“QU­E­RO UMA TÁ­BUA COM O MEU NO­ME”

Metro Portugal (Lisbon) - - FOCUS - PA­TRÍ­CIA TA­DEIA

Qual é o balanço que faz des­te ano? Es­te ano não par­ti­ci­pei em mui­tos cam­pe­o­na­tos, mas nos que fui ti­ve bons re­sul­ta­dos. Foi um ano em que apro­vei­tei o di­nhei­ro pa­ra vi­a­jar. Es­ti­ve na Chi­na e nos EUA só pa­ra fil­mar. Os cam­pe­o­na­tos são im­por­tan­tes pa­ra ter no­me, mas a prin­ci­pal ce­na do ska­te é fil­ma­gens, fo­to­gra­far, an­dar na rua a des­cer es­ca­das, cor­ri­mãos. É is­so que dá mé­ri­to ao ska­ter. No par­que é tu­do fá­cil, é tu­do li­so. Co­mo ava­lia o ska­te em Por­tu­gal? Lis­boa e Por­to são mui­to di­fe­ren­tes. Em Lis­boa há mui­tos ska­te­parks, e no Por­to não. No Por­to an­da-se mais na rua. Em Lis­boa mais no par­que. Acho que aqui de­vía­mos an­dar mais nos par­ques e em Lis­boa de­vi­am sair mais pa­ra a rua. Qual é o seu mai­or ob­je­ti­vo no mun­do do ska­te? Gos­ta­va de ter uma tá­bua ba­ti­za­da com o meu no­me. Quan­do is­so acon­te­ce no mun­do do ska­te, sig­ni­fi­ca que és pro­fis­si­o­nal. Era o que eu mais gos­ta­va.

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