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OftalPro - - INQUÉRITO -

O en­vol­vi­men­to da fa­mí­lia e dos mem­bros da re­de so­ci­al do do­en­te cons­ti­tui um meio pri­vi­le­gi­a­do de ob­ten­ção de in­for­ma­ção clí­ni­ca e um con­tri­bu­to im­por­tan­te pa­ra a pres­ta­ção dos cui­da­dos de saú­de. No en­tan­to, há si­tu­a­ções em que a sua pre­sen­ça é con­train­di­ca­da co­mo por exem­plo na sus­pei­ta de vi­o­lên­cia. A fa­mí­lia par­ti­lha mui­tas ve­zes fa­to­res de ris­co pa­ra de­ter­mi­na­das do­en­ças, os as­pe­tos psi­cos­so­ci­ais re­la­ci­o­nam-se com a sus­ce­ti­bi­li­da­de à do­en­ça e o su­por­te fa­mi­li­ar e so­ci­al é mui­tas ve­zes im­por­tan­te na ges­tão da saú­de e da do­en­ça. Quan­do a fa­mí­lia apoia as re­co­men­da­ções clí­ni­cas, o do­en­te po­de fi­car mais dis­po­ní­vel pa­ra o tra­ta­men­to. Co­nhe­cer a fa­mí­lia per­mi­te, nes­tes ca­sos, ob­ter um apoio que con­tri­bui­rá pa­ra o cum­pri­men­to efe­ti­vo das re­co­men­da­ções te­ra­pêu­ti­cas. Ao li­dar com as fa­mí­li­as, o clí­ni­co de­ve ser im­par­ci­al, ter ca­pa­ci­da­de de mo­de­ra­ção, ge­rir con­fli­tos e li­dar com as emo­ções. JB: O pa­pel da fa­mí­lia das cri­an­ças é fun­da­men­tal, já que es­tas se­guem com fa­ci­li­da­de o que os pais lhes pe­dem. Com mui- to diá­lo­go é pos­sí­vel en­vol­ver a fa­mí­lia, que as­sim não é obs­tá­cu­lo à re­cu­pe­ra­ção.

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