JORGE SI­MÕES

Metro Portugal (Lisbon) - - FOCUS -

Em se­tem­bro, um por­tu­guês ven­ceu o tí­tu­lo mun­di­al de ska­te: aos 20 anos, Jorge Si­mões ar­ra­sou na Fi­nal Mun­di­al do Red Bull Ska­te Ar­ca­de, em Lis­boa. O foi co­nhe­cer me­lhor es­te jo­vem do Por­to, que lar­gou o fu­te­bol por cau­sa do ska­te.

Co­mo é que tu­do co­me­çou? Quan­do é que co­me­çou a an­dar de ska­te? Co­me­çou tu­do quan­do ti­nha 9 anos. Um dia, fui a ca­sa do meu pri­mo pa­ra jo­gar fu­te­bol. Quan­do che­guei ele es­ta­va a an­dar de ska­te. Pe­di-lhe pa­ra ex­pe­ri­men­tar. E ado­rei. Es­ti­ve­mos a tar­de to­da a des­cer as ru­as. Nes­sa al­tu­ra, pe­di um ska­te à mi­nha mãe e ela não me deu [ri­sos]. De­pois, pe­di à mi­nha avó e pron­to, ela deu. Lar­guei o fu­te­bol. E co­me­cei a an­dar de ska­te. E dei­xou os seus pais pre­o­cu­pa­dos? Sim, mas dei­xei o meu pai ain­da mais pre­o­cu­pa­do por­que dei­xei o fu­te­bol. Nes­sa al­tu­ra jo­ga­va no Foz e fui cha­ma­do pa­ra o Bo­a­vis­ta e não quis ir [ri­sos]. E quan­do é que sur­gem as pro­vas? Is­so já só acon­te­ceu mais tar­de. A mi­nha mãe tem um ca­be­lei­rei­ro e, quan­do co­me­cei a pra­ti­car, só an­da­va lá ao pé do tra­ba­lho de­la, de um lado pa­ra ou­tro. O que ti­nha apren­di­do foi com o jo­go de ví­deo do Tony Hawk [“Tony Hawk’s Pro Ska­ter”]. De­pois é que a mi­nha avó me dis­se que ha­via pes­so­as a an­dar de ska­te na Ca­sa da Mú­si­ca.

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