PETISCARIA SAN­TO ANTÓNIO

Publico - Fugas - - GASTRONOMIA -

Rua da Fá­bri­ca, 93/ Rua da As­sun­ção, 40. Por­to 938 704 632 http://www.petiscaria.pt/lo­ja/pt/ Ho­rá­ri­os: Ter­ça a Quin­ta das 12h30 às 24h; Sex­ta e Sá­ba­do das 12h às 24h30 nhas feitas com mui­to amor”, re­ve­la quan­do sai da co­zi­nha de sor­ri­so ras­ga­do e len­ço na ca­be­ça.

To­das as re­cei­tas que pre­pa­ra são an­ti­gas, co­zi­nha­das a par­tir de in­gre­di­en­tes por­tu­gue­ses com es­pe­ci­a­ri­as que vêm de to­do o la­do do mun­do, não ti­ves­sem os por­tu­gue­ses “uma per­ni­nha em ca­da la­do”.

To­das as três pe­tis­ca­ri­as são pequenas, com as me­sas pró­xi­mas umas das ou­tras (à sex­ta-fei­ra e ao sá­ba­do re­co­men­da-se fa­zer re­ser­va) e além das con­ver­sas en­tre cli­en­tes e os da ca­sa, é cos­tu­me ou­vir-se ao fun­do a gui­tar­ra do Car­los Pa­re­des e o fa­do da Amá­lia.

As mo­e­las em vi­nho do Por­to com gen­gi­bre e noz-mos­ca­da (3,5 €), os pei­xi­nhos da hor­ta, a sa­la­da de po­ta e o chou­ri­ço as­sa­do (6 €) che­gam à me­sa em mui­tos pra­ti­nhos di­fe­ren­tes. Acon­se­lham as re­gras da tas­ca que ca­da um pe­ça o seu fa­vo­ri­to e de­pois, pe­tis­ca-se um pou­co de to­dos.

Para acom­pa­nhar os me­xi­lhões, além do pão para mo­lhar sem ver­go­nha no mo­lho, a co­zi­nhei­ra en­ca­mi­nha Pat­tria, uma cer­ve­ja ar­te­sa­nal que é fei­ta só para aque­la petiscaria – e que pode ser en­co­men­da­da on­li­ne no si­te do res­tau­ran­te.

Tam­bém aí vai ser pos­sí­vel pas­sar a com­prar la­tas de con­ser­va da mar­ca Petiscaria San­to António, que além da oferta co­mum do atum e sar­di­nha em to­ma­te vai ter ou­tras op­ções me­nos tra­di­ci­o­nais co­mo o ba­ca­lhau com alho, me­xi­lhão fu­ma­do e fi­le­tes de pes­ca­da. No si­te da tas­ca é já pos­sí­vel en­co­men­dar mui­tos dos in­gre­di­en­tes usa­dos nes­ta co­zi­nha do Por­to on­de são usa­dos pro­du­tos de to­do o país, des­de as car­nes fu­ma­das do Alen­te­jo, as con­ser­vas aço­ri­a­nas San­ta Ca­ta­ri­na, as alhei­ras de Trás-os Mon­tes e cla­ro, o vi­nho do Por­to. A ideia é que a ex­pe­ri­ên­cia que ali se tem com a co­mi­da por­tu­gue­sa não dei­xe sau­da­de en­tre o momento de pa­gar a con­ta e a vez se­guin­te que volta para pe­tis­car na San­to António.

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