Ar­te cri­a­da con­tra a gu­er­ra

Ex­po­si­ção. A obra de artistas es­tran­gei­ros que fu­gi­ram à gu­er­ra e as po­si­ções an­ti­be­li­cis­tas es­tão, des­de on­tem, em fo­co na Fun­da­ção Gul­ben­ki­an, em Lis­boa.

Metro Portugal (Lisbon) - - CULTO - © DR

É o ca­so do ca­sal De­lau­nay. O ca­sal vi­veu um cur­to exí­lio em Por­tu­gal, em Vi­la do Con­de, de ju­nho de 1915 a janeiro de 1917, jun­tan­do em seu re­dor artistas co­mo Ama­deo de Sou­za-Car­do­so, Al­ma­da Ne­grei­ros, Edu­ar­do Viana, Jo­sé Pa­che­co e o pin­tor ame­ri­ca­no Sa­mu­el Hal­per. “A vi­da des­tes artistas já desaparecidos tem mui­to a ver com a si­tu­a­ção que se vi­ve atu­al­men­te no mun­do, de gu­er­ra e de re­fu­gi­a­dos”, co­men­tou Isabel Car­los, di­re­to­ra do Cen­tro de Ar­te Mo­der­na da Fun­da­ção Ca­lous­te Gul­ben­ki­an. “O Cír­cu­lo De­lau­nay” fi­ca pa­ten­te até 22 de fe­ve­rei­ro de 2016.

Tam­bém a ex­po­si­ção de­di­ca­da ao pin­tor Hein Sem­ke (1899-1995) – que se ra­di­cou em Por­tu­gal em 1929 e que aqui se ra­di­cou de­pois da as­cen­são na­zi na Ale­ma­nha – vai es­tar ex­pos­ta na Gul­ben­ki­an, na mos­tra “Um Ale­mão em Lis­boa”.

Uma pe­ça do pin­tor fran­cês Ro­bert De­lau­nay. A ex­po­si­ção “O Cír­cu­lo De­lau­nay” fi­ca pa­ten­te até fe­ve­rei­ro.

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