OB­JE­TO DE CUL­TO

Metro Portugal (Lisbon) - - LAZER - CA­TA­RI­NA PO­DE­RO­SO

Fi­nal dos anos de 1970 – Por­tu­gal Mes­mo num pe­río­do pós-Pás­coa, em que pro­me­te­mos não co­mer mais do­ces, a re­a­li­da­de é que há sem­pre es­pa­ço pa­ra Pin­ta­ro­las, cer­to? As Pin­ta­ro­las, co­lo­ri­das pas­ti­lhas de cho­co­la­te de lei­te re­ves­ti­das de açú­car de vá­ri­as co­res, fo­ram lan­ça­das por cá pe­la Im­pe­ri­al, acom­pa­nha­das por um di­ver­ti­do tu­bo. O no­me, Pin­ta­ro­las, vem de vá­ri­as ex­pres­sões que as cri­an­ças na al­tu­ra usa­ram pa­ra des­cre­ver es­ta no­va gu­lo­sei­ma: “Tem mui­ta pinta!”, “Que Pinta!” ou “Que Pin­ta­ro­la!”. Ho­je em dia, as Pin­ta­ro­las ex­pan­di­ram o seu ra­mo pa­ra ou­tras ca­te­go­ri­as do­ces, co­mo ovos da Pás­coa com Pin­ta­ro­las, e até re­cei­tas de bo­los com es­tas bo­li­nhas co­lo­ri­das. E ago­ra, com a vos­sa li­cen­ça, que es­ta cai­xi­nha de Pin­ta­ro­las não se de­gus­ta so­zi­nha.

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