Mer­ca­do­na in­ves­te 25 mi­lhões em quatro uni­da­des na zo­na Nor­te

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De­pois de anun­ci­a­do o ar­ran­que do pro­ces­so de ex­pan­são ex­ter­na da Mer­ca­do­na, a mai­or dis­tri­bui­do­ra ali­men­tar espanhola, em Portugal, com quatro lo­jas inau­gu­ra­das até 2019, foi ago­ra re­ve­la­do que, de­pois da abertura das du­as pri­mei­ras lo­jas em Matosinhos e Ca­ni­de­lo, a marca re­ve­lou a lo­ca­li­za­ção dos outros dois es­pa­ços. Um de­les vai ficar no cen­tro de Vi­la No­va de Gaia e ou­tro se­rá aber­to em Gon­do­mar. No to­tal, o in­ves­ti­men­to é de 25 mi­lhões de eu­ros.

Por ou­tro la­do, a ca­deia, que em Es­pa­nha tem mais de 1600 lo­jas e em­pre­ga 79 mil pes­so­as, vai de­sen­vol­ver o seu cen­tro lo­gís­ti­co na Pó­voa do Var­zim. A em­pre­sa ga­ran­tiu que vai gas­tar mais de 50 mil eu­ros por ca­da co­la­bo­ra­dor na sua for­ma­ção. O pla­no de in­ter­na­ci­o­na­li­za­ção da ca­deia espanhola te­rá o seu iní­cio na zo­na Nor­te do país da­da a pro­xi­mi­da­de à Ga­li­za e Cas­te­la e Leão.

A sociedade foi re­gis­ta­da no nos­so país com a de­sig­na­ção Ir­mã­do­na, com vis­ta a “as­se­gu­rar que a operação da Mer­ca­do­na em Portugal cumpre to­dos os re­qui­si­tos fiscais”. Nes­te mo­men­to a em­pre­sa encontra-se em fa­se de in­te­gra­ção dos candidatos já se­le­ci­o­na­dos: são “120 [car­gos] di­re­ti­vos, que irão li­de­rar o pro­je­to em Portugal, e 30 ana­lis­tas de cam­po de pro­du­tos fres­cos”, re­fe­re a em­pre­sa.

Cen­tro de Coi­no­va­ção em Matosinhos

Em pa­ra­le­lo, a em­pre­sa abriu as por­tas do seu Cen­tro de Coi­no­va­ção, lo­ca­li­za­do em Matosinhos. Es­te es- pa­ço, com mais de 1.000 m2, es­tá des­ti­na­do a es­tu­dar, em cons­tan­te co­la­bo­ra­ção com os cli­en­tes, os há­bi­tos e pre­fe­rên­ci­as do con­su­mi­dor por­tu­guês para de­sen­vol­ver uma ga­ma de pro­du­tos efi­caz e ino­va­do­ra.

A Mer­ca­do­na re­fe­re que es­te “gran­de laboratório de idei­as” pre- ten­de de­sen­vol­ver, com a co­la­bo­ra­ção do “Chefe” (co­mo a ca­deia de­no­mi­na o cli­en­te), a sua ga­ma de pro­du­tos em Portugal.

Em con­cre­to, a em­pre­sa ex­pli­cou co­mo im­pul­si­o­na nes­te cen­tro o seu Mo­de­lo de Coi­no­va­ção se­gun­do a de­no­mi­na­da “Es­tra­té­gia Aven­tal”. Atra­vés des­ta es­tra­té­gia, a marca dis­põe de es­pe­ci­a­lis­tas que se en­car­re­gam de cap­tar as ne­ces­si­da­des dos cli­en­tes, es­cu­tar e ob­ser­var os seus gos­tos e pre­fe­rên­ci­as.

Es­te pro­ces­so per­mi­te, pos­te­ri­or- men­te, trans­mi­tir to­da es­sa in­for­ma­ção aos for­ne­ce­do­res es­pe­ci­a­li­za­dos para que, de­pen­den­do do ca­so, se me­lho­rem os pro­du­tos ou se de­sen­vol­vam no­vas soluções ino­va­do­ras que, em muitas oca­siões, se con­ver­tem num êxi­to de ven­das, com­pro­van­do que a agi­li­da­de em ino­var e cri­ar novos pro­du­tos de­pen­de da ca­pa­ci­da­de de co­la­bo­rar e apren­der com as ex­pe­ri­ên­ci­as dos cli­en­tes me­di­an­te uma ver­da­dei­ra “cultura de ino­va­ção”.

Es­te Cen­tro de Coi­no­va­ção, que se junta aos 13 cen­tros deste ti­po que a ca­deia tem em Es­pa­nha, es­tá lo­ca­li­za­do na Ave­ni­da Me­né­res, em Matosinhos, e con­ta com mais de 1000 me­tros qua­dra­dos dis­tri­buí­dos em dois an­da­res, na­qui­lo que o au­tar­ca local clas­si­fi­cou de “po­ten­ci­al de re­ge­ne­ra­ção do an­ti­go cen­tro in­dus­tri­al da ci­da­de”. Gra­ças à sua di­men­são, dis­põe tan­to de sa­las de de­gus­ta­ção de pro­du­to, co­mo de co­zi­nhas e outros es­pa­ços que si­mu­lam as ca­sas dos “Che­fes” para as ses­sões par­ti­ci­pa­ti­vas com os mes­mos.

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