CAN­ÇÕES E CUM­PLI­CI­DA­DE

Metro Portugal (Lisbon) - - CULTO -

Pri­mei­ro a ideia, de­pois os en­sai­os, os con­cer­tos e ago­ra um dis­co e DVD. Tan­tos anos de ami­za­de e cum­pli­ci­da­de ago­ra no pal­co. Co­mo é que vi­vem ago­ra es­te en­con­tro? Jorge Pal­ma (JP) – Vi­ve­mos re­me­di­a­dos (ri­sos). Es­ta­mos con­ten­tes. Sér­gio Go­di­nho (SG) – Foi sem­pre um pro­ces­so na­tu­ral e de na­tu­ral apro­fun­da­men­to que es­ta­va em po­tên­cia. Foi abrir os di­ques das nos­sas can­ções – e co­la­bo­ra­ções que já tí­nha­mos fei­to – e es­co­lher te­mas, mú­si­cos e cri­ar o con­cei­to de um es­pe­tá­cu­lo. Mas é um tra­ba­lho co­le­ti­vo: so­mos os mes­tres de es­co­la (ri­sos), mas é tu­do gen­te do qua­dro de hon­ra. Is­so é uma coi­sa que se no­ta: a sim­bi­o­se cri­a­ti­va en­tre vo­cês os dois e a ban­da. Hou­ve al­tu­ras em que dei por mim a pen­sar: “Es­ta mú­si­ca é do Sér­gio ou do Jorge?” SG– Is­so é bom si­nal! JP– Além das nos­sas in­di­ca­ções pa­ra as mú­si­cas que exis­ti­am, eles vi­e­ram com bas­tan­tes idei­as e apro­fun­da­ram a re­la­ção. Sa­bi­am que uni­ver­sos de um e do ou­tro é que que­ri­am le­var pa­ra o pal­co? Ape­sar de se­rem dois exí­mi­os le­tris­tas e com­po­si­to­res, têm for­mas di­fe­ren­tes de abor­da­gem às mú­si­cas. SG– Es­ta­va sub­ja­cen­te. Fi­ze­mos lis­tas das can­ções com­pa­tí­veis. JP– Acho que eram aque­las que ti­nham que ver com as nos­sas vi­das e vi­vên­ci­as. Pe­di­ram mú­si­cas um ao ou­tro? JP– Acon­te­ceu, cla­ro! Su­ge­ri­mos e im­pu­se­mos: “Qu­e­ro can­tar es­ta!”

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