Troll da sor­te

Metro Portugal (Lisbon) - - LAZER - CA­TA­RI­NA PO­DE­RO­SO

1959, Di­na­mar­ca Co­mo mui­tos dos brin­que­dos que já abor­dá­mos no “Ob­je­to de Cul­to”, o troll da sor­te foi cri­a­do por um pai sem di­nhei­ro pa­ra com­prar um pre­sen­te de Na­tal pa­ra a sua fi­lha. Des­ta fei­ta, o pai era Tho­mas Dam e a fi­lha era Li­la que, sa­tis­fei­ta da vi­da com o seu troll, foi a in­ve­ja do bair­ro na­que­le ano na ci­da­de di­na­mar­que­sa de Gjøl. Es­te bo­ne­co, que tem co­mo ins­pi­ra­ção os gno­mos das len­das es­can­di­na­vas, foi a ver­da­dei­ra lou­cu­ra nos anos 1990 – por cá, a pri­mei­ra edi­ção da re­vis­ta Su­per Jo­vem te­ve um troll co­mo ofer­ta. A dé­ca­da de 90 tam­bém fi­cou mar­ca­da pe­la ten­ta­ti­va de tor­nar o troll um brin­que­do “mas­cu­li­no”, sen­do que fo­ram cri­a­dos os The Ori­gi­nal Bat­tle Trolls – bas­tan­te me­nos sim­pá­ti­cos e fo­fi­nhos que os ori­gi­nais, di­ga- se des­de já. No fi­nal des­te ano es­tre­a­rá no ci­ne­ma um fil­me com trolls com chan­ce­la da Dre­amworks.

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