Re­du­ção da mor­ta­li­da­de

Saú­de. A mor­ta­li­da­de por do­en­ças cé­re­bro-car­di­o­vas­cu­la­res atin­giu 29,5%, em 2013, man­ten­do uma tra­je­tó­ria de des­ci­da nos úl­ti­mos 30 anos e re­gis­tan­do o va­lor mais bai­xo de sem­pre.

Metro Portugal (Lisbon) - - PRIMEIRA PÁGINA -

Do­en­ças cé­re­bro-car­di­o­vas­cu­la­res di­mi­nu­em 15% em 25 anos

Em 1988, a mor­ta­li­da­de por do­en­ças cé­re­bro-car­di­o­vas­cu­la­res em Portugal era de 44,4%. Em 2013, e de acor­do com da­dos do Pro­gra­ma Na­ci­o­nal das Do­en­ças Cé­re­bro-Car­di­o­vas­cu­la­res, o nú­me­ro des­ceu pa­ra 29,5%, o mais bai­xo de sem­pre. As do­en­ças cé­re­bro-car­di­o­vas­cu­la­res são um dos te­mas em des­ta­que no Con­gres­so Por­tu­guês de Car­di­o­lo­gia 2016, que de­cor­re en­tre os dias 23 e 25 de abril, no Ti­vo­li Ma­ri­na Ho­tel, em Vi­la­mou­ra.

Ape­sar des­ta evo­lu­ção po­si­ti­va, a So­ci­e­da­de Por­tu­gue­sa de Car­di­o­lo­gia (SPC) re­cor­da que as do­en­ças cé­re­bro-car­di­o­vas­cu­la­res con­ti­nu­am a ocu­par o primeiro lu­gar nas cau­sas de mor­te dos por­tu­gue­ses com me­nos de 70 anos, à fren­te dos tu­mo­res ma­lig­nos que são res­pon­sá­veis por cer­ca de 25% da mor­ta­li­da­de.

“As do­en­ças cé­re­bro-car­di­o­vas­cu­la­res in­clu­em as do­en­ças car­di­o­vas­cu­la­res (do­en­ça car­día­ca isqué­mi­ca ou do­en­ça coronária) e as do­en­ças ce­re­bro­vas­cu­la­res (AVC isqué­mi­co ou trom­bó­ti­co)”, in­for­ma a SPC.

A as­so­ci­a­ção re­cor­da ain­da que se re­du­zi­ram os va­lo­res de mor­ta­li­da­de car­di­o­vas­cu­lar nas úl­ti­mas três dé­ca­das, “mui­to gra­ças aos es­for­ços re­a­li­za­dos com cam­pa­nhas de pre­ven­ção, edu­ca­ção e cons­ci­en­ci­a­li­za­ção da po­pu­la­ção que fo­ram sen­do lan­ça­das ao lon­go dos anos”.

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