Ha­bi­ta­ção

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Se­sim­bra com va­lo­ri­za­ção ho­mó­lo­ga de 10,6% O con­ce­lho de Se­sim­bra, no dis­tri­to de Se­tú­bal, tem vin­do a re­gis­tar uma va­lo­ri­za­ção dos pre­ços re­si­den­ci­ais des­de o 2º tri­mes­tre de 2016. O Ín­di­ce de Pre­ços Re­si­den­ci­ais da Con­fi­den­ci­al Imo­bi­liá­rio as­si­na­lou nes­te con­ce­lho uma va­lo­ri­za­ção tri­mes­tral de 3,1% no 4º tri­mes­tre de 2017. A ní­vel ho­mó­lo­go a su­bi­da re­gis­ta­da foi de 10,6%. Em re­la­ção ao mí­ni­mo da sé­rie, ve­ri­fi­ca­do no 2º tri­mes­tre de 2015, o ín­di­ce já re­cu­pe­rou cer­ca de 22,2%. Os va­lo­res médios de ofer­ta por me­tro qua­dra­do nes­te con­ce­lho são de 1.476 eu­ros. A ní­vel da fre­gue­sia, é em San­ti­a­go que se en­con­tram os va­lo­res médios mais ele­va­dos, che­gan­do a al­can­çar os 2.944 eu­ros/m2. Já na fre­gue­sia de Cas­te­lo os va­lo­res de ofer­ta ron­dam os 1.523 eu­ros por me­tro qua­dra­do. Fi­nal­men­te, em Quin­ta do Con­de os va­lo­res médios de ofer­ta são in­fe­ri­o­res à mé­dia do con­ce­lho, com 1.161 eu­ros por me­tro qua­dra­do. Em 2017, en­tra­ram em pi­pe­li­ne, no con­ce­lho de Se­sim­bra, 124 no­vos pro­je­tos re­si­den­ci­ais, sen­do qua­se me­ta­de (71) afe­tos à fre­gue­sia de Cas­te­lo. Por ou­tro la­do, es­te con­ce­lho con­tou com 245 no­vos fogos re­si­den­ci­ais, em 2017. Nes­te ca­so, a fre­gue­sia com um mai­or pe­so é a de San­ti­a­go com 43,3% do to­tal de fogos em pi­pe­li­ne (106). No con­jun­to dos três mu­ni­cí­pi­os que in­te­gram es­te ei­xo – no­me­a­da­men­te Se­sim­bra, Pal­me­la e Se­tú­bal -, o nú­me­ro de ca­sas que foi su­jei­ta a pro­ces­so de li­cen­ci­a­men­to em 2017 au­men­tou mais de 60% fa­ce ao ano an­te­ri­or. Se em 2016, o in­ves­ti­men­to em no­vos fogos nes­ta Cen­tra­li­da­de re­sul­tou no lan­ça­men­to de 438 uni­da­des, no ano pas­sa­do es­se nú­me­ro dis­pa­rou 63% para as 713 ca­sas, de acor­do com da­dos da Con­fi­den­ci­al Imo­bi­liá­rio(Ci). Es­te in­ves­ti­men­to tra­duz um to­tal de 391 pro­je­tos, mais 45% do que os 269 pro­je­tos que en­tra­ram em li­cen­ci­a­men­to em 2016. O con­ce­lho de Se­sim­bra, um dos mais re­co­nhe­ci­dos des­ti­nos de fé­ri­as da Gran­de Lis­boa, re­gis­tou um au­men­to de 75% no nú­me­ro de fogos que en­tra­ram em pi­pe­li­ne en­tre um ano e ou­tro, pas­san­do dos 140 fogos em 2016 para os 245 em 2017. Tam­bém em nú­me­ro de pro­je­tos, o in­ves­ti­men­to au­men­tou, com os 124 pro­je­tos re­si­den­ci­ais de 2017 a com­pa­ra­rem com os 91 re­gis­ta­dos em 2016. Ain­da as­sim, fa­ce à ele­va­da pro­cu­ra quer de pri­mei­ra quer de se­gun­da ha­bi­ta­ção, mes­mo “ve­ri­fi­can­do-se um au­men­to de con­fi­an­ça no mer­ca­do de cons­tru­ção do con­ce­lho, o cres­ci­men­to da ofer­ta es­tá ain­da aquém do que exis­tia an­tes da cri­se”, afir­ma Ra­chid Tim­cha­ra, só­cio- ge­ren­te da me­di­a­do­ra Co­te d’Azur, que es­tá, por is­so, mui­to oti­mis­ta qu­an­to à venda de um con­jun­to de lo­tes para pro­mo­ção e au­to­cons­tru­ção de­ti­dos pe­lo Mil­len­nium bcp na fre­gue­sia de Cas­te­lo.

