DA APA­NHA ATÉ À GAR­RA­FA

Metro Portugal (Lisbon) - - FOCUS -

1 Após a apa­nha, as azei­to­nas são la­va­das e lim­pas pa­ra tirar fo­lhas e ra­mos. É tam­bém al­tu­ra de pe­sar a azei­to­na.

2 Fran­cis­co Cas­ta­nhei­ra, o an­fi­trião na Her­da­de do Marmelo, Fer­rei­ra do Alen­te­jo. O en­ge­nhei­ro, na­tu­ral de Cas­cais, já tra­ba­lhou em paí­ses co­mo An­go­la ou Mo­çam­bi­que an­tes de fa­zer par­te dos qua­dros da Oli­vei­ra da Ser­ra.

3 As azei­to­nas são trans­por­ta­das pa­ra um de­pó­si­to de 45 to­ne­la­das. Co­me­ça en­tão a mo­en­da, re­sul­tan­do no que se cha­ma pas­ta de azei­to­na, que de­pois é cen­tri­fu­ga­da se­pa­ran­do-se, as­sim, o azei­te da pas­ta, do ca­ro­ço e do ba­ga­ço.

4 No la­bo­ra­tó­rio re­gis­ta-se a qua­li­da­de do azei­te.

5 An­tes do trans­por­te em ca­miões cis­ter­na pa­ra a fá­bri­ca on­de se­rá en­gar­ra­fa­do e ro­tu­la­do (Bar­rei­ro), o azei­te fi­ca­rá umas ho­ras num dos 48 de­pó­si­tos da sa­la de ar­ma­ze­na­men­to.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Portugal

© PressReader. All rights reserved.