En­quan­to fa­zia a pon­cha — le­va tem­po a dis­sol­ver o mel —, o se­nhor co­me­çou a ga­nhar ba­lan­ço e a ex­pli­car-me que a ver­da­dei­ra pon­cha le­va água quen­te e é ser­vi­da quen­te pa­ra aque­cer a tri­pa nas ma­dru­ga­das fres­cas

Publico - Fugas - - O GATO DAS BOTAS -

com gás mas eu gos­to mais da ver­são ori­gi­nal. Co­mo o copo é ro­bus­to, mais pa­re­cen­do um fras­co, gos­to de cor­tar uma li­ma in­tei­ra em qua­tro e, usan­do um pi­lão de cai­pi­ri­nha, amas­so a li­ma (so­bre­tu­do a cas­ca) no mel. Tam­bém gos­to de au­men­tar a quan­ti­da­de de su­mo de li­ma (pa­ra 10 gra­mas) e bai­xar o mel (pa­ra 7 gra­mas). Mas is­so são afi­na­ções. Em­bo­ra as afi­na­ções se­jam tu­do, ob­vi­a­men­te.

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