O con­ce­lho de Se­sim­bra au­men­tou tam­bém o seu pe­so de 32% para 35% na ofer­ta re­si­den­ci­al des­te ei­xo in­ter­mu­ni­ci­pal, um per­cur­so igual­men­te se­gui­do por Se­tú­bal, que pe­sa ago­ra 40% (fa­ce aos 35% re­gis­ta­dos em 2016). Nes­te úl­ti­mo con­ce­lho, se­de de dis­tri­to, o pi­pe­li­ne de fogos em li­cen­ci­a­men­to su­biu cer­ca de 89% (de 153 para 289), com os pro­je­tos em que se in­te­gram a su­bi­rem tam­bém na or­dem dos 75% (de 102 para 178). Já Pal­me­la, que re­gis­tou um to­tal de 179 fogos em li­cen­ci­a­men­to (mais 17% do que os 145 fogos em 2016), dis­tri­buí­dos por 89 pro­je­tos (mais 23,5% do que os 76 pro­je­tos no ano an­tes), re­du­ziu o seu pe­so de 33% para 25%.

Se­sim­bra é o con­ce­lho mais ca­ro para a com­pra de casa no con­tex­to des­ta Cen­tra­li­da­de, com o va­lor (me­di­a­no) de venda no fi­nal do 3º tri­mes­tre de 2017 a atin­gir os 1.051 eu­ros/m2, ou se­ja mais 34% do que os 785 eu­ros/m2 re­gis­ta­dos em Se­tú­bal e mais 32% do que os 797 eu­ros/m2 ob­ser­va­dos em Pal­me­la, mos­tram os da­dos mais re­cen­tes do Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal de Es­ta­tís­ti­ca.

Com uma he­ran­ça pa­tri­mo­ni­al, cul­tu­ral, na­tu­ral e his­tó­ri­ca par­ti­lha­da e on­de mar­cam for­te pre­sen­ça o Rio Sa­do, o Atlân­ti­co e Par­que Na­tu­ral da Ser­ra da Ar­rá­bi­da, os três con­ce­lhos que com­põem es­ta Cen­tra­li­da­de têm vin­do a apos­tar nu­ma atu­a­ção ca­da vez mais in­te­gra­da, de­fen­den­do uma pers­pe­ti­va in­ter­mu­ni­ci­pal e par­ti­lhan­do uma es­tra­té­gia co­mum de de­sen­vol­vi­men­to para o ter­ri­tó­rio da Ser­ra da Ar­rá­bi­da e da Pe­nín­su­la de Se­tú­bal. As três câ­ma­ras lan­ça­ram há cer­ca de um ano um con­jun­to de qua­tro pro­je­tos in­ter­mu­ni­ci­pais nas áre­as do pa­tri­mó­nio cul­tu­ral e na­tu­ral, turismo, trans­por­tes, aces­si­bi­li­da­de, mo­bi­li­da­de su­a­ve e in­clu­são so­ci­al, num in­ves­ti­men­to su­pe­ri­or a 9 mi­lhões de eu­ros, par­te dos quais co­fi­nan­ci­a­do por fun­dos co­mu­ni­tá­ri­os.

Se­sim­bra pe­sa 35% na ofer­ta re­si­den­ci­al lan­ça­da em 2017 na Cen­tra­li­da­de Ar­rá­bi­da. É o con­ce­lho des­te ei­xo com o pre­ço das ca­sas mais ele­va­do.

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