Gré­cia re­cua com a troi­ka

Zo­na Euro. O go­ver­no gre­go diz não ter mei­os pa­ra exe­cu­tar al­gu­mas das me­di­das acor­da­das há uma semana em Bru­xe­las.

Metro Portugal (Lisbon) - - ECONOMIA -

Se­gun­do es­cre­ve a agên­cia Reuters, que ci­ta três fon­tes pró­xi­mas das ne­go­ci­a­ções, Ate­nas es­ta­rá mes­mo a avi­sar os cre­do­res eu­ro­peus e o Fun­do Mo­ne­tá­rio In­ter­na­ci­o­nal (FMI), aler­tan­do pa­ra as di­fi­cul­da­des em cum­prir o acor­da­do.

De acor­do com o jor­nal gre­go To Vi­ma, o pri­mei­ro-mi­nis­tro Ale­xis Tsi­pras não te­rá ba­se po­lí­ti­ca pa­ra apro­var re­du­ções nos com­ple­men­tos de pen­são nem pa­ra avan­çar com a pri­va­ti­za­ção da elé­tri­ca es­ta­tal.

A ban­ca­da par­la­men­tar do Sy­ri­za/Anel tam­bém não es­ta­rá de acor­do com a pro­pos­ta do go­ver­no pa­ra li­dar com o cré­di­to mal-pa­ra­do na ban­ca.

Na ori­gem des­te re­cuo do go­ver­no gre­go po­de­rá es­tar a li­ber­ta­ção pro­gres­si­va – dis­tri­buí­da por vá­ri­as tran­ches – de 10.300 M€ acor­da­dos na semana pas­sa­da em Bru­xe­las, sen­do que o pri­mei­ro de- sem­bol­so, de 7.500 M€, de­ve­rá ocor­rer em ju­nho. Ain­da as­sim, fon­te do exe­cu­ti­vo ga­ran­tiu à Reuters: “Não es­ta­mos a fa­zer quais­quer al­te­ra­ções subs­tan­ci­ais. Es­ta­mos a pros­se­guir com al­te­ra­ções téc­ni­cas que fo­ram dis­cu­ti­das.”

EPA

Eu­ro­gru­po acor­dou dar 10.300 M€ à Gré­cia, mas a re­es­tru­tu­ra­ção da dí­vi­da de­ve­rá fi­car adi­a­da até 2018.

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