-G. Fa­ça as su­as pró­pri­as ex­pe­ri­ên­ci­as. Bei­je-lhe o pes­co­ço, aca­ri­cie o fun­do das cos­tas, sus­sur­re ao ou­vi­do. E ex­pe­ri­men­te es­ti­mu­lar o clí­to­ris du­ran­te a pe­ne­tra­ção.

Não se pre­o­cu­pe com ela

As su­as per­gun­tas bem in­ten­ci­o­na­das (es­tás qua­se?) po­dem in­ter­rom­per o flu­xo de­la. Pre­o­cu­pe-se an­tes nos pon­tos de con­tac­to, co­mo as vos­sas mãos en­tre­la­ça­das, on­de as bar­ri­gas se to­cam, co­mo os sei­os de­la se com­por­tam quan­do to­cam nos seus lá­bi­os. Con­cen­tre-se com a tex­tu­ra, tem­pe­ra­tu­ra e... hu­mi­da­de.

Di­vir­ta-se!

O hu­mor aju­da a des­li­gar os pen­sa­men­tos do cé­re­bro e is­so per­mi­te que os dois se con­cen­trem ape­nas no pra­zer. Não exis­te uma fór­mu­la má­gi­ca e o pra­zer é que in­te­res­sa. Se es­cor­re­gar e cair da ca­ma, não se pre­o­cu­pe. Na­da co­mo re­to­mar on­de pa­ra­ram... com umas bo­as gar­ga­lha­das pe­lo meio. Fá­cil!

Sin­cro­ni­zem-se

Um rit­mo es­tá­vel é o se­gre­do. Co­me­ce com uma pres­são e rit­mo que se­jam naturais. Fa­ça pe­que­nas e de­li­ca­das per­gun­tas pa­ra am­bos en­tra­rem na mes­ma on­da: “Mais de­pres­sa?”; “Mais de­va­gar?”; “Sa­be-te bem as­sim?”. Evi­te per­gun­tas co­mo: “O que de­vo fa­zer ago­ra?”. E quan­do ela es­ti­ver qua­se, man­te­nha o rit­mo!

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