Quem ma­tou o cons­pi­ra­dor?

Publico - Fugas - - SEMANA DE LAZER -

De­pois de ter si­do as­som­bra­da pe­lo te­a­tro Re­fle­xo, a Quin­ta No­va da As­sun­ção, em Belas, volta a ser ce­ná­rio de uma “pe­ça imer­si­va”: 1908, uma cri­a­ção da Don’Ade­lai­de Pro­du­ções, co-pro­du­zi­da pe­la com­pa­nhia By­fur­ca­ção e pe­la Câ­ma­ra Mu­ni­ci­pal de Sin­tra. Em vez de ca­ça-fan­tas­mas, con­vo­ca in­ves­ti­ga­do­res im­pro­vi­sa­dos – o que não sig­ni­fi­ca au­sên­cia de sus­tos. Nes­te clu­e­do de épo­ca – ide­al para gru­pos de ami­gos e ac­ções de te­am buil­ding –, es­pec­ta­do­res mis­tu­ram-se com (e trans­for­mam-se em) ac­to­res para so­lu­ci­o­nar um mis­té­rio. A His­tó­ria de Por­tu­gal for­ne­ce os fac­tos-ba­se do en­re­do. Dois anos an­tes do re­gi­cí­dio que vi­ti­mou D. Car­los, um dos cons­pi­ra­do­res é as­sas­si­na­do. Na se­de se­cre­ta da Car­bo­ná­ria é pre­ci­so des­co­brir quem o ma­tou. Não fal­tam sus­pei­tos nem mo­ti­vos: o Grão-Mes­tre es­tá pre­so e há jo­gos de poder a ca­da es­qui­na. Di­vi­di­dos em gru­pos con­cor­ren­tes, os vi­si­tan­tes vão ter de pro­ce­der a in­ter­ro­ga­tó­ri­os e pres­tar aten­ção às pis­tas dei­xa­das pe­los can­tos do pa­la­ce­te oi­to­cen­tis­ta. Que co­me­cem as in­ves­ti­ga­ções.

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