OB­JE­TO DE CULTO

Metro Portugal (Lisbon) - - CINEMA - C.P.

Áfri­ca do Sul Em se­ma­na de ar­ran­que de Eu­ro­peu de Fu­te­bol – co­me­ça a 10 de ju­nho, em Fran­ça –, re­lem­bra­mos aque­le Ob­je­to que, du­ran­te o Mun­di­al de 2010, na Áfri­ca do Sul, ator­men­tou to­dos os que que­ri­am as­sis­tir a um jo­go de fu­te­bol sem ou­vir o som de uma... vu­vu­ze­la. O som é tão per­tur­ba­dor pa­ra o am­bi­en­te de um jo­go de fu­te­bol que o seu uso foi proi­bi­do em vá­ri­os cam­pe­o­na­tos da Eu­ro­pa. A sua ori­gem re­mon­ta às tri­bos an­ces­trais sul-afri­ca­nas, em que a vu­vu­ze­la era fei­ta a par­tir de uma has­te de um an­tí­lo­pe, nes­te ca­so uma im­pa­la, e era usa­da pa­ra con­vo­car reu­niões nas tri­bos. A ver­são de plás­ti­co tor­nou-se po­pu­lar na Áfri­ca do Sul a par­tir da dé­ca­da de 1990. Na Áfri­ca do Sul, as vu­vu­ze­las são le­va­das tão a sé­rio que ca­da equi­pa tem di­rei­to à sua cor – as vu­vu­ze­las da cla­que dos po­pu­la­res Kai­zer Chi­efs são ama­re­las e en­car­na­das, en­quan­to as da cla­que dos ri­vais Or­lan­do Pi­ra­tes são ma­gen­ta cor de ti­jo­lo. Ca­ro lei­tor, ape­sar de aqui re­cor­dar­mos es­te Ob­je­to de Culto, pe­di­mos que, a to­car uma vu­vu­ze­la, que se­ja a mú­si­ca dos Bu­ra­ka Som Sis­te­ma com es­se no­me “Vu­vu­ze­la (Car­na­val)”.

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