“É ra­zoá­vel pa­gar-se pe­lo que usa­mos”

Metro Portugal (Lisbon) - - ECONOMIA - PAU­LO RODRIGUES SA­LES MA­NA­GER GTI SOFT­WARE & NETWOR­KING M.A.

Em que é que a GTI Soft­ware se di­fe­ren­cia da con­cor­rên­cia?

As prin­ci­pais di­fe­ren­ças es­tão no pri­vi­lé­gio e pri­o­ri­da­de que da­mos à for­ma­ção. En­ten­de­mos que apos­tar na for­ma­ção dos nos­sos par­cei­ros ao ní­vel de al­gu­mas tec­no­lo­gi­as é a cha­ve. O acom­pa­nha­men­to e as­ses­so­ria aos nos­sos par­cei­ros atra­vés de uma equi­pa co­mer­ci­al es­pe­ci­a­li­za­da é ou­tro dos as­pe­tos que con­si­de­ra­mos re­le­van­tes.

A Cloud é a prin­ci­pal di­fe­ren­ça nos atu­ais mo­de­los de ne­gó­cio?

A Cloud dei­xou de ser ten­dên­cia pa­ra ser uma apos­ta es­tra­té­gi­ca. Agi­li­za o ne­gó­cio, dis­po­ni­bi­li­za a tec­no­lo­gia de for­ma mais con­sis­ten­te e rá­pi­da. Per­mi­te tam­bém ao ní­vel eco­nó­mi­co ou­tro ti­po de fle­xi­bi­li­da­de. Os prin­ci­pais fa­bri­can­tes a ní­vel mun­di­al sus­ten­tam que é es­te o ca­mi­nho a se­guir e os seus in­ves­ti­men­tos vão nes­se sen­ti­do.

Que balanço faz do ano de 2015 e quais as ex­pe­ta­ti­vas pa­ra 2016?

2015: ano tur­bu­len­to, mas per­mi­tiu o de­sen­vol­vi­men­to e dis­po­ni­bi­li­za­ção de no­vos for­ma­tos de ne­gó­cio, o mo­de­lo de PA­GO-POR-USO co­me­çou a ser ado­ta­do, e en­ten­do que se­rá uma das gran­des trans­for­ma­ções do ne­gó­cio em 2016. É ló­gi­co e ra­zoá­vel pa­gar-se pe­lo que efe­ti­va­men­te usa­mos a ní­vel das tec­no­lo­gi­as.

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