Bu­da­pes­te, di­vi­di­da pe­lo Da­nú­bio, tem en­can­tos nas du­as mar­gens do rio

Se­pa­ra­das pe­lo rio Da­nú­bio, Buda e Pes­te for­mam a ca­pi­tal da Hun­gria, Bu­da­pes­te. Tam­bém di­vi­di­mos o nos­so “mi­ni- guia” ao meio pa­ra o aju­dar a des­co­brir es­ta ci­da­de nu­mas “mi­ni-fé­ri­as”.

Metro Portugal (Lisbon) - - PRIMEIRA PÁGINA - CA­TA­RI­NA PO­DE­RO­SO

BUDA.

Co­me­ce a sua vi­si­ta pe­lo la­do de Buda no fu­ni­cu­lar, que o le­va­rá ra­pi­da­men­te até à zo­na do cas­te­lo. Des­truí­do to­tal­men­te na Se­gun­da Guer­ra Mun­di­al, o cas­te­lo de Buda al­ber­ga ho­je em dia a Galeria Na­ci­o­nal e a Igre­ja Mathi­as, que her­dou o seu no­me gra­ças ao rei que a man­dou cons­truir. Do la­do opos­to ao rio da co­li­na do cas­te­lo fi­ca o Museu Hos­pi­tal na Ro­cha, que, co­mo o no­me in­di­ca, foi um apro­vei­ta­men­to de ve­lhas ade­gas da ci­da­de em al­go mais útil pa­ra um país em guer­ra. Ser­viu co­mo abri­go à po­pu­la­ção, e foi uma dor de ca­be­ça pa­ra os ini­mi­gos. Mais à fren­te, a Ci­ta­del­la tem no seu to­po a es­tá­tua da Li­ber­da­de, que pa­re­ce es­ti­car as su­as mãos – que se­gu­ram uma fo­lha de pal­mei­ra – à ci­da­de. Cons­truí­da em 1929 por um gru­po de pe­re­gri­nos que vol­ta­va de Lourdes, a Igre­ja da Ca­ver­na é um lo­cal de re­fle­xão, mas de vi­si­ta obri­ga­tó­ria. Ter­mi­ne o pas­seio por Buda com um mer­gu­lho nas ter­mas Gél­lert, as mais bo­ni­tas da ci­da­de.

PES­TE.

O me­tro de Bu­da­pes­te é con­si­de­ra­do o mais an­ti­go da Eu­ro­pa e as su­as mui­tas es­ta­ções tor­nam fá­cil an­dar pe­la ci­da­de. Su­ge­ri­mos que co­me­ce a sua vi­si­ta a Pes­te na Pra­ças dos He­róis, a mai­or da ci­da­de, no to­po da Avenida An­drás­sy. Na mes­ma Avenida, vi­si­te a Ca­sa do Terror, um museu do Ho­lo­caus­to em que a du­re­za da His­tó­ria ali con­ta­da po­de cho­car os mais sen­sí­veis. O Par­la­men­to – ins­pi­ra­do no de Lon­dres – tem uma cú­pu­la com 96 m, uma ho­me­na­gem ao ani­ver­sá­rio da fun­da­ção da Hun­gria no ano 896. Ao la­do tem o Museu Et­no­grá­fi­co, on­de po­de fi­car a co­nhe­cer o dia a dia hún­ga­ro ao lon­go da his­tó­ria. Na ou­tra pon­ta de Pes­te, e pa­ra quem gos­ta de com­pras, a Rua Vá­ci é o lo­cal ide­al, com lo­jas por­ta sim por­ta sim. No fim da rua, o mercado Cen­tral, em tem­pos uma an­ti­ga es­ta­ção, tem um tru­que: as pri­mei­ras lo­jas são “pa­ra tu­ris­ta”, lo­go, mais ca­ras. Se qui­ser com­prar paprica co­mo sou­ve­nir, aven­tu­re-se por den­tro do mercado.

Fi­na­li­ze a vi­si­ta no Bair­ro Ju­deu, com a mai­or Si­na­go­ga lo­cal.

O cas­te­lo no la­do de Buda tem uma vis­ta pri­vi­le­gi­a­da pa­ra Pes­te.

A Ca­sa do Terror re­lem­bra as ví­ti­mas do Ho­lo­caus­to. No Bair­ro Ju­deu ain­da há mar­cas da guer­ra.

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