SE­CA EM POR­TU­GAL ES­TÁ A FA­ZER AU­MEN­TAR AS EMIS­SÕES PO­LU­EN­TES

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De acor­do com a as­so­ci­a­ção Ze­ro, a se­ca que se fez sen­tir ao lon­go do ano em Por­tu­gal, ali­a­da aos in­cên­di­os, po­de vir a tor­nar 2017 no ano com as mai­o­res emis­sões des­de o iní­cio da dé­ca­da. Os cál­cu­los fo­ram fei­tos a par­tir da ba­se de da­dos da Re­de Ener­gé­ti­ca Na­ci­o­nal, com a Ze­ro a in­di­car que a se­ca «con­du­ziu a uma di­mi­nui­ção dramática da pro­du­ção de elec­tri­ci­da­de atra­vés das gran­des bar­ra­gens e um au­men­to enor­me do re­cur­so às cen­trais tér­mi­cas». O to­tal de con­tri­bui­ção da pro­du­ção de elec­tri­ci­da­de pro­ve­ni­en­te de fon­tes re­no­vá­veis re­du­ziu-se 23,3%, em re­la­ção ao con­su­mo em Por­tu­gal. Os cál­cu­los da Aze­ro apon­tam pa­ra emis­sões as­so­ci­a­das à pro­du­ção de elec­tri­ci­da­de de cer­ca de 24 mi­lhões de to­ne­la­das de dió­xi­do de car­bo­no, en­tre Ja­nei­ro e Se­tem­bro – um au­men­to de cer­ca de 5,7 mi­lhões de to­ne­la­das com­pa­ra­do com o mesmo pe­río­do de 2016.

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